Pokémon Mythology
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Gongetsu

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Gongetsu

Mensagem por CalrosHenrique em Dom 22 Jan 2012 - 22:40

Well... Olá. Antes de tudo, quero dizer que isso vai ser como uma 'ficha de aprovação', pois ainda tenho minhas dúvidas de iniciar esse projeto, tanto por ser bem complicado de ser feito - graças ao grande número de personagens, gerando criatividade em descrever cada personalidade existente e única -, como o fato dela ser bem inadequada por poder ignorar algumas regras da área de FF's. Como assim?

Bem. Se fosse para colocar uma faixa etária nesta estória, ela seria inadequada por menores de dezoito anos. Sim, 95% dos membros não iriam poder ler nem se quisessem por serem abaixo da faixa. Isso é devido a grande violência que envolvida ao desenrolar da história, pois ao contrario de todas as fics, os queridos 'Pokémons' serão os violões da história. E também, pelo fato de eu ainda estar treinando a escrever o 'realismo' das personagens, nas quais mostraria as verdadeiras decisões, escolhas que ele realmente iriam fazer caso existissem. Assim, a violência, o desespero, a tensão, o sexualismo e as palavras de baixo calão iriam ser frequentes nesta Fan Fiction - claro que não irei fazer um pornô onde o conteúdo sexual será presente em cada paragrafo, não. Isso eu irei censurar o bastante para passar despercebido o máximo o possível.

O ponto que queiro chegar, é que eu quero ver se os moderadores aprovarão eu realizar este projeto para assim ele não ser trancado durante o processo.

BOM!

Agora irei fazer uma pequena introdução da minha estória, que eu me baseei em jogos mortais e no mangá de Gantz, ficando bem semelhante.

Tudo começará quando um músico chamado Nohara Akai, um músico famoso que estava sendo julgado por plágio, acorda numa sala vazia e branca, com apenas uma vaga memória em sua cabeça de ter levado vários tiros de uma fã fanática, que se mata após os tiros. O que ele não esperava, é que a sala em que se encontra não é uma sala de hospital, mas sim um tipo de 'purgatório'. Ali, ele descobre que está morto, assim como as outras oito pessoas na sala.

Gongetsu é um jogo criado por anjos para dar uma segunda chance aos que morreram prematuramente por suas escolhas egoístas e desesperadas. O jogo se constitui em matar os alvos dados por Gonguetsu-Sama - que é apenas uma voz que ecoa pela sala - e ele lhes dá as armas necessárias para matá-lo facilmente, mas não irá dizer nenhuma dica e pista de onde o mesmo está ou de como usar as armas para auxiliar na morte da criatura. Sim, os alvos serão Pokémons, desde simples e básicos Tauros até um lendário Zapdos. Isso lhe ajudará a obter pontos, que serão altos dependendo da dificuldade, e baixos dependendo do tempo e quantas pessoas foram necessárias para completar o desafio. Ao chegar aos 500 pontos, o jogador poderá sair do jogo, para ter uma nova chance na vida, a aproveitando como deveria, "puramente". Caso ele morra, ele irá para o inferno pela vida mediucre e egoísta que teve.

Cada desafio é em uma cidade diferente, de Kanto até Unova, onde a mesma estará deserta, para que os jogadores poderem matar seu alvo. Após o desafio ser concluído, eles poderão aproveitar a cidade vazia para eles mesmos. Assim poderão comer, tomar banho, e fazerem o que bem entenderem, inclusive 'roubar' de lojas em buscas de armas e munições reservas.

Uma coisa que quero dizer, pode ser spoiler ou não, é que MUITA gente irá morrer em casa desafio. A história se focará em Akai, mas ele não será o protagonista, será apenas mais um jogador. E também, que cada jogador está morto. Assim, já que cada pontuação é individual, trabalhar em equipe será difícil, já que uma vez que duas pessoas matam o mesmo alvo, a pontuação será cortada pela metade para os dois jogadores. Tirando o fato de não ter mais 'lei', apenas as que os jogadores criam. Haverá muito abuso de poder nas mãos de cada um, já que os mesmos poderão matar uns aos outros caso preferirem.
As únicas regras do jogo são: Sobreviver e Matar o Alvo a todo custo em menos de vinte e quatro horas, caso o contrario, o jogo termina e todos morrem, yay.

Bem, espero que eu tenha explicado bem como serão as coisas, porque quando quando os jogo começa a porra fica séria Oh Crap

É isso, haverá muita violência, sangue, desespero, pressão, conflitos psicológicos, conteúdo sexual e mortes. E provavelmente, a primeira fic em que os Humanos batalharão com os Pokemons, e os mesmos são os antagonistas. Semana que vem eu posto o verdadeiro prólogo com o desenvolver da história e revelando as personagens que irão começar o jogo.

Well... Comentem a ideia, critiquem e falem mal. A opinião de vocês é importante para mim, mas provavelmente não mudará o meu modo de pensar. Já irei avisar que não irei diminuir as palavras de baixo calão e não irei maneirar nas mortes e violência, será tudo de certa forma, 'realisticamente necessário'.

A música 'tema' dessa Fan Fiction será Roulette, do System of a Down. Caso interessados, aqui está o video com a música:

Spoiler:


Última edição por CalrosHenrique em Dom 22 Jan 2012 - 22:49, editado 1 vez(es)
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Re: Gongetsu

Mensagem por Caio. em Dom 22 Jan 2012 - 22:46

Well, simplesmente [palavra censurada]. Finalmente alguém decente e BOM está aqui denovo. Calros, é muito bom ver algo tão criativo quanto isso por aqui. Acho que no fim, esse carinha ai vai perder hein? hehehe.

O mais interessante será a violência, a terra sem lei. Foque bastante nos sentimentos dos carinhas, ai sim vai valer a pena! O medo, a dor, o sofrimento. Well, é isso Calros. Me chame quando tiver outro cap pronto que volto só por você ;D

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Re: Gongetsu

Mensagem por Mikh em Dom 22 Jan 2012 - 22:52

Boa fic. Boa história... bom tudo. Lerei com muito prazer. First page btw
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Re: Gongetsu

Mensagem por cfox em Dom 22 Jan 2012 - 23:04

Parece ótimo, a história é bem interessante /hm
Tenho 11 anos mas vou ler mesmo assim pq çol rbd
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Re: Gongetsu

Mensagem por Kurosaki Lucas em Seg 23 Jan 2012 - 9:22

Não perderia esta oportunidade, de nenhuma maneira (mesmo)...

Nunca havia visto nenhuma fanfic assim no fórum, apenas a de uma membra que falava sobre o futuro, mas acho que foi uma three shot. Enfim, pulando isto, você realmente soube usar ótimos artifícios para prender o leitor e deixá-lo fixado em sua estória, pelo menos ao conteúdo referido no teu post acima, mostra que será como um verdadeiro desafio de sobrevivência e que o mais forte vença, explorando ao máximo o realismo, e claro que os personagens não serão infantis, já que estão disputando, afinal, o seu bem mais precioso, a vida.

Segundo, isso é meio que aqueles tipos de história que todo mundo esperava ler algum dia, uma forma meio maluca de agente sasciar nossa curiosidade do porque de algumas pessoas morrerem e depois voltarem, é como se preenchesse parte de nossa dúvida (talvez, realmente quando morremos há um desafio para que quem vença possa ressucitar, quem sabe...). Outra coisa que apega realmente.

Por último, o fato de os pokémons serem os vilões, é algo [palavra censurada], fugindo do clichê e podendo explorar um outro campo. O campo em que os bichos fofos (nem sempre) estarão querendo prejudicar o teu avanço no desafio e tals.

É isso cara, mals aí se meu comentário foi meio nonsense, sei avaliar fanarts melhor que fanfics, e estive enferrujado nessa área aqui. A minha primeira impressão sobre sua fanfic é a de que eu não posso perder. Boa sorte e boa volta à área de Fanfics da PM!
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Re: Gongetsu

Mensagem por Umbreon_NICE em Seg 23 Jan 2012 - 9:35

Finalmente um clarão nesse mundo sombrio, oh senhor! Saiba que sou um admirador de seus trabalhos e estou feliz que tenha voltado as Fics. Abusar do realismo é algo que não vemos hoje em dia nessa área, que está voltando a ser como era.
Não vou ficar enchendo linguiça, espero que descreva e narre bem, e claro, que a ficha seja aceita, pois esse seu trabalho promete. Boa sorte.






~Gus: Trancado. Introdução não é um prólogo e muito menos um capítulo. Caso queira re-abrir mande um dos dois para mim por MP.

Mr. Black: A pedido do autor, fanfic reaberta. Boa sorte!
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Re: Gongetsu

Mensagem por CalrosHenrique em Qui 20 Set 2012 - 20:49

Hola, amigos! Que tal?

Ressuscitei esse tópico que não teve nem tempo de nascer, foi tipo um aborto. Tadinho, enfim, venho com o Prólogo. Sim, apenas o prólogo. Quase um ano para apenas o prólogo. OAISDHOASHDOIASHDOIAHSD' Bem, agradeço os comentários acima, mesmo que a maioria já tenha saído do fórum. ='( Parece que eu estava em coma, credo.

BEEEEEM, aproveitem. Tenham uma leitura agradável, fiquem com Deus. Peace /o/






Escuridão. Chuva. Frio. Nada podia ser visto, apenas sentido. Trovões eram escutados, e aquilo era o sinal da tempestade chegando aos poucos, rasgando o céu lentamente. Porém, não conseguia distinguir o lugar em que se encontrava, podia apenas sentir sua lingua passando por seus lábios secos, tentando umidecê-los, sem sucesso.

Puxava sua respiração por sua boca, levando um susto ao sentir seus pulmões se enchendo de ar, aquilo queimava e estufava o seu peito por um momento. Ele abria os olhos, assustado, apenas com a visão de um teto branco, sem nada de especial. Seus olhos estavam com as pupilas dilatadas, sua íris estava totalmente branca, sentia um arder nas órbitas aos poucos, devido as mesmas estarem recuperarando a sua bela cor azulada. Sua pele branquíssima, começava a ficar mais corada enquanto seu coração lentamente voltava a bater, bombeando o sangue que corria rapidamente por suas veias.

O ritmo de sua respiração aumentava, até ficar completamente acelerada. Isso era graças as duvidas que eram formadas em sua mente, ao susto de ainda se sentir vivo. Seus cabelos longos e negros estavam caidos ao chão - que também era branco, como o resto da pequena sala que estava -. Devagar, erguia sua mão direita e a arrastava pelo seu torso até chegar em seu peito, o apertando com força. Se sentia estranho, não parecia sangrar mais ali.


- Mas que merda é essa...? - Suspirava para si mesmo, tentando entender o que e como tudo aquilo estava acontecendo. Lembrava de estar levando vários tiros em seu peito. Mas... Ele deveria estar morto, não? Essa era a maior duvida que estava em sua cabeça. A dor... O sangue, a agonia... Tudo havia sumido, como se ele tivesse se curado milagrosamente.


Com dificuldades, tentava se levantar, ficando assim sentado. Aquilo era desconfortável, pois estava no chão. Ainda não consiguia enxergar direito, tudo estava embaçado, porisso esfregava seu olho direito, para tentar melhorar sua vista. Seus longos cabelos negros lisos dificultavam o processo por estarem cubrindo o seu rosto, o ocultando. Reparava que ao seu lado, estava um violão vermelho com cordas de aço douradas. Ignorava aquilo por um momento. Ele então leva um susto ao escutar alguém tossindo, logo levantando assustado. O jovem trajava uma camiseta negra com uma camisa vermelha xadrez por cima, o que combinava com seu jeans negro - o rapaz era bem estiloso, isso é - ou era - excencial em sua carreira.

Ao ficar em pé, ainda tremulo por não ter recuperado total equilibrio em seu corpo, ele percebia seis pessoas deitadas no mesmo cômodo - que era pequeno, e parecia se constituir de apenas uma sala -, ele olha para os lados, sem dizer nada, ainda confuso com tudo que acontecia. Sua respiração ofegante estava fria, o mesmo gelo percorria em seu estômago ao notar que as pessoas estavam mortas, pálidas. Corria pela sala, desesperado, apenas procurando por uma saída, até ser repreendido por uma voz.


- Hey, fique quieto. - Dizia um homem que estava de braços cruzados, encostado a uma das paredes. Ele usava um terno negro aberto com uma camiseta social branca por baixo. Seus cabelos eram ruivos e espetados, e se encontrava com olhos fechados.

-O que você fez comigo?! - O músico se perguntava indignado, com raiva em seus olhos e um medo inexplicável. Ele fazia gesto com as mãos olhando para os lados, tentando encontrar alguma porta ou alguma saída. - Onde estou? O que aconteceu?!


O ruivo ria. Ele erguia sua cabeça e abria seus olhos verdes, revelando-os. Ela abria sua boca lentamente e criava um sorriso. Sem se conter, ria baixo, como se zombasse do homem.


- Maldito, pare de brincar comigo! - O respondia furioso, logo avançando e segurando o jovem pela gola de seu terno, o encarando nos olhos e o ameaçando.

- O que vai fazer...? Me matar? - Dizia sorrindo, dando gargalhadas. - Deixe de ser tolo, isso já aconteceu. Tanto comigo, como com você e todos dessa sala. - Parava de rir, logo ficando totalmente sério, e retirando as mãos do outro rapaz para se livrar.

- Estou M-Morto? - recuava dois passos, se lembrando de algumas cenas do que havia acontecido antes de ficar desacordado. Daquela sua fã fanática pedindo por um autográfo, seguido de tiros que recebera no peito.


Os trovões começavam a ficar mais fortes. A tempestade estava em seu pico, o som da chuva era alto. Aquilo era ignorado por aquele confuso jovem. Ele passava suas duas mãos por seus lisos e compridos cabelos negros, que eram alisados ao passarem entre os dedos do homem.

Aquilo não fazia sentido, mas era a única explicação que estava em sua cabeça. Ele estava morto. Mas o que seria aquilo? O Céu? O inferno? Ou será que estaria no purgatório? Seu coração estava disparado, o que provava que estava vivo. Estava sem palavras. Olhava ao seu redor. Se encontrava em uma sala relativamente pequena e vazia, da coloração branca. Mesmo não tendo nenhuma janela ou lâmpada, a mesma estava bem clara e fresca, e a chuva ainda podia ser escutada ali dentro. Apenas fechava um pouco seus lindos olhos azuis ciano e observava as seis pessoas que estavam deitadas. Eram três homens e três damas, sendo que dois dos homens eram bem novos e o outro era um mendigo e as três garotas eram bem novas, aparentando ter dezessete anos.

Ficava alguns minutos olhando para os mesmos, que não respiravam. Se encontravam mortos, com sua pele pálida e suas iris totalmente brancas e sem vida. Era uma cena horrivel de se ver. Porém, o cheiro não era ruim, não pareciam estar em estado de composição. Será que eles também iriam acordar? Como haviam entrado ali para ínicio de conversa? Eram muitas coisas em sua tão abstrata e confusa mente mortal.


- Deve ter muitas perguntas em sua cabeçinha de músico mimado, não? - O ruivo perguntava, ainda com os braços cruzados e encostado a uma parede. Ele dizia aos soluços, segurando uma risada para ironizar tal rapaz.


O moreno ficava assustado ao notar que aquele estranho homem sabia que era músico sendo que nunca havia o visto antes. Ele apenas responde com um olhar cujo arqueva sua sobrancelha, esperando respostas.

- Bem. - Voltava a falar ao curioso jovem. - Antes de tudo, meu nome é Wakasa Yume. Tenho vinte e cinco anos e sou veterano aqui. Já sobrevivi a sete jogos, e como pode ver, sou o único sobrevivente.

- J-Jogos? - Se assustava ao escutar aquilo. Seu cérebro ainda não havia processado o fato de que se aquele tal Yume estiver falando a verdade, estaria morto. O problema é que ele ainda tinha as lembranças, as suas ultimas lembranças de quando estava vivo. De seu ultimo suspiro. Ele engolia seco, nervoso. Com toda sua atenção, escutava cada palavra que saia da boca do ruivo que dizia alto e claramente, como se quisesse acordar os cadaveres que ali estavam.

- Sim, jogos. Essa sala em que você está em pé se mijando nas calças é a melhor ou pior coisa que já lhe aconteceu. - Dizia sarcasticamente - Bem, o jogo se chama Gongetsu. - Dizia abrindo seus olhos, mostrando a linda cor verde de suas iris. - É um jogo sanguinário e competitivo de sobrevivência onde os jogadores tem que matar certas criaturas, ou Pokémons se você preferir, para juntar pontos e ganhar um prêmio muito bom. Até que vale a pena se você olhar com os olhos certos.

- Prêmio?! Que tipo de prêmio? - Perguntava indignado, tudo aquilo seria por apenas um prêmio que não desejara? Ficava puto por um momento breve, logo voltando a escutar o rapaz.

- Bem.. - Suspirava decepcionadamente por ter sido interrompido - Nada mais que sua tão preciosa vida. Obviamente, seu corpo está morto, porém sua mente está viva. Isso é como se fosse uma segunda chance para você voltar a sua vida e recomeçar, concertar seus erros e blá blá blá. - Fazia gestos com suas mãos, sem paciência para explicar tudo aquilo.

-Tsc... Mas como...? - O jovem ainda não conseguia entender, aquilo não possuia detalhes, nem coerência. Tudo rápido demais, tudo sem nenhuma explicação, sem tempo o bastante para se adaptar ou ficar mentalmente preparado. Suas mãos ainda tremiam, ficar numa sala com cinco mortos era realmente apavorante e o incomodava. Porém, a mesma possuia um cheiro agradável, como se alguém tivesse a limpado com algum produto de limpeza aromatizado com limão.

- Você morreu prematuramente, eu acho. Esse jogo não vem com nenhum manual de instruções, eu só sei das coisas que eu vi e presenciei. Mas a única coisa que você tem que saber, é que se você morrer aqui, já era.

- Mas... Eu já não morri?

- Você é surdo, idiota ou o quê? - Falava num tom bravo, sem paciência. - Sério cara, que lerdo você, não presta atenção em mim. Como eu disse, seu corpo está morto, mas não sua mente. Deve ser sua alma ou qualquer outra coisa que a mídia inventou, pra mim tanto faz, eu só quero sair logo daqui e estou quase.

- Teremos que matar... Critaturas? - Voltava a lembrar da citação do misterioso sobrevivente.

- Sim. E acredite, se você for esperto e sobreviver, você vai ver muitas mortes. Eu já quase morri várias vezes. Porém, quando o jogo acaba, todos os teus ferimentos são curados, não importa quais forem. E você tem um dia de 'folga' na cidade em que sua missão foi realizada, porém, não haverá ninguém, apenas quem participa do jogo.

- Entendi. - O músico mentia, apenas querendo sair daquele lugar. A verdade é que ele não entendera absolutamente nada da explicação de Yume, só sabia que estava morto, mas não podia acreditar naquilo. Seu coração pulsava, sentia frio, seus pensamentos ainda fluiam em sua mente, não era possivel estar morto.


Logo se surpreendia a escutar váras respirações pesadas. Eram os seis cadaveres que começavam a respirar, como se voltassem a vida. Pareciam ter as mesmas reações que o músico. Ficavam assustados, olhando para os lados, sem equilibrio e procurando uma saída, como ratos num labirinto. O Ruivo ria, já havia visto aquela cena várias vezes e sempre é igual, sempre as mesmas reações, sempre os mesmos resultados.


De repente, uma voz suave e serena começa a ecoar pela voz, parecia ser um garoto bem jovem, que deveria ter mais ou menos dez anos de idade. O veterano continuava encostado na parede com os braços cruzados e de olhos fechados, esperando o processo começar.


- Bem vindos a Gongetsu. - A mesma dizia sem demonstrar nenhuma emoção. Aquilo trazia uma enorme agonia para o musico, como se a criança mexesse com seu interior. Sentia-se como parente da mesma, tendo laços muito fortes, mas não recordava de ninguém com o mesmas cordas vocais. Ficava em silêncio e prestava atenção em cada palavra da mesma, que voltava a falar. - Gongetsu, o lugar onde nenhum dos lados é sagrado, e nenhum de nós quer vencer.







GONGETSU



-~>X<~-



Conclusões:
Achei um pouco menos detalhado do que eu esperava, não gostei muito não. Tudo corrido e sem explicações, e é. Não revelei o nome do "pseudo-protagonista" e aconselho a não se apagarem ele. Já o Yume, eu gostei dele. Um cara imbecil sem sentimentos HAHAHAHAHA como eu adoro ele. Não se apaguem a ele também. NA VERDADE, não se apague a NENHUM personagem. Eles serão únicos, claro, mas descartáveis. Então é isso aí!

Por favor, se você tiver lido, comente. Nem que xingue. Não que vá me ajudar, mas eu gosto de comentários. Eles alimentam o meu ego e me deixam feliz. Me deixem feliz poxa. :c HAHAHAA

Outra coisa... O primeiro capitulo - que aliás, já foi feito - não terá uma coisa tão marcante, será mais introdução e esclarecimento de tudo, mas com o passar do segundo, vocês terão uma grande noção de como a porra é séria nesse jogo. Drogas, sécso, sangue, e tudo que é de ruim pode rolar, então fiquem ligados na galerinha mais sapeca da televisão!! /o/

Adios.






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Re: Gongetsu

Mensagem por Rush em Sex 21 Set 2012 - 10:36

Bom dia!

Gostei muito do prólogo, muito mesmo. Achei bem original e criativo, mesmo me lembrando MUITO de Gantz. Isso meio que fez a FF perder alguns pontos comigo. Mas a narração e as falas estão fantásticas, adorei a 'filosofia' de Gongetsu, e muito macabro o fato dele ser uma criança. Eu acho, não pude entender muito essa parte.

Encontrei apenas um erro, em que você colocou 'da coloração branca.', creio que o correto seria 'de coloração branca'.

Gostei do jeito sarcástico de Yume, mas não irei me apegar a ele como você mesmo disse, mas pelo visto ele é um membro crucial para o 'time', não? Mas o fato de serem oito pessoas como você descreveu, todas com personalidades únicas... Isso dará um trabalhão, ein? Não sei se conseguirá manter isso, pois se for do jeito que eu entendi, muitas vão morrer e muitas vão surgir, isso será uma infinidade de personagens.

Well, estou no aguardo para ler o primeiro capítulo! Boa sorte, até mais!
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Re: Gongetsu

Mensagem por DarkZoroark em Sab 22 Set 2012 - 2:24

lol Nem tinha me percebido que tinhas voltado com a sua fanfic. Desculpa.
Como não consegui acompanhar a Ryuuzaki Adventures (quando me registrei ela já estava quase "acabando") dessa vez não vou perder a chance de aprender uma coisa ou duas com um escritor de seu calibre.
Bem, já tinha lido sua ideia de fanfic antes e devo dizer que adorei. Pokémons como sendo vilões é algo bastante raro, pois a "cultura" nos oferecida pela Gamefreak sempre nos mostra que eles são totalmente positivos e só os humanos são do mal. Um diferencial neste ponto já faz sua fanfic se destacar em relação as outras. Combinando a inovação presente nela com seus níveis de escrita torna-a praticamente obrigatória de ser lida por qualquer um que queira ser um bom escritor. Achei legal as regras de Gongetsu (só quero ver ele tentando matar um Tyranitar ou um Metagross). Acho que é a única fanfic que já li que apresenta o protagonista já morto no começo (bem legal isso, na verdade). A sala de espera me lembrou muito a que é descrita quando o Harry Potter morre nos livros. Acabei achando alguns erros pelo caminho:

Isso era graças as duvidas que eram formadas em sua mente, ao susto de ainda se sentir vivo
Faltou um acento agudo em "dúvidas" e uma crase em "às".

Ainda não consiguia enxergar direito, tudo estava embaçado, porisso esfregava seu olho direito, para tentar melhorar sua vista.
Faltou um espaço entre "por" e "isso".

- Você é surdo, idiota ou o quê?
Esse fragmento, em particular, não estou certo de que houve um erro, mas não deveria haver uma vírgula depois de "idiota"?

Espero seu primeiro capítulo ansiosamente.
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Re: Gongetsu

Mensagem por SkyAce em Dom 23 Set 2012 - 0:14

bom, creio que meus amigos ali em "cima" já o corrigiram. bom eu gostei da sua Fic mais você poderia deixar um pouco mais misteriosa, o que eu quero dizer é que pelo prologo essa Fic realmente vai ser das boas. pobres pokemon raivosos que serão dizimados HUSAHUSAHUSAUHSHAU, muito boa esse prologo ^^
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Re: Gongetsu

Mensagem por Black~ em Dom 23 Set 2012 - 17:19

Bom, digamos que a fic está simplesmente incrível. Sobre o fato da criança também não entendi, não sei se é o protagonista ou é um vagabundo qualquer. O mistério está muito bom. Sua descrição e narração dos fatos. Espero que a porrada coma solta na fic e que role altos sangues e altas tretas. Sério, acho que vou me apegar ao Yume. Ele parece ser bem cool. Também esse protagonista é burro pra kct. Vi que você esqueceu de acentuar muitas palavras. Não vi nenhum erro ortográfico. Enfim, boa sorte com a fic e espero o próximo capítulo.
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Re: Gongetsu

Mensagem por Kurosaki Mud em Dom 23 Set 2012 - 20:09

Cara, uma mistura de Jogos Vorazes, Pokémon e Carlitos, que [palavra censurada] *-*
Amei o enredo e li a ideia e o prólogo. E você diz que sou melhor, pff, me poupe, você é um dos 5 eternal writers madear, poupe-me.
Achei erros de gramática - Consiguia é Conseguia, mediucre é medíocre, um porisso junto, seria por isso, cubrindo é cobrindo, excencial é essencial, tremulo é trêmulo, última tem acento u.u, etc...
Sério, nunca me mande não apegar, EU AMO ME APEGAR AOS PERSONAGENS sr. Carlos u.u, já gamei no ruivo valentão, adoro esses personagens bad boy que é fodones.

Eu preciso fazer uma fic collab com você, sério :3. Espero o próximo o/
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Re: Gongetsu

Mensagem por CalrosHenrique em Sex 28 Set 2012 - 20:28

Rush: Valeu! Bem, na introdução eu expliquei que tinha me baseado em jogos mortais e Gantz, por isso a ideia pode parecer semelhante mesmo sendo totalmente diferente. Eu só coloquei a voz de Gongetsu ser a de uma criança para dar um tom macabro. É claro que no futuro tudo vai se relacionar e você vai ver os meus motivos... Mwahaha, valeu rapaz, continue acompanhando!

DarkZoroark: Valeu! Não cheguei a ler os últimos livros do Harry Potter, mas imagino que essa sala, vulgo 'purgatório', deve ter sido utilizado em muitas obras, pois eu sinceramente gostei bastante da ideia, logo alguém também deve ter pensado nisso. kk E nossa jovem, quantos erros... Eu to mesmo enferrujado!! Fico bem feliz que você tenha citado, mas estou avisando que nessa segunda parte também haverá bastante erros... Fiz as pressas. :c Valeu, rapaz! Continue acompanhando e apontando os meus erros!

SkyAce: Porra, mais misteriosa que já ta? ASIODHIOASHDIOADS' Vou tentar, mas não sei se vai ficar muito bom não... Valeu jovem, continue acompanhando!

Mr. Black: Valeu! Bom, acho que o 'protagonista' ou 'vagabundo qualquer' tem os seus motivos pra ficar 'burro', né? O cara ta nervoso poxa, dá um desconto pra ele! IOAHSDOIAHSD' Sobre a sua dúvida, ele sim é o protagonista, mas não será privilegiado por isso, entende? Será apenas um humano frágil como os outros! Valeu, rapaz, continue lendo!

Mud: Muuuuuuuuud, wazzup?! Na verdade, não tem nada a ver com jogos vorazes... OASHAIHSIAS' E acredite, NÃO SE APEGUE. Você vai se decepcionar comigo, principalmente pelo fato de eu gostar de matar geral, anw. Vou tentar deixar o realismo em alta, assim os personagens, vulgo humanos, serão MUITO FRÁGEIS. Eles vão morrer muito fácil... IASDHOASD' Valeu amigo, continue acompanhando!




-x-



Olha, antes que me xinguem, ou pior... Me ignorem, esse é a SEGUNDA parte do prólogo. Sim, o prólogo havia sido tão grande que eu o dividi em duas partes... Aiai, e eu sinceramente não gostei nem um pouco. Eu odiei essa parte e preferia nem postar. Não vai ter ação, não vai ter atividade em jogo e NEM NADA. Então se você não quiser ler, não leia, se não quiser comentar, não comente.. Porque eu realmente não sei se vale a pena postar uma 'segunda parte do prólogo'.

A única coisa que terá de importante, será explicar as regras gerais e a introdução de todos os personagens do primeiro jogo. Irão dizer seus nomes e será revelado como eles morreram. Coisa bem suave.

Também... Antes de lerem, eu já aviso. Eu fiz essa parte com pressa, por isso irá conter vários erros, pois não revisei e nem nada. Está grande, mal feito, desorganizado e nem o autor (vulgo eu) gostou, então sintam a liberdade de me xingarem e jogarem pedras em mim, eu mereço.

Lembrando que eu irei postar o primeiro capítulo Gongetsu daqui a duas semanas. Sim, irei postar sempre em uma sexta-feira, um sim e outra não. Além de dar tempo de lerem e comentarem, terei tempo de me dedicar a três Fan Fictions (The Flying Gyarados Chronicles, e uma que irei criar com o meu amigo Mud).

Então.. Se você realmente quiser ler e comentar, tenha calma, isso não será considerado um capítulo, só será uma apresentação. Se quiser deixar de ler, não perderá nada importante da história. Desde já peço desculpas, eu deveria ter me esforçado mais, mas eu to com pressa... Aiai, aqui está: >:



-x-



O clima estava tenso. Sua respiração estava pesada e acelerada. Olhava aflito para as pessoas que se encontravam na mesma sala branca em que estava. O cômodo era pequeno e não possuia detalhes, seu piso era liso e branco, assim como suas paredes e seu teto, o que era macabro por não possuir nenhuma janela ou porta. O que era mais estranho era o fato do ar estar fresco e era notavel escutar a forte chuva que descontava sua ira na terra pelo lado de fora.

O jovem deveria ter vinte e cinco anos. Era belo. Seus cabelos eram negros e cumpridos lisos, fazendo uma franja que cubria sua testa. Seus olhos eram azuis ciano, muito belos o que chamava muita atenção. Trajava uma camisa de flanela vermelha xadrez por cima de uma camiseta negra. Usava um jeans preto para combinar. Segurava seu violão com força, como se estivesse se preparando para atacar alguém se fosse necessário.

Ele escutava atentamente as palavras de um homem alto e ruivo que estava encostado em uma das paredes, com os braços cruzados. Os cabelos do mesmo eram espetados da cor alaranjada, seus olhos eram verdes e possuia um alargador preto na orelha esquerda. Usava roupas sociais. Ele parecia estar se apresentando, como se quisesse que os outros fizessem o mesmo.
A sala era composta de oito pessoas contando com o músico e o ruivo, que por excessão do mesmo, estavam muito nervosos e confusos com o que estava acontecendo.


- Me chamo Wakasa Yume. - o Ruivo dizia, ainda com os braços cruzados e com os olhos fechados. - Sou experiente nesse jogo, já sobrevivi há vários desafios de Gongetsu-Sama. Como vocês, eu estou morto.


Tais palavras faziam todos com excessão do músico ficarem assustados e tensos. Não diziam nenhuma palavra, apenas olhavam uns para os outros, não se conheciam. Não tinham noção do que estava por vir ou como reagirem. Aquilo era um pesadelo. Porém, não podiam simplesmente acreditar que estavam mortos, aquilo era ridículo. Não tinha sentido.


- Bem. - O músico interrompia o silêncio de cinco segundos, olhando cabisbaixo para seu violão. Dava uma pausa, pensando nas palavras certas para usar. Não gostava de se apresentar, mesmo sendo um artista. - Alguns podem me conhecer. Eu sou vocalista da banda de rock alternativo, Greensleeves. Me chamo Nohara Akai, tenho vinte e dois anos e... - Respirava fundo, notando que estava sendo observado atentamente por todos da sala. - Se for verdade o que Yume disse... Eu morri por vários tiros em meu ser. Foi tenso, mas suave. Não foi tão ruim como eu pensava que a morte era.


Ele dizia em tom baixo, mas o suficiente para ser escutado por todos. Após dizer aquilo ele suspirava, ainda não podendo acreditar que isso poderia ser real. Ele caia arrasado, se sentando violentamente e deixando o seu violão no chão, ao seu lado. Alisava seus lisos fios de cabelo negro, franzindo a testa.


- Eu te conheço. - Uma voz fêminina podia ser escutada próxima do rapaz. - Gosto muito de suas músicas. - Terminava de dizer, com sua voz triste e melancólica. Era bela, atraiu a atenção do arrasado jovem de camisa flanelada vermelha.


A jovem era uma típica modelo clichê. Linda loira de olhos azuis. Aparentava ser bem nova. Seus seios e coxas eram de tamanhos medianos, mas o suficiente para ser desejada pelos homens. Vestia uma camisa branca com uma jaqueta jeans por cima, com uma mini saia rosa para combinar. Era muito bela. Ela se joelhava no chão, colocando as mãos em suas coxas como se estivesse descançando - também evitando que pervertidos olhassem para suas roupas íntimas - e olhava triste para as suas pernas, notando que elas não possuiam cortes como anteriormente. Era estranho aquilo, muito estranho.

Ela fechava os olhos com força, se lembrando de ser espancada por três homens mais velhos que ela. Os mesmos batiam com um pedaço de pau enquanto a violentavam e a cortavam. Eram doentes.


- Eu lembro de... - Começava a falar em tom baixo. - Ser assassinada antes de acordar aqui.


Com isso todos os olhares ficavam vazios, percebendo que aquilo não era um sonho, mas era sim a realidade. Todos estavam mortos, e por alguma razão, ainda respiravam. Ainda viviam em algum lugar que era desconhecido. Alguma parte deles, algum pedaço de memória ainda vivia.


- Me chamo Ichiban Hanaki. Tenho dezenove anos e... - Dava uma pausa, enquanto seus olhos se enchiam de lágrimas, preferindo não comentar como foi morta, por grande humilhação e trauma. A loira então engole sua saliva com dificuldades, se calando e ao mesmo tempo, engolindo todo o seu choro. Por orgulho, não queria demonstrar ser fraca.


Ao olhar a situação da jovem, um homem, que, visivelmente era o mais velho de todos, aparentando ser um mendigo, começava a falar. Sua voz era um pocuo desfigurada devido sua garganta estar um pouco queimada. Em seu rosto, uma barba encardida escondia boa parte do mesmo. Ela se juntava com o seu cabelo volumoso e sem corte, que era da cor castanho escuro. Usava várias roupas velhas, como um morador de rua.


- Prazer, senhorita Hana-Chan. - Fazia um sorriso amigável, como se disesse 'está tudo bem agora'. Ele tossia, interrompendo o clima sereno que havia feito por pouco tempo. - Eu sou Futchi Henshi. Ex-Engenheiro Administrativo Nuclear, famoso por criar formulas necessárias para algumas bombas e armas de destruição em massa. Todavia, abandonei meu emprego por acordar pra vida. Fui assassinado pelos cabeças do governo que não gostaram da ideia. - Ria, como se não estivesse tão abalado. Yume olhava o homem com certo respeito pelo mesmo ser o único a ter aceitado o fato de estar morto.

- Bah! - Um garoto o interrompia, nervoso e sem paciencia. Ele era bem jovem e baixo, mostrando ser o mais novo depois de uma criança que estava ali. Não era muito belo, tampouco alto e forte. Demonstrava ser punk por suas vestes e pelo moicano que havia com seus cabelos negros. Seus olhos eram castanhos claros, e usava lápis de olho. Parecia ser bem nervoso e agressivo, demonstrando com sua atitude infantil.

- Algum problema? - Henshi se perguntava, percebendo que o mesmo não era nada menos do que um moleque encrenqueiro.

- Tsk! Isso não pode ser verdade, seu mendigo! - Gritava indignado, apontando para o mesmo e fazendo todos o encararem. Ele retribuia os olhares com um raivoso e intimidador. - Eu não posso estar morto! Não ainda!

- Tem outra explicação? - Akai dizia em tom baixo, ainda sentado. - Não olhando diretamente para o mesmo, apenas se adaptando com o acontecido, ainda preocupado com o que ainda estava por vir. Era a única opção.

- Não, mas... - Rangia os dentes, inconformado. Tenso, emputecido. - Se for realmente verdade... - Ele fechava os punhos com força. - Eu ainda tenho que fazer muita coisa na minha vida. Muitas coisas!

- Relaxe jovem. - Henshi sorria. - Certamente há um jeito de sair daqui e voltar a viver livre de problemas novamente, certo Yume?


O punk respirava fundo e gritava. Cada palavra parecia o enfurecer mais. Ele fechava os seus punhos com tanta força que sua mão chegava a sangrar com as unhas que fincavam na mesma.


- Livre de problemas?! Hã?! - Gritava, assustando Hanaki que abraçava os seus joelhos no chão, meio paranoica. Dava pisadas no chão, ainda apontando para todos da sala. - Eu não tenho tudo o que eu quis como esse musiquinho de merda! Nem você seu engenheiro rico desgraçado! Querem se apresentar para participar desse "jogo"? Tudo bem, irei me apresentar. Eu me chamo Hajime Matsuri, tenho dezessete anos e morri por espancado por vários caras do meu colégio! É isso que vocês querem ouvir?! Seus merdas!


Ele gritava logo se virando, tentando achar uma saída, sem sucesso. Ele começava a se jogar contra a parede branca, com intuito de quebrá-las. Também sem conseguir. Ajoelhava-se no chão, batendo sua própria testa contra a mesma, cansado e agonizado.

Vendo que estava com sérios problemas de aceitação - tanto pessoal como a dificuldade de ter que aguentar mais desafios em sua miserável vida - uma das garotas se levantava e sentava próximo dele. Ela parecia ter a mesma idade do mesmo, só que era um pouco mais alta que o jovem.


- Pare de drama. - Ela dizia com confiança em seus olhos azuis puros. Era bela, sua pele era delicada e branquíssima. Seus cabelos eram muito lisos e cubriam seu olho esquerdo, assim sempre arrumava seu cabelo para melhor conforto. Sua voz era serena e doce, porem não a mostrava muito por ser sempre tímida e reservada.


Matsuri apenas desviava seu olhar para a linda garota, sem dizer nada. Ele a empurrava, não querendo ferir seu orgulho, e continuava com sua cabeça encostada na parede. Ela recuava um pouco ao ser empurrada, logo caminhando a um dos cantos da sala e sentando, sendo tímida como sempre. Após notar que a maioria olhava com atenção para a mesma, ela abaixava a cabeça com vergonha, e começava a se apresentar ainda corada.


- Meu nome é Momo Makura, e tenho dezessete anos também. - Ela preferia não mencionar que havia se suicidado ao cortar os pussos. Na verdade, ainda não sabia o exato motivo de sua morte. Não sabia se havia sido o excesso de anti-depressivos com bebidas alcólicas ou usando uma lâmina de barbear para fazer corte nas veias inferiores de suas mãos.


É anoréxica, sempre se via gorda e feia diante de seu reflexo nos espelhos, mesmo não sendo. Ainda estava com o coração disparado por ter tido a atitude de ter ido falar com o punk desconhecido, não era seu jeito conversar com as pessoas daquele jeito. Ela apenas fechava os olhos como se quisesse que tudo aquilo acabasse logo.
Escondia seu rosto com as mãos. Odiava ser observada, e logo após um tempo o seu desejo era realizado, haviam voltado a atenção para uma mulher que tomara a atitude de se apresentar.

Era uma mulher de 28 anos. Cabelos lisos que se tornam cacheados nas pontas, negros com mechas loiras. Dona de um corpo escultural, uma jovem adulta devassa. Uma voz sensual que causava calafrios nos homens.


- Que desperdício de tempo. - Sorria forçadamente, ironica. Estava sem paciência, ainda achando que tudo aquilo se passava de uma pegadinha, ou no máximo um sequestro. - Vocês só vão liberar a gente se nos apresentarmos? Ok, ok. Me chamo Kirei Gyunkyu. Mas meus amigos me chamam de Kyu. Satisfeitos?


O mendigo ria com a impaciência da linda mulher. Com sua personalidade bondosa e bem humorada, Henshi a cumprimentava.


- Um prazer conhece-la, linda dama. - Fazia uma breve referencia, rindo logo depois.

- O prazer é todo meu se você jogar as cartas certas... - Ela ria baixinho, logicamente sendo sarcástica. Mesmo apreciando assuntos íntimos ela nunca saíria com um mendigo como aqueles.


Por fim, os sete seres 'vivos' olhavam para a última pessoa que faltava para se apresentar e se surpreendiam. Era uma criança. O oitavo participante era apenas uma criança que se sentava no canto da sala, isolado. Abraçava suas pernas, escondendo seus olhos.

Todos ficavam calados, esperando o mesmo se pronunciar. Sem paciência, Hajime, o punk, gritava algumas palavras.


- Hey, emo inútil, se apresente! - Gritava, expondo sua testa já machucada por bater tantas vezes na parede. Seus punhos também sangravam por dar fortes murros com intuito de quebrar a mesma. Parecia um material indestrutível, pois nenhum arranhão era feito.


Alguns olhavam feio para o rebelde mal-educado. Mas não diziam nenhuma palavra ao perceber que o garoto respondia.


- Meu nome... - Tímido, enrolava com as palavras. Ele exibia seus olhos com a íris da cor vermelho-vinho. Mordia seus lábios por um instante, pensando nas coisas desnecessárias que não deveria dizer. - Isso é o inferno? - Mudava de assunto, deslizando suas pernas para frente, se encostando na branca e brilhante parede em suas costas.


Yume bufava. Fechava seus olhos e fazia um sinal negativo, decepcionado. Ele olhava para o mesmo e ria, sarcastico. Uma risada bem forçada, seguido de um olhar sério e repreendor.


- Pare de se fazer de bobo. Conheço olhos como os seus, seu psicopatinha de merda. - O ruivo falava em um tom bravo, porém demonstrando calmeza e sultileza. Muitos estranhavam esse argumento, inclusive Akai. O músico então dava atenção ao garoto, que começava a rir de leve.

- Eu não sou tão mal assim. - Estampava um sorriso diabólico. A criança se levantava, como um embriagado. Mesmo sendo apenas um pré-adolescente, já tinha a coluna um pouco curvada, e seus movimentos eram tortos. - Garu Satou. Este é o meu nome. E cometi suicídio. Tiro na cabeça com a arma do meu pai.


Após terminar de dizer isso, caia nas risadas. Poderiam não ser gargalhadas escandalosas, porém eram o suficiente para deixar todos - inclusive Yume - pasmos. Seu sorriso diabólico persistia, até que continuava a falar, para quebrar o silêncio que causara. Porém, era interrompido com o ruivo argumentando em voz alta.


- Cale a boca, Gongetsu vai falar. - Essas palavras foram necessárias para todos se questionarem em suas mentes. Olhavam para os lados, vendo se alguém iria se exibir, ou coisa do gênero.


Akai ainda estava sentado e encostado na parede. Estava segurando seu violão vermelho enquanto olhava lentamente para os lados. Aparentava estar calmo, mas a verdade é que estava bem nervoso. Ainda não havia caído na realidade em que se encontrava. Desejava que aquilo fosse apenas um pesadelo de mal gosto que seu cérebro estava criando.

A mesma voz que havia se pronunciado mais cedo ecoava pela pequena sala. A voz de uma criança melancólica de menos de dez anos de idade. Aquilo causava uma agonia em todos que escutavam, era realmente uma coisa bizarra, pois a voz era famíliar a todos que a escutassem, como se fosse de algum ente querido que havia morrido trágicamente. Porém, era impossivel isso, pois ali estavam oito pessoas que nunca haviam se visto antes. De locais totalmente diferentes.


- Bem vindos a Gongetsu. - Dizia, sem alguma emoção. - o lugar onde nenhum dos lados é sagrado, e nenhum de nós quer vencer. Reinventando o que nós sabíamos, agarrando o tempo. Lutando pela razão na qual sentem tanta dor, ela é tão boa, a ponto de ser sentida novamente?


Palavras confusas aquelas, asbstratas. Yume apenas prestava atenção em tudo que a voz tinha que dizer, já estava acustumado, mesmo não entendendo, porém todos os novatos com excessão de Akai, não entendiam nada, apenas olhavam para os lados em busca de autora dos poemas de tal filosofia morta.

O músico, em si, podia entender claramente a mensagem que aquela criança melancólica estava passando. Assim, ficava com aparência muito séria. Seu coração batia cada vez mais rápido, apenas prestando total atenção para cada palavra dita.


- Sentindo-se tão sedados , acham que podem simplesmente desistir? A semente de suas dúvidas está criando raízes, frutos. Está se expandindo dentro de sua alma, logo incompreendida por vocês. - Logo terminava, causando um grande suspense no ar.


Hajime olhava confuso para o teto. Estava puto. Se questionava após ser rapidamente interrompido pelo ruivo.


- Que porra foi essa?!

- Cale a boca! - Gritava, furioso com tanta mimadez por parte do tão auto aclamado punk, sua atitude infantil lhe dava nojo. - Daqui a pouco vamos sair daqui, mas antes preciso das armas e das palavras para sobreviver.


Nem se atrevia a falar. O rebelde se calava ao escutar a palavra 'armas'. Não só ele, mas como o mendigo e a modelo, todos supreendidos. O pequeno psicopata, Garu, abria um sorriso ao escutar isso. Mesmo sendo jovem, já havia matado vários animais com a arma de seu pai, inclusive, se matado com a mesma.

Rapidamente a voz voltava a falar, pretendendo a atenção dos mortais.


- Ela avista por dentro de mim, e depois de um tempo eu descubro. Nós poderíamos fazer isto com você, somos parecidos.


Após terminar de falar, o ruivo estendia as mãos para sua frente, como se quisesse carregar alguma coisa. Antes de perguntarem alguma coisa, os sete novatos se surpreendiam com uma arma de fogo se materializando em cima de suas mãos. Não só para ele, mas várias armas de diversos tipos surgiam perto deles.
O barulho das mesmas caindo no chão liso branco os assustava, se surpreendiam com medo das mesmas dispararem suas munições. Eram diversas, desde sub-metralhadoras, até lança-foguetes e lança-chamas.

- Rapido, escolham antes que o tempo cronometrado se inicie. Pensem bem, ao escolher, vocês serão teletransportados após dez segundos. Poderá levar quantas armas puder segurar até esse tempo, porém a maioria é inútil para o alvo que vocês irão enfrentar. Caso demorem muito para escolher, em trinta segundos vocês serão movidos para a cidade escolhida sem armamento nenhum. Boa sorte, encontro vocês lá. - Yume dizia essas palavras após sumir aos poucos. Ele estava com uma Sub metralhadora em suas mãos. Parece que havia decorado aquele discurso as ultimas seis vezes em que esteve lá, já que o tempo para terminar as explicações foi dito perfeitamente antes de ser transferido para a misteriosa cidade.


Não haviam tido tempo o suficiente para raciocinar, só sabiam que tinha que escolhar uma arma rápido. Haviam várias espalhadas no chão. Era uma variedade incrivel. Akai se levantava e prendia o seu violão vermelho em suas costas, ele analisava o mais rápido que podia e pegava uma espingarda e uma sniper - ambas muito pesadas, mas o suficiente para carregar cada uma em uma mão diferente.

Henshi, o ex-engenheiro e o mais maduro de todos na sala, corria para o lança-foguetes, logo mudando de ideia por pensar em sua mobilidade reduzida com o mesmo, então pegava algumas granadas de vários formatos e cores diferentes, deixando um pacote cair. Ao pegar o mesmo, havia sumido, sendo transferido para a cidade, sem ao menos ter pego uma arma além de granadas.

Hajime ria alto, dando gargalhadas, vendo que o lança-foguetes havia sido deixado pelo mendigo. Satisfeito, pegava a pesada arma de destruição em massa com dificuldades. Era incrivelmente pesada, e não conseguia levantar muito bem.

A modelo loira, a linda Hanaki, não sabia o que fazer. Além de confusa, não entendia nada de armas de fogo e cia. Ela então pegava uma metralhadora com as duas mãos. A mesma era enorme e possuía um suporte para ser apoiada. Não tinha forças o suficiente para carregá-la, mas foi mandada mesmo assim.

Makura, também confusa, nota que era a última na sala. Nem havia percebida que Garu havia sido o segundo a escolher a arma depois de Yume. Ela pegava várias pistolas variadas, sem saber sua efetividade. E assim se juntava aos seus colegas de equipe.

Ao abrir os olhos, ela percebia que estava num lugar avulso. Havia sido teleportada para um lugar aleatório, assim como todos de lá. Analisava o local em que se encontrava, era uma cidade enorme, cheia de prédios. A escuridão da noite só dificultava sua visão, mas após se virar, via uma enorme placa com a logo escrita 'Saffron City'.
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Re: Gongetsu

Mensagem por DarkZoroark em Sab 29 Set 2012 - 1:11

Olá Carlos
Bem, cá estou para comentar esse novo capítulo. Achei bem legal a explicação de como eles morreram (tá certo que o pirralho eu achei um psicopata extremo). Cara, esse número de armas me lembrou bastante de uma cena do 4º filme da série Resident Evil. Por que o povo acha que armas maiores querem dizer resultados melhores? Coisa sem sentido essa...
Como você mesmo disse, achei um bom número de erros nesse capítulo:

O que era mais estranho era o fato do ar estar fresco e era notavel escutar a forte chuva que descontava sua ira na terra pelo lado de fora.
Faltou um acento em "notável".

O jovem deveria ter vinte e cinco anos. Era belo. Seus cabelos eram negros e cumpridos lisos, fazendo uma franja que cubria sua testa. Seus olhos eram azuis ciano, muito belos o que chamava muita atenção.
Três coisas aí:
1ª - Deveria ser "compridos" ao invés de "cumpridos".
2ª - Deveria ser "cobria" ao invés de "cubria".
3ª - Acho que poderia ter posto uma vírgula entre "muito belos" e "o que chamava muita atenção".

Tais palavras faziam todos com excessão do músico ficarem assustados e tensos.
Deveria ser "exceção" ao invés de "excessão".

Uma voz fêminina podia ser escutada próxima do rapaz.
"feminina" não tem acento.

- Bah! - Um garoto o interrompia, nervoso e sem paciencia.
Faltou um acento em "paciência".

Seus cabelos eram muito lisos e cubriam seu olho esquerdo, assim sempre arrumava seu cabelo para melhor conforto. Sua voz era serena e doce, porem não a mostrava muito por ser sempre tímida e reservada.
Deveria ser "cobriam" e "porém".

- Meu nome é Momo Makura, e tenho dezessete anos também. - Ela preferia não mencionar que havia se suicidado ao cortar os pussos.
Deveria ser "pulsos".

- Um prazer conhece-la, linda dama. - Fazia uma breve referencia, rindo logo depois.
Faltou um acento em "conhecê-la" e acho que a segunda palavra deveria ser "reverência".

Bom, é isso. Aguardo seu Próximo Capítulo para descobrir o que irá acontecer em Saffron City.
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Re: Gongetsu

Mensagem por Kurosaki Mud em Dom 14 Out 2012 - 17:34

É Carlitos, o seu forte não é a gramática -q. Mas tudo bem, sua descrição eé a melhor desse fórum, portanto, que todos se f*dam -q
Eu vi uma série essa semana que me lembrou sua fic, todos brigando para viver hehe.
O tamanho do capítulo está ótimo, não vejo problemas com isso, se aumentar um pouquinho só a letra, 2 númerins de fonte, eu ia agradecer -q
Bem, não vou citar erros pois são muitos, alguns o DZ colocou em cima. Portanto, minha dica é que leia o Tutorial de Acentos que eu fiz, se te ajudar, aí você será perfect amigão *-*
É isso, aguardo o próximo o/
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Re: Gongetsu

Mensagem por SkyAce em Qui 8 Nov 2012 - 21:38

poxa vei vc tem uma criatividade invejável suhasauhsauhsauhsau, Nway sua fic esta simplesmente impecável *-* serio eu sou um fã de mistério e acho que talvez um dia eu faça uma fic de mistério XD bom eu não sou muito de reparar nos erros então não me importo com isso, continue postando porque ta meio OFF
e até Awesome Face
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Re: Gongetsu

Mensagem por Nagre em Dom 11 Nov 2012 - 1:26

Carlitos! Quando li que você tinha se baseado em Gantz eu tinha que vir ler isso. Me lembrei de muitas partes do mangá. Como já foi dito, sua fic tem muitos erros de gramática, maaaaas o jeito com que você descreve tudo, é impecável. Estou aguardando o próximo cap.
PS: Quero que o punk morra logo, melhor ainda que ele se exploda em mil pedaços que nem acontece em Gantz.
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Re: Gongetsu

Mensagem por ~Yui em Dom 2 Dez 2012 - 2:27

Só tenho uma coisa a dizer: Perfeito!

As duas partes do Prólogo estão perfeitas, mesmo com alguns errinhos, está perfeita. Você escreve tudo muito bem, os personagens, suas emoções, sentimentos, o local, tudo. Você tem uma criatividade invejável, como disse SkyAce. Espero que você continue com sua Fanfic, pois estou curiosa para saber o que vai acontecer!

Jessica


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Re: Gongetsu

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