Pokémon Mythology
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Prince of Persia - A batalha do Éden.

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Prince of Persia - A batalha do Éden.

Mensagem por Rodiii em Dom 15 Jan 2012 - 10:50

Prólogo
5 Anos depois de ter se livrado da maldição causada pelas areias do tempo, Prince governava a Pérsia com a força e sabedoria de seu pai. Sua vida toma um rumo diferente quando decide visitar o reino de seu irmão Malik. Chegando lá, vê o irmão sendo executado por um Templário, o qual usava um objeto peculiar. Com o sentimento de vingança no coração, Prince busca pela maldição das areias novamente.
Capítulo 1 – Príncipes e Assassinos.

Spoiler:
Você deve achar que isso é apenas um conto de fadas, algo que se conta para as crianças dormirem... Mas isso aconteceu e, infelizmente, aconteceu comigo.
Meu nome é Dastan, mas as pessoas me conhecem como Prince. Sou o Príncipe regente da Pérsia. Tudo estava bem e em paz. Até o castelo de meu irmão Malik ser atacado por um grupo de Templários, os quais possuíam um objeto que Tamina, princesa de Alamut, nomeara de “Pedaço do Éden’. Tal objeto possui a capacidade de criar Ilusões, e foi com isso que estes guerreiros mataram meu irmão.
Era para ser eu.
Sim. Era para ser eu. O que eles estavam procurando era nada mais nada menos que a minha Adaga, a qual tem poder de voltar no tempo. Eu não costumava usar aquilo muito, mas admito que esta pequena faca me livrou da morte muitas vezes. Mas, de alguma forma, estes guerreiros que se dizem divinos descobriram sobre as Areias do Tempo e onde eu guardava minha adaga que controla a areia. E, como vocês já devem ter imaginado, era no Castelo de meu irmão. Com o poder da adaga e do tal Pedaço do Éden, não conseguirei derrubar essa sociedade sozinho. Foi o dia em que eu fiz um pacto com uma família de assassinos.
Bem, em uma cidade Persa havia uma irmandade de Assassinos, até hoje por mim desconhecidos. Tamina me disse que eles também são inimigos dos Templários. Então eles podem me ajudar.
Andando despreocupado por aquelas bandas, fui surpreendido por um homem de capuz branco. Era um deles. O homem era habilidoso e sacou uma espada escondida de sua manga, quase abrindo o meu pescoço. Mas consegui empunhar minha espada a tempo e aparar o golpe. Ele me deu um olhar e fugiu. E, é claro, eu fui atrás.
Era uma emboscada. O homem de branco me levou a outro beco, e lá fui cercado por seus amigos.
- Ora, ora, se não é o nosso Príncipe. – Disse um homem que usava uma máscara peculiar.
- Calma, eu vim em paz.
- E por que devemos acreditar em você? – Perguntou o homem que quase me matara.
- Tamina, princesa de Alamut, me contou sobre vocês.
- Tamina está morta. – Afirmou ele, com toda a certeza do mundo.
-Eu ainda consigo falar com o espírito dela. Você pode achar que é bobagem, mas não é. Enfim, eu quero propor um acordo.
- Continue.
- Nós temos um inimigo em comum. Ontem anoite o castelo de meu irmão foi atacado por Templários. Eles o mataram brutamente... e roubaram uma relíquia de família muito preciosa.
- E porque devemos te ajudar? – Disse o homem da mascara.
- Porque eu sei que vocês querem o pedaço do Éden. Matamos os Templários. Conseguimos nossos tesouros, e vivemos felizes.
Eles se entreolharam e discutiram por um tempo sem mesmo falar nada, até que tomaram uma decisão.
- Você tem um plano? - Disse o homem de capuz branco.
-Primeiro, eu gostaria de saber o nome de vocês.
E então, eles se apresentaram. Os nomes são irrelevantes no momento.
Eles me levaram até o “esconderijo”. Lá, vi vários assassinos treinando. Consegui o meu exercito.
- Essa é a irmandade. Se você contar para qualquer um que esse lugar existe, você morre. – Disse Altair, o homem do capuz branco.
- Entendido. – Assenti.
- Bem, eu irei com você na frente, estes outros lideres da irmandade irão depois. Afinal, eles tem de preparar os outros assassinos. E temos que recuperar sua maldição.
Fiquei pasmo.
- Como você sabe disso ?
- Nós observamos, ouvimos e sentimos tudo. Você pode não nos ver, mas nós sabemos exatamente onde você está, sabemos qaue você viria para cá, e também sabemos o porquê de você ter vindo.
- E por que eu preciso daquela maldição de volta ? – Disse eu, nervoso.
- Os templários possuem no momento os dois objetos mais poderosos da Terra, temos que aceitar qualquer poder.
Eu pensei, e pensei, e pensei. Não encontrava nenhuma razão para aceitar aquela voz de novo na minha cabeça. Mas, era necessário. E eu sabia como conseguir aquilo novamente.
- Hm. Vamos para o meu castelo.
E então, eu e Altair nos dirigimos de volta a Pérsia.Tamina, lamento, mas você terá que se transformar em areia novamente.

Capítulo 2 - Maldição
Spoiler:

Eu ainda não estava confortável com tal idéia. Eu não queria matá-la, mas eu, definitivamente, queria vingar o meu irmão. Altair seguia comigo, e me olhava periodicamente com um sorriso malicioso (a boca era a única parte visível debaixo daquele capuz), como se soubesse o que eu estava pensando. O Silêncio durante a viagem era embaraçoso. Até que ele decidiu se pronunciar.

- Qual será a parte infectada ? – Disse ele.
- O que ? – Tentei fingir que não sabia do que ele estava falando, mas um dos meus defeitos (ou qualidade, se você considerar) é que eu não sei disfarçar – O braço.
- E você ainda tem as correntes no seu braço ? Você precisará fincá-las no braço, você sabe.
- Eu não acredito que você sabe tanto sobre mim e eu tão pouco sobre você.

Ele deu uma risada alta. Um assassino rindo, meio assustador.
Enquanto conversávamos , o tempo passava, e quando menos percebemos, estávamos no meu Castelo. Estranho, não havia guardas nas portas. Não me lembro de ter dado folga à ninguém .
- Algo me cheira mal - Disse.
- Vá até o quarto de tamina, pegue as correntes, eu vigiarei

Assenti e corri até tamina. Antes de chegar no quarto, vejo meus soldados mortos, e tamina presa por dois guerreiros templários, reconheço esta vestimenta em qualquer lugar.
Bem, são apenas dois, eu daria conta. Saquei minha adaga, e minha espada , e me preparei.

- Dastan, não! – Grita Tamina

Emboscada. Mais Templários, estes armados com lanças. Eles iam acabando com o meu espaço lentamente. Precisava fazer algo rápido. Então, arremessei minha adaga contra o pescoço de um dos templários. Acertei. Por esse meio segundo de abertura, consigo sair da roda. Pego minha adaga no pescoço do cavaleiro morto e corro para a parede, pego impulso e pulo em uma das barras que sustentam o telhado. Não havia como vencer todos aqueles soldados, mas eu tinha um amigo (ou quase).
Altair! – Gritei.

Os homens pareciam conhecê-lo bem, já que, ao gritar tal nome eles apavoraram, e começaram a olhar para os lados. E, em questões de segundos, ele aparece furtivo dos pilares com o salto contra o peito de um dos templários, com uma lâmina escondida fincada na boca do mesmo. Um dos templários parte com a lança por trás dele, e no exato momento em que Altair ia ser atingido, pulei nas costas do homem, Este morre com a própria lança, a qual peguei enquanto ele caía debaixo dos meus pés.
Altair era altamente habilidoso. Junto a ele, a onda de cavaleiros tinha acabado rapidamente. Mas eu sabia, e ele também, que aquilo não tinha acabado.
- Fique aten –

Altair mal acabara uma frase e um dos templários atacou-me com a corrente. Ele tinha uma grande habilidade com aquela arma. Ele deve ter sido treinado pelos assassinos que trabalhavam para o Vizier, ou podia até ser um deles.
- Parado, Altair, ou mato seu amigo – O homem tentava falar na nossa linguagem, mas falhava na pronuncia das palavras.
Ele olha para mim, sorri e tira o capuz.
- Idiota.
- O que? – Pergunta o templário, que depois de tal resposta, não estava entendendo nada.
- Você simplesmente completou a primeira parte do nosso plano.

Uma agulha é disparada contra o coração do Templário com muita precisão. Ele rasteja e morre em poucos segundos. Vejo o ultimo deles sair por trás de um pilar com uma espada , correndo em direção a Tamina.
- Altair !
Ele não conseguiu impedir, quando a agulha acertou o ultimo dos guerreiros, já era tarde. Tamina estava morrendo. Eu não conseguia me mover, o veneno das lâminas daquela corrente imobilizava. Então ela veio até a mim, derramando seu sangue dourado.

- Que minha energia... Que as areias do tempo... Estejam com você .

Ela me beija. Sinto-a dissipando em meus braços, enquanto um manto de areia dourada me envolve e se concentra todo em meu braço. O efeito do veneno acabara. Deixo uma lagrima cair. Mas me levanto e sigo para a sacada .

- Está na hora de irmos, Dastan. – Diz Altair, em um tom de luto.
Tento segurar a dor que estava sentindo, mas era impossível.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH !


Última edição por Rodiii em Ter 31 Jan 2012 - 19:24, editado 1 vez(es)
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Re: Prince of Persia - A batalha do Éden.

Mensagem por Lucas Makuso em Seg 16 Jan 2012 - 10:35

O_O Olha que eu nem gosto de príncipe da pérsia, mas a fic me impressonou *Aplausos* *O* Nunca vi uma fic de outro tipo a não ser de Digimon e Pokémon e.e Dou nota 10 para sua fic cara :3 Espero mais episódios, e ficarei de olho para ver o que acontece ;3
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Re: Prince of Persia - A batalha do Éden.

Mensagem por Kyun em Qua 25 Jan 2012 - 10:56

Gostei da Fic... Bem legal o primeiro cap.
Não achei erros ortográficos, só em algumas ocasiões em que você deixou o travessão colado na palavra seguinte ( Ex.: "-Primeiro, eu gostaria de saber o nome de vocês." ), mas nada grave.

E se quiser, para deixar a Fic mais organizada, separe Narração e Falas, com pelo menos 1 Enter... Deixando assim:

" Narração... "

" Diálogo... "

" Narração... "

" Narração... "

-x-

É uma dica que muitos dão e que deixa a Fic mais organizada, e mais agradável de ler.

Enfim, gostei da FF, também adoro Prince of Persia *=*, e vc escreve mt bem, mas ainda acho que faltou um pouquinho de descrição, sobre personagens, lugares, e tals...
De resto, está muito bom ^^

Espero o próx. cap. o/
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Re: Prince of Persia - A batalha do Éden.

Mensagem por Dusknoir em Qua 25 Jan 2012 - 12:33

Hey!

Prince Of Pérsia? Nunca tinha imaginado uma fic dessas por aqui, mas como para tudo se tem uma primeira vez com a fanfic nao podia ser diferente.

Realmente para o prólogo pequeno, digamos que uma introdução, você nos recompensou com um belo capitulo.

Quando á dica do Kyun em alternar para uma espaçada entre ''Dialogo'' e ''Narração'' eu concordo. Desta maneira a fic administra um ar mais elegante além de ficar mais organizada.

Error eu ainda não percebi, mas não quer dizer que não tenha, sou fraco pra isso. Quanto á descrição acho que você poderia ter dito mais sobre os lugares, mas enfim para um primeiro capitulo está muito bom.

Espero que continue com sua fanfic e assim lhe desejo boa sorte com ela!
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Re: Prince of Persia - A batalha do Éden.

Mensagem por Rodiii em Ter 31 Jan 2012 - 19:23


Decidi continuar, vamos ver se o povo lê agora.

Capítulo 2 - Maldição
Eu ainda não estava confortável com tal idéia. Eu não queria matá-la, mas eu, definitivamente, queria vingar o meu irmão. Altair seguia comigo, e me olhava periodicamente com um sorriso malicioso (a boca era a única parte visível debaixo daquele capuz), como se soubesse o que eu estava pensando. O Silêncio durante a viagem era embaraçoso. Até que ele decidiu se pronunciar.

- Qual será a parte infectada ? – Disse ele.
- O que ? – Tentei fingir que não sabia do que ele estava falando, mas um dos meus defeitos (ou qualidade, se você considerar) é que eu não sei disfarçar – O braço.
- E você ainda tem as correntes no seu braço ? Você precisará fincá-las no braço, você sabe.
- Eu não acredito que você sabe tanto sobre mim e eu tão pouco sobre você.

Ele deu uma risada alta. Um assassino rindo, meio assustador.
Enquanto conversávamos , o tempo passava, e quando menos percebemos, estávamos no meu Castelo. Estranho, não havia guardas nas portas. Não me lembro de ter dado folga à ninguém .
- Algo me cheira mal - Disse.
- Vá até o quarto de tamina, pegue as correntes, eu vigiarei

Assenti e corri até tamina. Antes de chegar no quarto, vejo meus soldados mortos, e tamina presa por dois guerreiros templários, reconheço esta vestimenta em qualquer lugar.
Bem, são apenas dois, eu daria conta. Saquei minha adaga, e minha espada , e me preparei.

- Dastan, não! – Grita Tamina

Emboscada. Mais Templários, estes armados com lanças. Eles iam acabando com o meu espaço lentamente. Precisava fazer algo rápido. Então, arremessei minha adaga contra o pescoço de um dos templários. Acertei. Por esse meio segundo de abertura, consigo sair da roda. Pego minha adaga no pescoço do cavaleiro morto e corro para a parede, pego impulso e pulo em uma das barras que sustentam o telhado. Não havia como vencer todos aqueles soldados, mas eu tinha um amigo (ou quase).
Altair! – Gritei.

Os homens pareciam conhecê-lo bem, já que, ao gritar tal nome eles apavoraram, e começaram a olhar para os lados. E, em questões de segundos, ele aparece furtivo dos pilares com o salto contra o peito de um dos templários, com uma lâmina escondida fincada na boca do mesmo. Um dos templários parte com a lança por trás dele, e no exato momento em que Altair ia ser atingido, pulei nas costas do homem, Este morre com a própria lança, a qual peguei enquanto ele caía debaixo dos meus pés.
Altair era altamente habilidoso. Junto a ele, a onda de cavaleiros tinha acabado rapidamente. Mas eu sabia, e ele também, que aquilo não tinha acabado.
- Fique aten –

Altair mal acabara uma frase e um dos templários atacou-me com a corrente. Ele tinha uma grande habilidade com aquela arma. Ele deve ter sido treinado pelos assassinos que trabalhavam para o Vizier, ou podia até ser um deles.
- Parado, Altair, ou mato seu amigo – O homem tentava falar na nossa linguagem, mas falhava na pronuncia das palavras.
Ele olha para mim, sorri e tira o capuz.
- Idiota.
- O que? – Pergunta o templário, que depois de tal resposta, não estava entendendo nada.
- Você simplesmente completou a primeira parte do nosso plano.

Uma agulha é disparada contra o coração do Templário com muita precisão. Ele rasteja e morre em poucos segundos. Vejo o ultimo deles sair por trás de um pilar com uma espada , correndo em direção a Tamina.
- Altair !
Ele não conseguiu impedir, quando a agulha acertou o ultimo dos guerreiros, já era tarde. Tamina estava morrendo. Eu não conseguia me mover, o veneno das lâminas daquela corrente imobilizava. Então ela veio até a mim, derramando seu sangue dourado.

- Que minha energia... Que as areias do tempo... Estejam com você .

Ela me beija. Sinto-a dissipando em meus braços, enquanto um manto de areia dourada me envolve e se concentra todo em meu braço. O efeito do veneno acabara. Deixo uma lagrima cair. Mas me levanto e sigo para a sacada .

- Está na hora de irmos, Dastan. – Diz Altair, em um tom de luto.
Tento segurar a dor que estava sentindo, mas era impossível.
- AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH !
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Re: Prince of Persia - A batalha do Éden.

Mensagem por Dusknoir em Ter 31 Jan 2012 - 22:09

É...

Sem querer ser chato mas o primeiro capitulo esteve melhor ao meu ver. Você fez passadas rápidas e creio que nas lutas houve uma descrição mediana que poderia ter sido melhor.

O capitulo também correu rápido e aos meus olhos pareceu pequenos, alguns errinhos de concordância também deram as caras, mas somente isso.

Procure melhorar nessa parte, boa sorte e eu acompanharei a sua fanfic até quando você decidir desistir. Aconselho a não fazer isso á menos que não tenha mais jeito.
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Re: Prince of Persia - A batalha do Éden.

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