Pokémon Mythology
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World of Warcarft: Twilight's Hammer

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World of Warcarft: Twilight's Hammer

Mensagem por Malygos em Qua 4 Jan 2012 - 2:15

Olá galerinha da PM!

Sou novo na parte de fanfics e no fórum também, porém mesmo assim venho postar esta história. Abaixo seuem algumas informações sobre a fanfic.

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A História

Irrelevante tanto para os que jogam, ou conhecem a história de World of Warcraft (WoW) e suas expansões, a fanfic será envolvida por conflitos há muito presentes no jogo. Desta vez estarei considerando fatos envolvidos em Wrath of the Lich King e The Burning Crusade, assim como alguns aspectos da base do WoW.

Durante toda a fanfic dois grupos poderosos serão MUITO mencionados, cada qual com sua politica, economia e poder. Horda e Aliança, reinos distintos porém com ambições que se igualam e um inimigo em comum...

Mesmo com a chegada da Legião Flamejante e com o perigo do flagelo deixado pelo rei Lich, um inimigo ainda pior está por vir com um poder capaz de abalar até mesmo os grandes e poderosos Aspectos Draconianos e suas revoadas.

Para entender mais da história acompanhem a fanfic e meu escritório onde postarei curiosidades e informações caras e preciosas para um melhor entendimento da história.

Boa leitura!


_______________________
Prólogo
_______________________



Estrondos sacudiam violentamente a lamparina sobre a mesa de madeira que havia sido montada á poucos minutos atrás a lâmpada que iluminava o local estava já gasta e as vezes soçobrava.

Uma figura não humana estava agachada sobre um painel cheio de pequenos botões que emitiam um leve brilho e faziam um estardalhaço que só. No meio dos vários sons divergentes se misturavam guinchos, apitos e buzinas.

- Porcaria de controle! – levantando-se rápido demais acabara por pisar numa engrenagem que acabará de ser retirada das forjas fumegantes. – Ai, ai! – berrava ele enquanto com uma luva de couro grosso retirava a peça fumegante.

A figura era baixinha possuindo cerca de um metro e dez de altura, pele clara e possuía ainda cabelos brancos que se misturavam a sua pequena e rala barba. Seus olhos estavam cobertos por um tipo de óculos de lentes de aumento, um chip ao lado de um botão fornecia ao gnomo a visão dos pontos a serem melhorados no robô de combate ao cerco.

- Ahá! – dizia ele enquanto encarava um pequeno emaranhado de fios verdes e vermelhos. – Eis aqui a razão do meu problema!

Com suas pequenas mãos ia habilmente desfazendo todo o emaranhado recolocando cada fio em seu lugar correto, após alguns minutos o painel estava com todos os circuitos funcionando corretamente.

O robô era uma das maravilhas de combate que Myer Parafugem havia desenvolvido á pedido do conselho dos três martelos que governava a cidade de Altaforja. Já com vários pontos em seu nome e grande honra dedicada a cidade dos anões, Myer, fora convocado para inventar algo que rompesse o cerco dos anões barba-negra.

Durante um tempo pequeno, oito meses aparentemente, Myer correrá com rolos e mais rolos de seus milhares protótipos de romper cerco como ele os chamava. Por fim achou o diagrama que queria.

O nome estava marcado em tinta preta ‘’DTC XP12’’. O robô era pouco complexo e de fácil manejo. Claramente fora seguindo o diagrama e quando o apresentou somente uma coisa de errado havia nele... Não possuía espaço para armamento pesado, e lá se ia um grande projeto.

Atualizou o DTC XP 12 para uma nova versão que batizou com o nome de BANGLER. Este seria seu novo ajudante autômato em combate. O robô lutava que era uma beleza! E os armamentos melhoravam a cada semana, mas havia mais um problema: não havia cabine para o piloto.

Correu mais que depressa a fazer uma replica quase idêntica ao Bangler que batizará pelo nome de Ezer 300. Este sim era perfeito, porém com a falta de tempo conseguirá produzir apenas um.

E ali estava a maravilha que romperia o cerco dos barba-negra á cidade de Altaforja, bastaria que o próprio engenheiro entrasse na cabine, colocasse o capacete conectado com fios de prata éterea ao compartimento de comando 1 que mandaria dados dos inimigos e da área ao piloto.

Para movimentar o robô o piloto dentro da cabine deveria encaixar em sua cabeça o mesmo capacete que enviaria dados á tela sobre área e inimigos e também aliados e seus veículos. Este capacete quando conectado á um novo chip de controle mental serviria também para nivelar os movimentos através do pensamento do piloto.

Para ativar os armamentos, Myer, contava com cerca de cinquenta botões distribuídos em dois painéis, dez alavancas e um microfone que faria com que BANGLER seu ajudante de combate ativasse suas próprias armas também.

Enfim somente um gnomo poderia pilotar essa coisa, para se ter uma ideia do trabalho que Myer teria basta que faça o seguinte teste: Ligue seu computador e conecte-se á um jogo qualquer, ligue a televisão e encha um copo de agua.

Tente ver ao programa no canal deixado, tomar a agua do copo e vencer o jogo ao mesmo tempo. Muita coisa? Para Myer não passava de uma brincadeira de criança.

- Eureca! – gritou ele feliz enquanto acionava as esteiras rolantes que traziam a armadura de combate para fora.

E então mais um estrondo seguido de vozes baixas e xingamentos horríveis. O cerco enânico havia sido rompido e a invasão á Altaforja havia sido iniciada! Era hora de agir!

Mais que depressa pulou para a cabine de controle. Uma pequena cadeira o levou até o interior do robô onde uma tela entendia-se á frente. Os painéis foram ligados, o sistema iniciado. As mãos e as pernas respondiam aos comandos cerebrais e então a magica da engenharia gnômica estava pronta. Ezer estava andando.

- Media de 40º graus célsius acima de zero, 20 anões ainda de pé. Barba-negras avançando sobre o alvo U12. – a voz mecânica muito se assemelhava á voz de um humano.

- Ezer ative a mira funcional 1 e prepare as metralhadoras. – a resposta do gnomo fora clara e logo cumprida.

Na visão da tela á sua frente, Myer enxergava cada inimigo ostentando o estandarte negro com os machados se cruzando num grande X... Uma mira rodava pela tela através da alavanca principal.

- Anões peguem seus machados! – vociferava Magni um dos lideres do conselho dos três martelos. Guerreiro poderoso era ele e junto de seu poderoso martelo derrubava vários dos primeiros inimigos.

''Preciso agir logo, mas até para mim isto está complicado! Pensei que seria mais fácil!’’ Myer se encontrava num perigoso dilema. Até que se lembrou de algo que sempre carregava. Mas antes uma ajudinha aos seus companheiros.

Pegou uma das alavancas, mexeu no teclado e ativou o código de ''fazer marcações’’ mais que rapidamente ele fez vários feixes de luz vermelha mirassem em cerca de cem pontos diferentes e então apertou os botões de lançar misseis, mandar bomba e mandar chumbo.

Um cano atirador de granadas foi ativado no ombro direito e outro no esquerdo e três em cada perna, com os braços entendidos em linha reta para os lados varias metralhadoras surgiram contando cerca de sete de cada lado e então no centro do robô um compartimento para duzentos torpedos come-chumbo.

E então tudo foi pelos ares. Anões barba-negra fugiam as pressas do lugar e corpos dos inimigos forravam o chão, torres de combate antes levantadas estavam agoras ateadas em fogo e ruíam por todos os lados, grandes bestas e canhoes antes parte do poderoso armamento bélico inimigo não passavam de cutucadas na armadura pesada do robô Ezer.
Por dentro da cabine, Myer se contorcia para pegar em seu bolso um chip de inteligência avançada que havia implantado em BANGLER. Abriu o compartimento do capacete onde o chip de controle mental estava e o retirou dali.

Encaixou o chip de inteligência que havia pegado em seu bolso e o colocou no compartimento do capacete de controle mental, fechou a porta do compartimento e então obteve mais um resultado quase que magico. Um brilho azul apareceu nos olhos do robô e então uma voz mais madura ressoou por dentro da cabine.

- Ezer Modo de pilotagem auto dinâmica aceita, chip de inteligência superior implementado, controles funcionais operando, inimigos evacuando a area. Myer está na cabine principal com o setor de armamentos cem pontos de combate cessando fogo. – tinha dado certo!

- Atenção Ezer! Aqui é o piloto e seu criador Myer. Desejo que você realize movimentos para locomoção própria, luta de curto alcance, e cuide da projeção e envio de informações a mim. Combate e defesa será a minha area. OK? – ele esperou silenciosamente e então a resposta. SIM.

E então Ezer estava andando enquanto Myer atirava em qualquer anão inimigo que lhe aparecesse no limite da tela de cento e cinquenta polegadas. Quando a linha de frente ao cerco havia sido totalmente destruída faltava ajuda ao cerco em Dun Morogh logo abaixo do vale em Loch Modan.

- Parabéns mais uma vez Myer! – Magni batia palmas fortes e parando a frente do robô olhou para dentro da cabine, mas não viu nada até que o compartimento fora aberto e o gnomo desceu.

- Obrigado senhor, mas veja bem que não fiz tudo sozinho. – e então ele apontou para o combate de inteligência móvel BANGLER e para um ser feito apenas de agua clara e doce com pequenos olhos feitos de luz roxa e com as mãos fechadas em punhos enredadas por dois braceletes de ouro pesado, um Elemental d’água.

- Oh sim claro que sim! – o anão apertava as mãos pequenas do gnomo. – agradeço pela ajuda agora á pouco não fosse por você e seus robôs malucos eu não estaria aqui para lhe parabenizar! Devo minha vida á você.

- Na verdade somente um gerador de energia quântica. – respondeu o gnomo sorridente.

E então um anão sentinela subiu a estrada montanhosa dos portões de Altaforja e parou frente aos dois que conversavam.

- Senhor devo-lhe informar que chegou uma mensagem de Ventobravo. – e estendeu uma carta selada com o selo da casa do rei Varian Wrynn. – descerei para o combate agora.

- Oh não! Gostaria que fosse até os poços ao leste e ajudasse na guarda nos velhos e das crianças, por favor! – Magni apontou a direção correspondente ao lugar e a sentinela correu para lá. – Carta de Ventobravo? Numa hora dessas! O que eles querem? Que reconstruamos a droga de seus portões enquanto meus anões morrem logo abaixo!? - O anão vociferava já bem irritado, antes, porém que ele pudesse dizer mais uma coisa sequer Myer foi logo dizendo.

- Estão me convocando. – continuou a ler a carta. – para o que parece ser uma missão de investigação no Glaive do Mestre em costa negra o arquipélago élfico em Kalíndor. Algo á ver com o Martelo do Crepusculo...

O gnomo coçou a cabeça sem entender muito sobre aquilo. Magni estava com os olhos arregalados e seu martelo caiu ao chão produzindo um barulho alto pelas paredes de aço da cidade.

- M-martelo do Crepusculo? – gaguejou ele temeroso.

- Sim.

- Vamos imediatamente para Ventobravo. Pegue um grifo qualquer que eu pegarei o meu próprio. Dê um jeito de arrumar suas malas o mais rapidamente possível!

Alguns minutos depois lá se iam os dois pequenos companheiros montados em grifos velozes que voavam em direção á capital principal da Aliança. Myer levava uma bolsa com algumas roupas, uma maleta com suas ferramentas, seu cajado voltaico estava encolhido em seu bolso e EZER juntamente de BANGLER estavam dobrados num dos compartimentos de sua mochila.

Algo de misterioso havia nessa organização, alguma coisa realmente urgente para fazer Magni deixar os cercos de sua cidade para ir á um chamado de Ventobravo e seus humanos. E além do mais, por que precisam dele ali? Será que sua engenhosidade era conhecida nas terras de fora?

Myer não sabia disso, mas até mesmo inimigos poderosos sabiam de sua existência e tinham planos para sua eliminação.

_______________________________

Eis aqui a apresentação de um dos personagens principais da fanfic sendo que o prólogo além de apresenta-lo deu inicio á história e lhes mostrou mais um inimigo em potencial, Os Anões Barbas-Negras.

Obrigado por ter lido e por favor comentem! Isso ajuda tanto o autor quando o leitor sem falar que para nós isso é uma das maiores recompensas. Criticas e elogias em aberto, inscrições de personagens somente na Central de Anotações do Malygos (eu!) Na ala de Escritórios.

Té mais galerinha!


Última edição por Malygos em Qui 5 Jan 2012 - 11:41, editado 1 vez(es)
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capitulo 1

Mensagem por Malygos em Qui 5 Jan 2012 - 1:20

Bem, mesmo sendo cedo demais para o capitulo 1 vou começar o postando hoje. Este capitulo ficou pequeno além de confuso, mas é necessário para a continuação. Mais á frente tudo será explicado. Prometo aumentar o tamanho do capitulo também!


Capitulo 1 – Aquele que traz a morte



Os grifos se aproximavam da capital dos humanos. Myer o gnomo havia sido convocado para uma reunião sobre planos de como interceptar uma organização com o nome de Martelo do Crepúsculo.

Deram a volta pelos portões e pousaram na ponte de embarque onde um elfo noturno jovem aguardava com sua mala e sua pequena Falcoruja. Ao lado do elfo vinha um grande Draenei.

Sem nem se falarem embarcaram todos numa grande embarcação, ao que parecia Varian estava demasiado ocupado em Ventobravo e o debate ficaria sendo no arquipélago élfico em Costa Negra. O nome não era dos melhores, mas a embarcação ia rápida e veloz. Deixando para trás Ventobravo numa crise perigosa.

***

- As armas! – gritava roucamente um grande Orc guerreiro. Seu corpo musculoso suportava uma grande e pesada armadura, na mão direita ia uma espada longa e curva e na outra um grande escudo redondo e simples. – Não deixem-no passar!

Ao que parecia a vila Orc em Durotar estava sendo atacada mais uma vez, normalmente os humanos e elementais em fúria tentavam um ataque me massa, mas nada dava certo. Desta vez não era um humano e muito menos um elemental.

Durotar era um dos maiores desertos já vistos nas terras de do oeste, sol escaldante e mares de agua salgada, ao extremo norte deste local ficavam alguns pântanos cercados de crocoliscos e raptores, porém algo estava diferente no clima.

Mesmo que ainda de madrugada o lugar estava gélido e uma densa névoa cobria todo o vale, o chão arenoso era coberto por terra gelada e dura. Frente ao grande portão de madeira da vila de Durotar estava somente um único cavaleiro.

Sua armadura prata estava o que parecia ser congelada, caveiras brilhantes e de olhos azuis adornavam seus ombros, um capacete também em prata exibia dois chifres retos para cima. Na mão do cavaleiro via-se uma espada onde em letras rúnicas lia-se: Lamente Gélido.

Quimeras e seus caçadores avançaram por ar numa vã tentativa de o atingirem por cima, antes porém que a primeira flecha fosse pronta um grande Frost Wryn desceu do céu enevoado e matou com seu jato congelante as quimeras e seus caçadores.

Agora a situação havia piorado. Fora o cavaleiro da morte teriam de lidar com um poderoso Draco Lich. Este era imenso e de seu antigo corpo somente restavam os ossos e a alma que o fazia viver, de seus olhos um brilho azul transcendia.

As patas poderosas terminavam de esmagar o frágil corpo de uma poderosa quimera e o soldado caído fraquejava perante os pés do cavaleiro frio. A espada gélida separou mais uma alma de seu corpo e esta lamentou ter encontrado o gélido cavaleiro.

- Apresentem-me seus campeões! – a voz daquele que carregava em si a morte era rouca e poderosa. – se um dos seus me vencer então meu poder será dele! Se eu ganhar todos os cativos devem ser libertos!

Ao que parecia ele vinha em nome da Aliança, mas enganava-se aquele que pensasse isso. Embora de fato ele tivesse acabado de sair da capital Darnassiana onde os belos elfos noturnos habitavam o próprio não vinha em nome daquele povo. O Cavaleiro da Morte rondava o mundo atrás de injustiças e daqueles que corrompiam as trevas em algo ainda mais maléfico e com isso causavam males á terra e a vida.

- Não aceitamos sua proposta! Algo valioso deve ser dado em troca. – o Orc que antes berrava as ordens queria agora barganhar os cativos.

- Não trabalho assim. – e então uma névoa ainda amis forte cobriu o lugar. O dragão morto-vivo subiu ao céu mais uma vez e somente desceria ao comando de seu mestre.

O cavaleiro andou até o portão de madeira, ao toca-lo a madeira apodreceu e com um soco o portão ruiu. Á passos lentos ele ia com a morte em seu calcanhar.

- Sou aquele que lhe oferece a escolha entre viver e morrer. – quando se aproximou de um grupo de trolls guerreiros estalou os dedos e todos caíram mortos ao chão. – sou aquele que dança conforme os passos do inferno.

Rachaduras e fogo romperam a terra que sustentava a vila e engoliram aqueles que a haviam criado. Guerreiros e paladinos foram cair para dentro do abismo. Um jovem guerreiro que não suportava mais dor correu em direção do cavaleiro com uma lança afiada apontando para seu peito.

- Sou aquele que lhe toma todo o sangue. – esperou que o guerreiro se aproximasse para que pudesse aplicar um soco poderoso em seu estomago, cravou uma adaga feita de gelo na barriga da criatura Orc, o mesmo caiu morto e na adaga de gelo estava uma grande quantia de sangue negro.

Sombras corrompiam a alma daqueles seres desprezíveis, por toda a vila línguas de fogo lambiam casas e barracões de madeira.

- Mas além de tudo isso. – pegou o cabo da espada entre as duas mãos e colocando toda sua força na ponta da arma cravou-a na terra. Raios congelantes partiram o solo de Durotar, o deserto se transformava numa zona totalmente fria e ainda mais desolada. Os vivos caiam e suas almas eram sugadas para o fundo do precipício.

Esperou até que todos os que ainda viviam caíssem dentro de seu abismo. Levantou-se e limpou as mãos em sua capa. Retirou a espada da terra e ergueu as mãos.

- Sou aquele que traz a morte e faz dos mortos meus escravos. – levantou sua mão ao ar e bradou.

- Razark orn veler! Eistern oridio fresotr! Pyr or Daler enter oyr davior! – na palma de sua mao uma bolinha de energia azul
estava sendo acumulada. Tempos depois se virou para seu novo destino e assobiou alto duas vezes.

O dragão esquelético permitiu que o cavaleiro o montasse, sua espada embainhada em sua cinta brilhava intensamente na cor do azul. A criatura urrou e batendo asas alçou voo rumo á costa negra.

Pouco atrás do dragão levantava-se um novo exercito. Vários esqueletos de seres semelhantes a minotauros, alguns humanos outros eram Orcs e trolls e até mesmo anões e lobos. Todos os esqueletos falavam com vozes fracas e roucas.

- Marchem servos do Morto! Por gelo e fogo vamos caminhar! Trevas e Almas devem caminhar rumo ao destino de Daler! – e batiam suas lanças em escudos de ferro simples.

Temível era a imagem daquele assombroso exercito, um dragão de ossos gélidos esvoaçava vez e outra sobre as tropas de mortos-vivos e a frase era repetida pelo mestre. Era a vez do Cavaleiro da Morte cumprir sua sina e descarregar sua fúria de uma vez por todas. O combate entre um deus e um demônio seria travado.

- Minha maior tarefa de aproxima e meu reinado chega ao fim. – o cavaleiro cochichava para o dragão em que se encontrava montado. – está na hora do Martelo parar de Bater.

____________
pequeno eu sei, mas necessário! peço que comentem por favor!

EDIT by cbm: Trancado a pedido do autor.
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