Pokémon Mythology
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Power Rangers - Força Mítica - 01º capítulo

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Power Rangers - Força Mítica - 01º capítulo

Mensagem por -Murilo em Seg 12 Dez 2011 - 15:08

Power Ranger - Mythic Force


Prólogo


Um espírito maligno chamado Devildes que surgiu há séculos atrás trouxe a desgraça para a Terra. Usando o seu poder das trevas, ele criou um exercito de criaturas malvadas que destruía tudo ao seu redor. Seu objetivo era erradicar a vida na Terra e começar uma nova era das trevas comandada por ele e por seus monstros. A devastação de Devildes quase destruiu a Terra, mas um grupo de pessoas se refugiou em uma vila secreta e juntos eles criaram um grande cristal usando a magia de animais mitológicos que ainda existiam naquela época. Com o poder da Pedra Mito um grupo de jovens venceu quase todos os monstros, mas ainda assim não foi o suficiente para derrotar Devildes. Os jovens então sacrificaram suas vidas para prenderem o vilão em uma caverna na montanha mais alta do mundo. Com isso o mundo foi salvo e os espíritos dos guerreiros se espalharam pela Terra e assim protegê-la. Desde então o planeta vive em paz e ninguém sabe ou se lembra do que aconteceu no passado. Até que um dia um alpinista aventureiro encontrou a caverna lacrada e acidentalmente libertou o espírito maligno de Devildes. No mesmo instante um tremor abalou toda a Terra. Uma velha ameaça estava de volta. E agora somente um novo grupo de heróis usando o poder da Pedra Mito será capaz de salvar a Terra mais uma vez. Eles são os Power Rangers Força Mítica.



Última edição por Murilo_Marcos em Qua 14 Dez 2011 - 18:18, editado 1 vez(es)
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Re: Power Rangers - Força Mítica - 01º capítulo

Mensagem por -Murilo em Qua 14 Dez 2011 - 18:09

01 – O Começo


Um alarme tocava incessantemente. A luz vermelha de alerta piscava forte, iluminando o que parecia ser uma sala de controle. O ligar possuía várias aparelhagens eletrônicas. Havia uma tela enorme que ocupava uma parede inteira, e logo embaixo uma mesa cheia de botões coloridos e piscantes. Ao redor havia vários tubos grandes e mesas com caixas em cima. E o alarme continuava tocando. Eis então que alguém aparece. A porta eletrônica se abre e um homem adentra no local. Ele era alto, branco e trajava uma espécie de uniforme cinza. Ele vai até um dos painéis de controle e liga o monitor. Na tela surge a imagem de um lugar cheio de neve. Parecia ser uma montanha. Geava bastante, o que dificultava um pouco a visualização. A imagem se foca no que parecia ser a entrada de uma caverna. De dentro dela saia uma espessa fumaça negra. Havia vários pedaços de pedra no chão, já sendo soterrados pela neve.

- Eu não acredito! – exclama o homem visivelmente assustado – Isso não pode ter acontecido.

O homem então começa a apertar os diversos botões nervosamente. A imagem do telão mudou para uma foto do planeta Terra. Um símbolo de busca surge no canto da tela. O homem estava fazendo um rastreamento. Logo a imagem começou a ser ampliada, até chegar em uma floresta. O lugar estava todo devastado. Um quadro de destruição arrasador. Havia fogo por toda parte. A vegetação ardia em chamas. Do meio do fogo surgia uma criatura medonha. Tinha a forma humanóide, mas seu corpo era revestido por escamas esverdeadas. Sua cabeça assemelhava-se à de um dragão com chifres. Havia varias pontas de ossos que saiam de seus braços e pernas. Ele lançava fogo e explodia tudo ao seu redor.

- É ele! – exclama o homem de olhos arregalados – É Devildes. Ele escapou!

A cada passo que a criatura dava era uma nova explosão que acontecia. Ele levantou os braços e fechou os olhos concentrando-se. Ele então abaixou com toda a força, e uma onda de energia varreu tudo ao seu redor, espalhando o fogo, as arvores, abrindo um grande espaço aberto.

- O que ele está fazendo? – pergunta-se o homem boquiaberto.

Devildes colocou as mãos sobre o chão e começou a falar palavras em uma língua totalmente estranha. Ondas de energia saiam de seu corpo e espalhavam-se pelo chão. De repente, um novo tremor acontece. A terra então começa a se abrir. Uma enorme fenda surge, e de dentro dela emerge um templo inteiramente intacto. Ele era todo de madeira, todo escuro e cheio de ossos e caveiras espalhados pelas paredes. devildes entrou no templo e este desapareceu misteriosamente.

- Isso é terrível! – exclama o homem completamente em choque – Devildes está de volta e parece estar com o mesmo objetivo de séculos atrás.

O homem volta a apertar os botões e agora o monitor voltava a mostrar o rastreador.

- Tenho que agir rápido. O mundo está em perigo novamente...

\~~X~~/

O sinal de uma escola começa a tocar intensamente. O corredor que estava cheio de jovens alunos começa a se esvaziar, visto que cada um tinha que buscar a sua turma. No meio de tanta gente andando de um lado para o outro, uma garota parecia meio confusa. Ela olhava de um lado para o outro enquanto consultava uma folha de papel. A garota parecia ser de ascendência oriental, porque era branca, de cabelos negros e lisos, e os inconfundíveis olhos puxados. Ela parecia estar desesperada, como se estivesse procurando alguma coisa e não encontrasse. O corredor foi se esvaziando até que só sobrou ela, quase caída sobre um dos armários.

- Essa não – murmura ela triste – Não consigo encontrar minha sala. Vou me atrasar logo no primeiro dia!

A garota já estava sem esperança. Teria que ir até a secretaria pedir informação, o que a faria se atrasar mais ainda. Quando ela começou a caminhar ela viu algo que a voltou a alegar. Ainda havia um rapaz no corredor. Ele era alto, moreno, de cabelos escuros. Ele estava tirando diversos livros de seu armário. Um pouco sem jeito, a garota se aproxima dele.

- Com licença – diz ela tocando no ombro do rapaz.

O rapaz toma um grande susto que o faz deixar os livros caírem todos no chão. Ele se vira na direção da garota com uma expressão extremamente irritada.

- Sumimasen! – fala a garota nervosa – Desculpe ter re assustado. Preciso de ajuda!

O rapaz parecia ter ficado ainda mais irritado. Como não entendia japonês, achava que a garota poderia estar xingando-o sem saber. Ele se abaixa e cata os livros rapidamente.

- O que você quer? – diz ele ríspido.

A japinha não gostou da maneira grosseira com que o rapaz falara. Sua vontade era deixá-lo lá e sair, mas como precisava de ajuda para encontrar sua sala, teria que encará-lo.

- Pode me dizer onde fica minha sala? – diz ela entregando seu papel – è o meu primeiro dia aqui, então eu estou meio confusa.

O rapaz pega o papel e olha atenciosamente. Ele então olha para a garota e volta para o papel. Ele parecia estar surpreso.

- Parece que estamos na mesma turma – diz ele, mas não demonstrando contentamento – Podemos ir juntos, mas acho que não vamos mais entrar. O professor que está lá agora não tolera atrasos.

A garota sorri aliviada, mas não totalmente feliz. Havia encontrado sua turma, mas saber que aquele garoto nada simpático seria seu colega não era muito animador. Mas ainda assim ela tenta ser gentil.

- Já que somos colegas, vou me apresentar. Meu nome é Thanury. E o seu?

O rapaz fica calado alguns segundo. Parecia não querer revelar nada sobre si. Mas ele acaba respondendo.

- Marat – diz ele calando-se completamente depois disso.

Os dois começam a andar pelo corredor rumo à sala. Ambos calados. Não era um clima muito amigável. De repente, eles ouvem um barulho estranho. Eles se viram para trás e veem um rapaz vindo em alta velocidade. Ele estava usando patins e parecia não ter muito controle sobre ele, visto que vinha bem rápido e desengonçado, virando-se para frente e para trás. Era um rapaz branco de cabelos e olhos claros. Ele vinha justamente na direção de Thanury e Marat.

- Sai da frente! – alerta ele ao ver os obstáculos.

Mas o choque foi inevitável. Àquela velocidade e faltando poucos metros de distancia, os garotos não tiveram nem tempo para pensarem em desviar. O garoto de patins bateu em Thanury e Marat e os jogou no chão com toda a força e ainda caiu sobre eles.

- Mas o que é isso! – exclama Thanury brava – Desde quando se pode andar de patins de patins entro da escola! Kono baka! Deteike! Watashi o purezento!
E começou a falar coisas em japonês incompreensíveis para os rapazes.

- Quantas vezes já não te falaram que não pode andar de patins no corredor! – exclama Marat tão nervoso quanto Thanury – Ein, Tekuan?!

O garoto desastrado se levanta rapidamente e ajuda os outros a se levantarem.

- Foi mal – diz ele sorrindo – Eu perdi a hora e acabei me atrasando. Na pressa entrei na escola com tudo.

Thanury faz uma careta de indignação. Marat apenas revira os olhos. Já estava acostumado com as confusões de Tekuan. Mas Thanury não. Ela vira a cara e volta a caminhar, mesmo sem saber ao certo para onde ir. Os outros rapazes se juntam a ela e seguem rumo à sala de aula. Ao chegarem na porta, eles tem uma surpresa desagradável. Talvez nem tão surpresa, pois já previam isso. O professor daquele horário não permitiu que os retardatários entrassem. Acabou ficando os três de novo no corredor.

- Isso não é justo! – bradava Thanury indignada – Por causa de vocês dois eu perdi a minha primeira aula.

- Calma “Zoinho” – fala Tekuan sem perder o sorriso – É só mais uma aula. Ainda tem muitas pela frente.

Thanury volta a fazer sua careta de indignação. Mas ela resolve sentar-se, resignada, visto que a causa e a aula já estavam perdidas.

Enquanto esperava o tempo passar, Tekuan resolve ir da uma passeadinha lá fora. Mas antes, sentindo-se um pouco culpado, ele resolve chamar Thanury com o pretexto de mostrar a escola para ela. A garota reluta um pouco e pensa bastante antes de aceita, mas ainda assim ela resolve ir.

- Vamos também Marat – chama ela pra, de certa forma, não ficar sozinha com Tekuan.

Tekuan parece não gostar de ver seu convite ser estendido a outros, já que sua intenção era justamente ficar sozinho com a garota. Marat faz uma cara de quem não está a fim. Mas Thanury faz uma careta de repreenção e o rapaz não teve outra escolha. Os três então deixam o corredor e vão até o pátio da escola.

- Então... Você é estrangeira, certo? – fala Tekuan querendo puxar assunto.

- Meus pais vieram do Japão. Eu sou daqui mesmo. Tive que mudar de escola.

Tekuan percebeu que Thanury não estava muito a fim de falar. Ainda assim, ele começa a pensar em alguma outra pergunta pra fazer. Mas nesse momento, algo chama a atenção dele. No pátio da escola, no meio da grama estava um homem parado mexendo em uma caixa metálica com uma antena em cima. Ele mexia na antena e em uma espécie de controle que fazia a antena se mexer. Mas ele não parecia satisfeito, pois estava com uma expressão muito seria e até brava.

Prestativo, ou movido pela curiosidade mesmo, Tekuan resolve ir até lá para ajudar. Ele se aproxima e já vai logo metendo a mão nas coisas.

- Olá! – diz ele pegando uma ferramenta – Algum problema? Precisa de ajuda?

O homem fica um pouco assustado com a intromissão daquele rapaz.

- Preciso ajustar a freqüência de comando do controle para que possa responder de imediato os estímulos do painel de controle.

- Ih! Não entendi nada! – fala Tekuan fazendo uma careta – Mas meu amigo pode resolver. Ele é fera nessas paradas de eletrônica.

No mesmo instante ele chama Marat. O rapaz se aproxima e escuta a história de Tekuan. Inicialmente ele não estava muito a fim de ajudar. Mas depois de ver a maquina, seu interesse mecânico logo despertou. Com apenas um olhar analítico ele consegue identificar o problema. Sem qualquer falta de cerimônia ele toma a ferramenta que Tekuan segurava e o controle do homem, e passa a mexer no aparelho. O homem fica ainda mais assustado e também nervoso por tamanha ousadia. Ele fica temeroso, pois achava que aquele rapaz poderia simplesmente quebrar o aparelho.

- É melhor não mexer nisso – diz ele aflito – Um garoto como você nunca será capaz de entender e codificar esse tipo de tecnologia que é muito avançada e...

- Aí está – diz Marat jogando o controle nas mãos do homem – Está concertado.

O homem fica desconcertado com a afirmação do rapaz. Ainda desconfiado, ele usa o controle para tirar a prova e para sua surpresa, o aparelho estava funcionando perfeitamente. Ele fica boquiaberto.

- Mas como?! – exclama o homem – Está funcionado!

- Eu disse que meu amigo era fera! – fala Tekuan se sentindo mais orgulhoso que o próprio Marat – Mas pra que serve isso aí mesmo?

- É uma espécie de rastreador que capta ondas de energia eletromagnética invisíveis aos olhos humanos – explica o homem deixando Tekuan boiando novamente – Mas já que vocês são tão espertos talvez possam me ajudar.

Tekuan logo se anima, imaginando uma espécie de caça ao tesouro. Marat nem tanto. Nesse momento Thanury aparece. Apesar de não estar por perto, ela havia visto toda a cena.

- O que você está procurando? – indaga ela rindo – Alguma placa tectônica?

O homem não entende a pergunta nem o motivo da risada. Ele não pretendia revelar sua busca. Mas como eles pareciam ser bastante espertos, talvez a ajuda deles fosse bem útil, além de que precisaria mesmo de jovens como eles.

- Estou a procura da Pedra Mito, uma jóia com poderes surpreendentes. Ela está escondida em uma dimensão invisível aos nossos olhos, por isso preciso do rastreador, e tenho que encontrá-la rápido antes que caia em mãos malignas!

Os três garotos escutaram aquilo tudo completamente atônitos, Marat estava quase no ponto de pegar o telefone e ligar para o hospício. Thanury estava se esforçando bastante para não cair na gargalhada. Já Tekuan...

- Nossa, que demais! – exclama ele quase não se agüentando de excitação – Uma pedra mágica em perigo!o que estamos esperando?! Temos que resgatá-la!

E já foi logo pegando o rastreador e saiu correndo na direção em que a antena apontava. O homem, que ficava mais surpreso a cada atitude do rapaz, teve que correr para segui-lo. Marat e Thanury se entreolham em choque. A garota faz uma expressão de quem diz “o que fazer agora?”, enquanto que Marat faz um olhar de “vamos segui-lo pra ver o que acontece”. E assim os dois seguem para uma aventura que mudaria suas vidas.

\~~X~~/

O homem e os garotos, seguindo a orientação do rastreador, chegam a uma pequena floresta que havia perto da escola. Era um lugar conhecido por ter um ar bastante sombrio e misterioso. As arvores eram bem altas e seus galhos enroscavam-se de tal maneira que bloqueava totalmente a passagem do sol.

- Esse lugar me dá arrepios! – fala Thanury não escondendo o seu nervosismo.

Marat seguia calmo e sério como sempre, enquanto que Tekuan continuava com sua animação que parecia nunca se esgotar.

O pequeno grupo caminhou até chegar em frente à uma enorme arvore. Ela tinha um formato bem particular, pois havia ocos e ranhuras em seu tronco que se assemelhavam a um rosto enrugado, além de dois grandes galhos laterais que lembravam os braços.

- Olha só pra isso! – exclama Tekuan ao ver a grandiosidade da arvores – Parece até estar vivo!

- Mas é um ser vivo! – comenta Marat apenas para contrariá-lo.
Nesse instante uma grande explosão acontece bem perto deles. Em seguida houve outra que os jogou no chão.

- Mas o que foi isso?! – grita Thanury rolando no chão.

Do meio da fumaça eles viram uma silhueta se aproximar deles. Parecia ser uma pessoa. Mas a medida que se aproximava eles puderam perceber a forma grotesca que era. Era uma criatura toda coberta de escamas e ossos. Sua cabeça de dragão com chifres era o que deixava ainda mais assustador.

- É ele! Devildes! – exclama o homem aflito – Ele é a força maligna de quem devemos proteger a pedra!

Os garotos ficam em choque. Tirando Tekuan, os outros estavam incrédulos sobre essa história toda de Pedra Mito. Mas depois de serem diretamente atacados por uma criatura extremamente horrorosa, tiveram suas idéias mudadas.

- Preciso ir pegar a pedra! – exclama o homem mexendo na maquina.

O aparelho lança um raio da antena contra a árvore. Um portal dimensional surgiu de um dos ocos. Em seguida, o homem pegou uns objetos de dentro do bolso e os jogou para os garotos.

- Usem esses morfadores! – exclama ele indo em direção ao portal – Digam o comando “Poder Oculto: Ativar” e ele vai lhe proporcionar um traje que os vão deixar mais fortes e ágeis. Atrasem Devildes enquanto eu vou buscar a pedra!

E dizendo isso o homem mergulhou para dentro do portal dimensional e desapareceu deixando os garotos a mercê deles mesmos. Devildes estava se aproximando cada vez mais e parecia estar prestes a lançar outro ataque.

- Eu não sei lutar! Eu não quero lutar! – fala Thanury desesperada.

- Não teremos escolha – diz Marat nervoso – É lutar ou morrer aqui.

- Então vamos lutar! – grita Marat – Poder Oculto! Ativar!
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