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Legend of Zelda: Queen of Darkness

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Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Zeroan0 em Seg 21 Nov 2011 - 16:41

Oi, gente! Zeroan aqui com uma nova fanfic, acredito que seja a primeira de Zelda do fórum...
A história não é exatamente forte, mas eu não planejo fazer ela tão humorosa como a Ultimate Journey foi. Vai te umas mortes e coisas assim, mas nada muito forte. Seria uma classificação +12, eu acho.
Outra coisa, ela é uma fanfic de Zelda, sim, e vai ter várias referencias a jogos da série, mas se você nunca jogou pode ler tranquilamente, pois ela não tem nenhuma conexão com outros jogos.
Fiquem com o prólogo, boa leitura!

---x---

The Legend of Zelda
Queen of Darkness
Prólogo
--x--


Essa é uma das inúmeras lendas que são contadas pelo povo de nossas Deusas...

A muito tempo atrás, existia um reino grande, abençoado com paz, fartura e justiça.
O nome dessa grande terra era Hyrule.

Governada pela justa família real, o reino passou muitas décadas pacificas.
Porém, como em qualquer civilização, Hyrule foi abatida por caos.
Um caos trazido por um povo rebelde, chamado de Os Ocultos.

Com magia negra, eles incendiaram as casas de inocentes,
Destruíram as regras inabaláveis da vida,
E espalharam a tristeza pelos verdes campos do reino.

Justo quando tudo parecia perdido e a família real preparava uma súplica,
Um jovem guerreiro, vestido em vestes verdes e com a marca das Deusas na mão,
Usou o poder da Lâmina do Banimento do Mal, e derrotou os malfeitores,
E ao mesmo tempo trouxe de volta a normalidade à terra

Castigados e humilhados, Os Ocultos foram banidos para uma prisão sombria,
Escondida nas profundezas do reino, onde seus lamentos e raivas não seriam tocados.
É dito que até hoje gritos furiosos e a suplica pela luz são ouvidos como ecos da terra.

Talvez isso seja somente uma estória do povo, ou algo verdadeiro,
Mas isso é algo que você deverá descobrir, em uma nova lenda;
Uma lenda que você viverá.

Bem vindo ao reino das Deusas, Hyrule.


---x---

É bem curto, mas é um prologo, certo? E não se preocupem, o resto não vai ser tão cliche assim, hehe.


Última edição por Zeroan0 em Qui 15 Mar 2012 - 13:09, editado 2 vez(es)
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por #Tabs em Seg 21 Nov 2011 - 16:45

OMGOMGOMGOMGOMGOMGOMGOGMGOMGOMOGOMGOMGOMG

ZEROAN TERMINE ESSA FIC COM UM FIM MAGNÍFICO. EU TAMBÉM QUERO TEMPLOS, PODERES, CRIATURAS HORRENDAS, NOMES DE CHEFES E PUZZLES!

Já deu pra ver pelo prólogo que será uma história incrível. Só de ler a descrição da destruição da vila nota-se que é Zelda. :3 Quero um ótimo enredo nisso! Vou acompanhar loucamente. *0*
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Solo Typlo em Seg 21 Nov 2011 - 17:05

Oh Gods! Fanfic de Zelda. Megustamutcho

Lovei o prologo, historia totalmente incrível e emocionante - Mesmo curta. Estou ansioso pelo primeiro capitulo e talz. Acompanharei ;D
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Gus em Seg 21 Nov 2011 - 17:44

Ótimo, Zero. Meus parabéns, o prólogo ficou demais! Adorei a narração, a história.. *-*

Capítulo um, eu quero! Ç_Ç

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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Zeroan0 em Qui 24 Nov 2011 - 16:51

Oi, pessoal! Zeroan aqui trazendo o primeiro capitulo verdadeiro de Queen of Darkness, que começa já com bastante ação. Queria agradecer a todo mundo que comentou e pediu o primeiro capitulo! Leiam com moderação...

---x---

The Legend of Zelda
Queen of Darkness
Capitulo 1 – A cerimonia.
--x--

Link fechou os olhos calmamente. Uma leve brisa passou sobre o pátio de treinamento do Castelo Hyrule, fazendo seus cabelos louros balançarem um pouco, revelando suas orelhas pontudas, características marcantes da raça Hylian.
Então ele sentiu um movimento brusco, uma lâmina cortando o ar; abrindo os olhos rapidamente e levantando seu braço forte. Sua espada de treinamento parou a de seu mestre em pleno ar.
O jovem cavalheiro girou, tentando desferir um poderoso golpe no lado de Lancel, mas o velho mestre real bloqueou o ataque. Com um ataque em arco, ele forçou seu aprendiz a recuar.
Os dois começaram a lançar golpes rápido com suas espadas, mas nenhuma investida chegava ao oponente. Num movimento inesperado, Link pulou para trás e desferiu uma estocada com a ponta redonda da espada no estômago de Lancel.
Então o jovem pegou a espada com ambas as mãos e pulou, ao mesmo tempo trazendo a lâmina para baixo num poderoso ataque. Mas Lancel era um homem forte e conseguiu bloquear o golpe à tempo de impedir contato.
Os dois permaneceram com as espadas cruzadas, tentando superar as forças um do outro. Depois de algum tempo, Lancel girou sua espada, atirando a de Link longe com o movimento, e simulou um golpe que parou no lado da cabeça dele.

- Ugh... – Link fechou os dentes com força, sem folego por causa da rápida batalha – Você ganhou, mestre...
- Link. – Lancel disse, sorrindo – Eu já lhe contei várias vezes, não sou mais seu mestre. A partir de amanhã, você é um cavaleiro real de Hyrule. Então é melhor se comportar como um e me tratar como um igual.

Link suspirou fracamente. Ele já havia ouvido esse discurso muitas vezes antes, mas a sua situação não parecia nem um pouco real. A noite, ele estaria andando pelo grande salão do trono, ajoelharia diante a princesa e proferiria os seus votos de cavaleiro da Ordem Real.
Os seus pensamentos foram interrompidos quando Lancel continuou a falar:

- E como cavaleiro você vai precisar de uma espada de verdade. Eu mandei o melhor ferreiro da cidade trabalhar nela.

Ele estendia uma espada embainhada para ele. Link, de repente animado, tirou ela das mãos do mestre e não demorou para desembainhá-la. O que se encontrava em suas mãos era uma espada longa, com uma lâmina larga de um metal muito resistente, e uma esmeralda estava inserida na cruz dela.
Ele atacou o nada e ouviu o suave som de ar sendo cortado com suas orelhas sensíveis. Sim, isso era uma espada de verdade.

- Você pode dar o nome que quiser para ela.
- Eu... Ah, eu... Obrigado, Lancel. – Agradeceu Link.
- Era o que eu podia fazer para meu melhor aprendiz. Mas é melhor você tomar um banho e se preparar para a cerimonia. – Ele torceu o nariz – A princesa Zelda realmente não apreciaria seu cheiro atual.

--x--

Zelda andou até a grande porta da sala do trono. Ela puxou o seu longo cabelo louro para trás, deixando-o cair sobe seu vestido formal de cor roxa. Ela respirou fundo e abriu a porta.
A enorme quantidade de velas ofuscou seus olhos, mas eles logo se ajustaram a luminosidade do salão. Gritos e vivas animados ecoaram imediatamente quando a grande plateia de cidadãos a avistou.
No fundo do salão, sentado no trono, estava o rei admirando o amor dos plebeus pela princesa. O sistema de Hyrule determinava que ambos o rei e sua filha mais velha comandariam como iguais, mas na maioria das vezes a princesa tinha mais influencia sobre o povo.

- Zelda. – Rei Daphne levantou-se e cumprimentou a filha – Está pronta?
- Certamente. Só devemos esperar Link chegar. – Respondeu Zelda.

Ela olhou para o povo e sorriu para eles, mas com um pouco de preocupação ela refletiu se Link gostaria de tanta atenção. Ele com certeza preferiria uma ocasião quieta e com menos pessoas assistindo. Mas essa era a regra obrigatória para a entrada de um novo membro na Guarda Real, e ele aceitou-a sem problemas.
Depois de alguns instantes, a própria Guarda Real entrou na sala do trono, quase completa, exceto por um membro. Ela consistia em no máximo cinco grandes cavaleiros do reino, mas Ezlo, o membro mais velho deles, havia sofrido de um acidente que machucou suas costas e teve de se aposentar. Link entraria no lugar dele.

- Rei. Princesa. – Lancel disse, e os quatro ajoelharam para eles brevemente – Receio que Link esteja atrasado. Ele está um pouco nervoso.
- Sim. Em uma ocasião dessas é difícil manter-se calmo. – O rei aceitou a desculpa com facilidade.
- Se me permitirem, eu buscaria o garoto imediatamente. – Ofereceu-se Dragmire, segundo membro da Guarda.
- Não. Link tem de preparar-se para isso com cuidado. Apressá-lo só o deixaria mais nervoso. – Zelda negou imediatamente.
- Sim, mas é melhor o garoto aprender a agir mais rápido se quer participar da Guarda Real.

Ele abaixou a cabeça e andou até ao lado do trono, assumindo sua posição a direita de Lancel. Dragmire tinha provado várias vezes que não aceitava a ideia de membros tão jovens terem cargos tão importantes. Já não gostava muito da idéia de ter dois membros com pouco mais de vinte anos, Talo e Malo, e quando sugeriram aceitar Link, de quinze anos, quase teve um ataque de raiva.
Os gêmeos Talo e Malo cumprimentaram a princesa e o rei e se posicionaram na esquerda do trono, preparados para saltar e defender os dois governantes. Mas eles não precisariam de proteção ali, não é?
---x---

Link andou pelo longo corredor do castelo lentamente, tentando adiar o máximo possível a cerimonia. Apesar de estar muito feliz por entrar na Guarda Real, o ritual de entrada era uma coisa que o deixava muito nervoso, principalmente com tantas pessoas assistindo.
Em pouco tempo ele se deparou com a entrada da sala do trono. Ele respirou fundo e empurrou a porta, e entrou no salão. No momento que ele apareceu, a multidão ficou quieta e olhou para ele com admiração.
Link tentou ignorar os olhares o máximo que conseguiu, focando-se para a frente. Ele viu Zelda, sua princesa e melhor amiga, sorrindo. Ele apressou-se e chegou perto dela, forçando um sorriso. O rei bateu palmas para acabar com os últimos sussurros no salão e começou a falar:

- Senhoras e senhores, hoje nós nos encontramos aqui para acolhermos um novo membro para a prezada Guarda Real, que protege a família real corajosamente a muitas gerações. Este jovem Link mostrou sua proeza com a espada muitas vezes e foi treinado pelo experiente Sir Lancel. Acredito que muitos de vocês o conheçam.

E era verdade; Link era uma figura muito conhecida na cidade e no castelo, em parte por ser amigo próximo da princesa, em parte por ser o protegido de Lancel.

- Porém, antes de confirmarmos sua entrada na Guarda, os seus futuros colegas devem mostrar se aprovam ela ou não. – O rei assentiu com a cabeça para Lancel.
- Eu aprovo sua entrada na Guarda Real, tendo treinado e testemunhado seu potencial em batalha, e também reconheço sua inteligência e sagacidade em situações difíceis. – Lancel declarou.
- Sir Dragmire?
- Eu o aceito. – O cavaleiro respondeu simplesmente.
- Sir Malo e Sir Talo?

Ninguém achou estranho quando o rei perguntou a opinião em conjunto deles. Todos sabiam que os gêmeos eram inseparáveis e quase sempre concordavam em vários assuntos.

- Nós aprovamos. Sabemos que ele merece o cargo pela sua inteligência e força. – Disse Malo, o mais esperto.
- E pela sua habilidade de derrotar a nós dois juntos repetidas vezes quase todos os dias. – Comentou Talo rapidamente, conseguindo que várias pessoas rissem.
- Então, agora que sabemos seus méritos, prosseguiremos com a cerimonia. – O rei balançou a cabeça para a filha e deu um passo para trás.

Zelda fez um gesto para ele ajoelhar-se, e ele obedeceu até apressado demais.

- Me entregue sua espada, Sir. – Ela pediu, e Link estendeu sua espada ainda sem nome para ela – Em nome do reino, do povo e das três Deusas, você jura proteger e ajudar os inocentes? Também jura defender e fornecer auxilio a família real até nos tempos mais difíceis?
- Eu juro.

Zelda encostou a ponta da espada primeiro em seu ombro direito, depois no esquerdo, e depois na cabeça dele.

- Então levante-se, agora como Sir Link da Guarda Real do Reino de Hyrule.

Link se levantou, pegou a sua nova espada e virou-se para o público. Num momento de glória, ele levantou a lâmina para o alto e um feixe de luz foi refletido por ela. Os plebeus aplaudiram ruidosamente, e Link nunca se sentiu tão satisfeito quanto naquele momento.
Isso durou até que um homem entrou no salão apressadamente, ofegando alto, e olhou em direção aos governantes.

- A cidade! – Ele exclamou, e tomou mais um pouco de ar – Chamas! Os... Os...
- Acalme-se, homem. E conte-nos o que aconteceu. – Pediu o rei, franzindo a testa.

Mas isso não foi necessário, pois um pequenino ser negro entrou na sala correndo e empalou o homem com sua lança, gritando agudamente. E então o salão foi tomado por caos.

---x---
É isso aí!
Acho que o capitulo ficou meio pequeno, primeiro porque eu não to muito acostumado a escrever capitulos desse tipo, e segundo porque o Word me trollou e disse que tinha 5 páginas aí ¬¬ Maldito Word, mal vejo seus movimentos.
O que é a criatura negra? Como será a reação dos cavaleiros? Descubra isso e muito mais no próximo capitulo de Scooby-Doo Legend of Zelda: Queen of Darkness!
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por lugia007 em Qui 24 Nov 2011 - 22:35

Gostei bastante da Fic, principalmente por ser de zelda, já joguei varias edições e tals. Espero que tenha varias aventuras emocionantes, templos, chefões, entre outras coisas e que tambem tenha um final excepcional.
A história está muio boa, você falou tudo bem detalhamente e não deixando intediante.
Sempre quando postar algo novo irei conferir, boa sorte na fic e falow o/
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Solo Typlo em Qui 24 Nov 2011 - 23:09

Historia MUITO emocionante. Espero por boas tramas, monstros, lugares e tal. Não achei o capitulo pequeno, se fosse maior você poderia até ter exagerado em alguns pontos ou ter tirado a emoção de ter de esperar o próximo. Adorei tudo ^^

Aguardando... ;3
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por #Tabs em Qui 24 Nov 2011 - 23:32

SANTO CRISTO! o.o

Amei o capítulo Zero. *0* A descrição estava magnífica. Deu pra imaginar o castelo, o caminho até o rei, a Zelda transformando o Link em cavaleiro Real... Só me pergunto pq nunca fizeram isso nos jogos. -youno.

Agora, pensando bem, Queen of Darkness parece um outro tipo de nome para o Twilight Princess, só que dessa vez talvez a Zelda fique do mal. -q Só suposição, verei futuramente. :3

Parabéns Zero.
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por cfox em Sex 25 Nov 2011 - 0:19

Olá, Zeroan.
Gostei muito, muito mesmo da sua Fic. A sua narração é ótima, perfeita mesmo, a descrição é indescritível (-q).
Já tinha ouvido falar, e bem, da sua outra Fic, a de Pokémon, mas não estava com paciência para ler os 8000 capítulos que ela tinha -q Mas essa ainda está no começo, então acompanharei com prazer.
Vi uns acentos faltando, mas nada de mais. Você é um ótimo escritor cara :3
Espero muito ansiosamente o 2º capítulo.
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Dusknoir em Sex 25 Nov 2011 - 14:54

Parabens Zeroan0!
Fiquei surpreso ao ver o titulo da fanfic e mais ainda ao ver o prologo que me prendeu a querer continuar vendo essa historia.

No primeiro capitulo entao, nao pude perceber os erros por causa de ter ficado grudado em sua otima narraçao de cada personagem e de cada lugar, das emoçoes e do que cada um sentia.

Pude ter a experiencia semelhante á de estar ao lado de Zelda e Link... Mias uma vez esta de parabens!
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Gus em Sab 26 Nov 2011 - 19:16

O capítulo foi ótimo, sério, parabéns. Estou amando a fic, a história, os personagens, tudo! Gostei do Link, e de Lancel, seu jeito de ser é. Achei sua descrição e narração como sempre, muito boa. Só umas coisinhas...

Logo no começo, você esqueceu de um “s”, aqui ó:


Com um ataque em arco, ele forçou seu aprendiz a recuar. Os dois começaram a lançar golpes rápido com suas espadas
...

Então é melhor se comportar como um e me tratar como um igual.

“Como um igual” ficou bem estranho, apenas igual estaria de bom tamanho.
...

E no final, achei um tanto rápido o capítulo.

Só isso que tenho que “reclamar”

Quero mais e mais! :333 Salve a cidade, Link.

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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Zeroan0 em Ter 29 Nov 2011 - 13:17

Hey! Listen!
Zeroan aqui, trazendo mais um capitulo de LoZ Queen of Darkness. Eu queria agradecer muito pelos comentários elogiosos que eu recebi. Aliás, Thabita, apesar da semelhança do nome com Twilight Princess, a história não tem nenhuma conexão com o jogo...

---x---

The Legend of Zelda
Queen of Darkness
Capitulo 2 – A fuga.

---x---

Link estremeceu quando o pequeno demônio virou a cabeça para cima e soltou o grito mais estridente que já tinha ouvido em toda sua vida. As janelas quebraram, e o grande teto de vidro da sala do trono estilhaçou-se em pequenos pedaços.
Logo, outros monstros começaram a pular do alto, caindo na cabeça do povo, que tinha se tornado um furacão desorganizado, com pessoas gritando e fugindo para os cantos da sala, mas alguns infortunados acabavam tropeçando e sendo atacados pelos demônios.
Sir Lancel deixou escapar uma maldição baixa.

- Miniblins... – Ele disse, zangado – Como um bando tão grande deles passou pelas muralhas da cidade?
- Sir, acho que isso não é a ocasião para pensar. Isso é ocasião para lutar! – Exclamou Talo, e ele foi o primeiro a correr para dentro da bagunça.

Malo logo o seguiu, derrubando vários Miniblins, as criaturas, pelo seu caminho. Link não perdeu tempo e começou a lutar contra eles também.
Apesar de sua grande experiência em técnicas de batalha, Link nunca havia enfrentado um monstro antes. Cauteloso, ele desferiu um ataque contra uma das criaturinhas, e ficou surpreso quando ela mal nem conseguiu bloquear o ataque e morreu com um corte profundo no peito.
Apesar de suas aparências assustadoras, Miniblins não tinham nenhuma força individual; os três jovens guerreiros logo perceberam que eles só eram fortes em grupos.
Sir Lancel andou e desembainhou sua espada, desferindo um golpe poderoso num monstro que tentara saltar no rei. Permanecendo em seu lugar, ele impediu qualquer avanço perigoso contra a família real.
Justo quando a situação parecia ter ficado mais equilibrada, três uivos agudos foram ouvidos. Um trio de criaturas grandes, com focinhos de porco e lanças de mais de um metro, pousaram na frente do mestre.

- Moblins! – Grunhiu o rei – Lancel, cuidado!

Os monstros se juntaram e atacaram o cavaleiro em grupo, e este quase não conseguiu defender-se. O rei juntou uma espada do chão e partiu para o lado do seu guarda, e os dois pareciam ter mais chances agora.
Porém, mais uivos foram ouvidos, e dois Moblins caíram do buraco no teto, juntando-se ao ataque a dupla. Zelda praguejou, e buscou por a sua espada fina que ficava guardada na sala para casos de emergência.

- Não, princesa. – Sir Dragmire negou, e Zelda olhou para ele irritado.
- O que está fazendo aí parado?! Vá ajudar, sir!
- Ah, sim. Perdão, irei ajudar agora mesmo.

Ele desembainhou sua espada, aproximou-se da defesa, e para o choque da princesa, empalou o rei pelas costas.
Zelda ficou petrificada, olhando incrédula para o cavaleiro. O mundo dela ficou frio, e por um momento ela esqueceu do turbilhão que ocorria em sua volta. Porém, o choque dela foi quebrado por um grito furioso de Lancel.

- COVARDE! – O homem trouxe a sua espada em um arco, e o golpe foi bloqueado pelo outro cavaleiro.
- Eu estava ajudando. – Dragmire deixou um sorriso malicioso sair de seus lábios.
- Traidor! Você jurou proteger o rei!
- E, de certa forma, eu o protegi.

Porém, os enigmas do traidor foram ignorados e Lancel tentou ataca-lo de novo. Mas Dragmire bloqueou a investida e, com velocidade desumana, atingiu o lado do estômago dele.
Lancel caiu no chão, sangrando, mas sua agonia durou pouco. O traidor tirou sua vida rapidamente, deixando sua espada ensanguentada. Zelda preparou-se para lutar contra ele, mesmo sabendo que teria poucas chances. Mas ela havia perdido seu pai e rei, e o que mais poderia perder além da vida?
Mas a única coisa que ela não tinha pensado segurou seu braço e murmurou no seu ouvido.

- Me siga. Nós estamos saindo daqui.

E antes que ela pudesse protestar, Link estava a arrastando para fora do salão.

--x—

Os dois correram silenciosamente pelos corredores do castelo, tentando desesperadamente chegar ao portão antes que a ausência deles tivesse sido notada.
Zelda não ficou surpresa quando Link virou de repente e abriu a porta do estábulo do castelo.
Talo e Malo estavam esperando lá dentro, preparando cavalos para eles.

- Ótimo. Você conseguiu salvá-la! – Suspirou Talo, aliviado – Onde está o rei?
- O rei e Lancel estão mortos. – Link disse, depois de um silêncio constrangedor – Dragmire os matou.

Malo estremeceu e apertou um pouco demais a sela que estava preparando num dos cavalos.

- Traidor do reino. – Ele amaldiçoou – Deve ter sido ele que deixou as muralhas sem guarda. Ou talvez ele próprio tenha matado as sentinelas.
- Sim. Nós executaríamos esse bastardo agora mesmo se o castelo não estivesse infestado de monstros. Nós precisamos escapar! – Talo disse – Está tudo bem com você, Princesa?

Zelda assentiu silenciosamente e montou o seu cavalo. Os cavaleiros montaram também e em pouco tempo eles estavam passando rapidamente pelas ruas da Cidade de Hyrule que ficava a beira do castelo.
Link olhou para a frente, determinado, ignorando a vontade de virar sua égua e buscar revanche contra Dragmire. Ele percebeu, surpreso, que a ponte levadiça estava abaixada.
Os quatro atravessaram-na rapidamente, aliviados pelo fato de nenhum perseguidor os seguir. Mesmo que Dragmire tivesse sido sigiloso nos seus atos, ele não teve o cuidado de ordenar que a ponte fosse levantada.
Os fugitivos encontraram-se correndo pelas planícies verdes da região sudoeste do reino. Malo olhou para os companheiros, pensativo, e perguntou:

- Agora que estamos em fuga, para onde devemos ir? O que fazemos?
- Nós achamos ajuda. – Zelda respondeu, e apontou para o norte – Nessa direção temos Goron City, e por um longo tempo a raça dos Gorons foi nossa aliada. Se pedirmos ajuda, eles com certeza atenderão. Também existe uma pequena aldeia Zora na beira sudoeste do Lago Hylia, por onde podemos contatar o palácio Zora.
- Nós poderíamos buscar ajuda com as harpias da Floresta Deku, mas ela fica muito ao leste. – Sugeriu Talo.
- Sim. Qualquer ajuda pode ser necessária. – Zelda disse, e acrescentou sombriamente – O castelo foi tomado e o povo de Hyrule foi capturado, e recuperar-se disso vai ser difícil. Nós precisamos de toda a ajuda possível, e rápido.

Os cavaleiros assentiram solenemente.
Segundos depois, um som de uma buzina foi ouvido pelos viajantes. Zelda olhou para trás e acelerou mais um pouco.

- Eles descobriram. Um grupo enorme de Moblins nos persegue montados em javalis do deserto. Eles vão nos alcançar em breve.
- Nós precisamos de uma distração. Alguém precisa desviá-los do caminho. – Link sugeriu.
- Nós vamos. – Talo e Malo se ofereceram ao mesmo tempo.
- A ideia é boa, mas os Moblins não vão perseguir dois cavaleiros. Eles querem a mim. – Zelda disse.

Link olhou firmemente para ela.

- Você não pode se entregar, se é isso que está pensando.

Zelda não respondeu, e isso confirmou que Link havia adivinhado bem o que ela estava pensando.

- Talo, Malo. Vocês levam o cavalo dela com vocês e continuam o nosso caminho para o norte, fingindo que a princesa está com vocês. - Link sugeriu, e olhou para a princesa – Zelda, você monta na minha égua e nos dirigimos para o leste, fazendo com que eles pensem que estou tentando distraí-los.

Os três ficaram impressionados com a esperteza do plano dele e logo concordaram. Eles não atreveram parar e Link ajudou Zelda a montar na sua égua em pleno galope, mas nada aconteceu de errado.
Link virou para o leste a toda velocidade, enquanto Talo e Malo colocavam o cavalo de Zelda a frente deles, de jeito que os Moblins não soubessem que não tinha ninguém montado nele.
Num momento de terror, um Moblin observou o cavalo que se separava do grupo e notificou o resto do bando. Porém, um deles rosnou para ele, comunicando na linguagem deles que aquilo era simplesmente um truque para desviá-los.
E com isso, Link e Zelda conseguiram disparar para longe do perigo por pouco, rezando para que Talo e Malo tivessem sorte na jornada deles.

---x---
Obrigado por lerem, comentem! [:
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por cfox em Ter 29 Nov 2011 - 13:36

Oi Zeroan :3
Gostei desse capítulo, teve uma boa reviravolta na história. Um traidor? Interessante.
Bem, de erros não vi nada. Sua forma de escrita é excelente.
Não tenho muitas coisas pra falar :s
Até o próximo.
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por #Tabs em Ter 29 Nov 2011 - 14:02

CARA SAFSDFFAFADFADFFS QUE CAPÍTULO INCRÍVEL! SANTO CRISTO! Mother of God

Dragmire traidor... e.e Bem pensado. Nem lembro de todas as criaturas existentes. Mas que essa batalha dentro do castelo foi notável, foi. Moblin é aquele bicho que tinha no Ocarina of Time, que caso te visse de derrubava? -q Sério Zero, mesmo não se baseando num jogo da série, você conseguiu fazer uma história incrível e coerente. O ataque ao castelo, a traição de Dragmire, a fuga espera de Link e Zelda ao reino dos Dekus... Só espero que você faça chefes mais incríveis do que os dos jogos. *-*

Não esperava mais de você. A única parte da fic que irei cobrar são dungeons e os bosses, de resto você faça o melhor que já fazes. -q

Boa sorte. o/
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Umbreon_NICE em Ter 29 Nov 2011 - 18:39

Tabitha escreveu:CARA SAFSDFFAFADFADFFS QUE CAPÍTULO INCRÍVEL! SANTO CRISTO! Mother of God 2

Cara, vou passar a ler a fic de agora em diante. Amei esse segundo capítulo. Como não jogo muito Zelda, só conheço o Link e a Zelda -q Mas enfim, gostei bastante do Enredo, é deveras, muito original. A luta do castelo foi epicamente épica ao extremo, parece que vai ser a luta que desenvolve a Fic, mostrando o vilão, que provavelmente é o Dragmire, mas ainda vem muitos mistérios, puzzles, bixos du mau, etc... Espero o próximo capítulo.
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Pai De Família em Ter 29 Nov 2011 - 22:13

Gamei desse capitulo,serio ficou muito bom mesmo.
Os moblins,a traição,tudo ficou bom.Esperando os puzzles e os bosses motherfuckers da historia e.e
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Zeroan0 em Sex 2 Dez 2011 - 15:18

Oi, pessoal. Tô aqui trazendo mais um capitulo de LoZ Queen of Darkness, e o que eu considero que começa a acelerar a história mais, e introduz uns elementos improtantes dela. Boa leitura!

---x---

The Legend of Zelda
Queen of Darkness
Capitulo 3 – Neyri, a fada.

---x---

A égua parou de cavalgar lentamente quando o barulho das águas do rio ficou alto demais. Uma figura cansada desceu do animal, ajeitando sua Princesa na sela gentilmente, tentando não acordá-la.
Link suspirou e andou lentamente até a beira do rio, procurando pela ponte que forneceria passagem para eles. Ele abaixou os ombros, confuso, percebendo que a suposta ponte não estava onde deveria estar.
O mapa deve estar errado, pensou, tentando afastar a sonolência causada por horas cavalgando pelos campos de Hyrule, Talvez tenhamos passado por ela sem perceber, ou está mais adiante. Temos que achar um vilarejo para perguntar sobre isso.
Link espreguiçou-se e voltou a sua égua, Epona, e percebeu que Zelda já havia acordado.

- Bom dia. – A princesa disse – A ponte não está aqui?
- Não. Vamos parar numa cidade e perguntar por direções. – Sugeriu o cavaleiro.
- Sim. Mas, Link, é melhor você descansar um pouco...

Link fez não com a cabeça e montou Epona e mandou-a correr um pouco. Depois de um momento de silêncio, Zelda disse:

- Desculpe.
- Hum? Desculpar o que, princesa? – Perguntou Link, confuso.
- Sua entrada na Guarda Real. Ela foi arruinado por esse ataque, e tudo o que aqueles monstros queriam eram a mim. – Ela respondeu, entristecida.
- Não se sinta culpada por isso. Você, mais do que eu, deveria estar triste. Você perdeu seu pai, o castelo, e o seu povo foi atacado. Eu só tive uma cerimônia arruinada, e isso nem é possível comparar.
- Mas você perdeu Lancel.

Link ficou mortalmente quieto. De todos que conhecia, Lancel era o que mais significava para ele. Quando era apenas um bebê, Link fora abandonado pelos seus pais verdadeiros e foi entregado ao castelo. O rei aceitou sua presença, mas foi Lancel que o educou e assistiu ele crescer, sendo a maior forma paternal que Link um dia teve.
Mas agora ele estava morto, provavelmente tinha sido queimado depois da carnificina do salão do trono.

- Eu o vingarei, Zelda, e o rei também. Dragmire ainda vai ver o dia em que minha lâmina fará justiça ao reino. Eu juro, princesa, pela minha honra. – Link disse, e decidiu finalmente qual seria o nome da sua espada. Justiça.

---x---

Depois de duas horas cavalgando, a dupla finalmente avistou uma pequena cidade no topo de uma colina. Animado, Link acelerou o passo de Epona e atravessou o arco de entrada do vilarejo.
Era um lugar simples, com pouco mais de trinta moradias. Um poço estava instalado no centro da cidade, onde também ficavam uma pousada e várias tendas de vendedores.

- Acho que é um dia de feira. – Link disse para a princesa – Qual o nome dessa cidade?
- Ordon. – Zelda respondeu – É um ponto muito próximo ao centro da parte sudoeste de Hyrule, então é muito visitada por mercadores e viajantes.

Link parou Epona e os dois desmontaram, observando as pessoas que andavam de um lado para o outro gritando sobre produtos supostamente inéditos e baratos.

- Tem uma pousada ali. Nós podemos passar a noite aqui e continuar a viajem amanhã. – Zelda disse – Tente arranjar alguma informação sobre a ponte.

Ela pegou as rédeas de Epona e se afastou na direção da pousada.
Link andou ao meio das atividades que ocorriam na feira, procurando por alguma fonte de informações. Depois de pensar um pouco ele se dirigiu a uma tenda com um vendedor entediado, que estava encostando a cabeça na mão. Quando ele percebeu que ele se aproximava, imediatamente endireitou-se.

- Olá, jovem senhor. – Ele cumprimentou – Posso ajuda-lo com algo? Temos uvas, maçãs, laranjas...
- Eu preciso de informação, senhor. – Link respondeu.
- Ah... Então informação é o que terá. O que deseja saber?
- Estou viajando para o leste e parece que não havia nenhuma ponte, ao contrário do que diz meu mapa. Eu passei por ela, ou está mais adiante?
- Me desculpe pelas más noticias, mas parece que a ponte quebrou a alguns dias atrás por causa de uma inundação.
- Uhm... E os Zoras? Eles ainda transportam passageiros pelo lago Hylia nessa estação?
- Sim. – O vendedor abaixou os ombros – Mas ouvi que eles estão tendo alguns problemas e não deixam ninguém entrar em seus vilarejos. E a ponte próxima a Goron City também está quebrada. Receio que você está preso na Hyrule sudoeste.

Link agradeceu pela informação e afastou-se da tenda. Zelda não vai ficar nada feliz, pensou tristemente, Nós precisamos achar algum lugar melhor para fugir, então.
Foi nesse momento que ele começou a discernir os gritos:

- Fada! Aqui temos uma fada, vendável e bem barata! Venham compra-la logo, só tenho uma! – Berrava um vendedor alto, que estava no meio de um pequeno circulo de pessoas interessadas.

Link achou um lugar no circulo e olhou incrédulo para o produto do homem: uma esfera branca peluda, com dois pares de asas de borboleta, uma genuína fada. Ela remexia-se e batia nas barras da minúscula jaula em que estava trancada, enquanto soltava xingamentos ao seu captor.
Link soltou-se da multidão e aproximou-se do vendedor.

- Eu acho que a venda de seres inteligentes é proibida por lei!

O homem levantou uma sobrancelha para ele, e algumas pessoas seguraram risadas.

- Era proibida. – O vendedor disse – Você não sabe das noticias? A quanto tempo não visita alguma cidade?
- Dois dias.
- Bom, então sua falta de informação é entendível. – O vendedor falou isso com um pequeno sorriso – O castelo foi atacado a alguns dias por monstros. O ataque foi planejado por quase todos os membros da Guarda Real, menos o grande Dragmire. O traidor Lancel foi morto pelo Sir Dragmire, mas não antes de ter assassinado o nosso querido rei. O resto da Guarda, Sir Talo, Malo e Link, raptaram a princesa e tentaram fugir. Porém, eles foram logo interceptados e a princesa foi salvada. Ela pareceu um pouco mudada, com o pai morto e a traição de seus servos mais fiéis, e isso levou ela a mudar algumas das leis em público. Uma delas foi a da venda de seres inteligentes.

Link olhou friamente para o vendedor, mas não percebeu nenhum sinal de mentira no jeito dele. Ele certamente tinha ouvido essa estória falsa de alguém e acreditado totalmente nela.
Apesar da vontade excruciante de dizer que ele estava errado e desmascarar toda aquela mentira, Link decidiu que isso não seria a coisa mais prudente a fazer. As outras pessoas no centro pareciam já acostumadas a ouvir a estória, então o jovem cavaleiro concluiu que aquilo já era aceito publicamente.
Link virou-se para sair e contar isso a Zelda, mas algo o parou. A fada estava começando a soltar guinchos de desespero e tristeza. Mal suportando o som, Link olhou para o vendedor de novo e perguntou:

- Qual a quantia que você quer pela fada?
- Ah, então você ficou interessado. Ela é uma fada muito saudável e valiosa. Custa pelo menos duzentas Rupees. – O homem sorriu para ele quando Link franziu a testa – Bom, vamos diminuir um pouco. Posso até ter prejuízo, mas vamos pelo preço de cento de oitenta.

Link não queria mais pechinchar por um ser inteligente, então pagou rapidamente o preço com os pequenos cristais multicoloridos que eram a forma monetária de Hyrule. O vendedor entregou a jaula da fada e começou dar algumas instruções:

- Ela não precisa comer muito, só um pouco de frutinhas e água mantém ela viva. A jaula é enfeitiçada, e abafa os sons grosseiros que ela gosta de soltar. Eu não recomendaria soltá-la, ela é muito rápida e pode fugir sem você nem perceber.

Link agradeceu e saiu na direção da pousada.

---x---

Zelda suspirou quando Link parou de contar as noticias que tinha ouvido. Os dois se encontravam no quarto com duas camas que ela tinha conseguido alugar na pousada, e por um momento ela tinha pensado que eles conseguiriam dormir uma noite tranquila, sem o medo de algum bandido ou monstro os atacasse.
Mas então Link tinha chegado com a fada presa numa jaula e contado sobre a estória falsa que tinha ouvido.

- Bom... – Ela murmurou – Então agora tem alguém se passando por eu no castelo, e Dragmire é considerado um herói, e você, vilão?
- Infelizmente, princesa.
- Não me chame assim, Link. Se alguém ouvisse, só causaria confusão. Zelda é um nome não tão incomum, mas não me chame de princesa.

Link assentiu, concordando.

- E sobre as travessias estragadas? Para onde vamos agora?
- Nesse caso, Link, acho que a nossa única alternativa é nos refugiarmos em Goron City. Se tudo tiver corrido certo, Talo e Malo já despistaram os Moblins. – Zelda sugeriu – Espero que eles estejam bem...

Um silêncio constrangedor começou no quarto. Link olhou para a jaula com a fada que ele havia posto numa das camas.

- Eu vou soltá-la. – Ele disse, abrindo uma janela. Ele pegou a jaula de abriu a portinha que a fechava.

A fada voou para fora dela imediatamente e começou a fugir para a fora da janela. Porém, ela pareceu bater numa parede invisível e quicou nela. Ela começou a tentar avançar várias vezes, mas sempre batia em algo invisível.

- Mas que droga! – Ela guinchou – Eu quero sair!
- Acho que a jaula estava com um outro feitiço que o vendedor não contou para você, Link. – Zelda disse, irritada – Ele instalou um feitiço que faz com que quem liberte a fada crie um ligamento mágico com ela. Isso impede que ela se distancie de você.
- Bem, obrigada por explicar, princesinha! – A fada exclamou – Agora eu sei que sou que nem uma fada guardiã! Eu não vou poder me afastar desse cara com esse gorro verde ridículo!

Link cruzou os braços. Ele não gostava quando alguém falava mal de seu gorro. Na verdade, algumas pessoas diziam que ele parecia mais bonito com ele, mas essas eram muito poucas.
Porém, ele não conseguiu achar forças para responder a fada, pois algo parecia muito agradável nela.

- Desculpe por isso. – Ele disse – Eu não sabia que prenderia você a mim. Mas já que vamos passar um bom tempo juntos, quero me apresentar. Meu nome é Link. E o seu?
- Neyri, muito obrigada. A princesa eu já sei quem é. Zelda, huh? Nunca pensei que conheceria alguém da família real! – A fada disse, animada. Quando Zelda abriu a boca para protestar, Neyri interrompeu-a – Tudo bem, eu prometo não referir a você como princesa. Zelda é como deve ser chamada. Eu consegui entender a situação de vocês um pouco pela história que o gorrinho contou. Eu sou uma fada esperta!

Link e Zelda sorriram pelo jeito da fada. Talvez não fosse tão ruim assim tê-la por perto nesses tempos sombrios.

- Ei, ei! Gorrinho! Essa espada é mesmo sua? Uou, ela parece afiada mesmo! Não a use em mim! Ah, vamos para Goron City! Ah, meu pelo fica grudento no calor!

Link revirou os olhos e decidiu que ele já tinha aguentado o suficiente da tagarelice da fada. Então ele deitou na sua cama e dormiu quase imediatamente.

---x---

E é isso. Acho que a ultima parte com a tagarelice da Neyri tenha ficado um pouco confusa, mas espero que isso não atrapalhe muito. Tirando isso, vocês gostaram da personagem? Adivinhem em quem a baseei... Hey, listen!
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Dusknoir em Sex 2 Dez 2011 - 15:51

ola...

Gostei da fanfic. Nunca havia visto uma sobre Zelda e ver ela e link engajados numa boa historia é realmente compensador.

Nao me arrependo em nada de ter clicado em sua fanfic para lê-la e devo dizer que no capitulo 3 ri bastante com a fada Neyri, esse nome me lembra uma mascote do grand chase, mas isso nao vem ao caso... Eu acho.

Enfim sem mais delongas, sua historia está boa e envolvente, narração me agrada e descrição também. Continue com esse seu ótimo trabalho!

Bye's
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por #Tabs em Sex 2 Dez 2011 - 21:05

VOCÊ QUER ME MATAR DO CORAÇÃO COM UMA FIC TÃO BOA? Y U No

Cara, incrível este capítulo. Tudo está super involvente e vai se desenrolando com uma perfeição inexplicavel. *-* A Neyri... Gostei até do nome. Ela se mostra uma personagem faladeira, mas vai ser pelo menos mais legal que a "Hey, Listen!", e do mesmo nível que a Tatl, que foi a melhor fada, em minha opinião. Espero que com ela você possa mostrar descrições dos oponentes que o Link enfrenta, para podermos entender os inimigos de melhor modo, ai mesmo quem já jogou e esqueceu lembra. -q

Dragmire também hein... Cavaleiro imprestável. Disse mentiras a emprensa de Hyrule e agora está totalmente no comando. Se ele não for o 'vilão principal', ou se por exemplo quiser reviver Ganondorf, um demônio incrível, etc, com certeza morrerá no meio na fic, pois tentará dominar quem acordou e ele vai se voltar contra Dragmire. É só suposição. -qq

Espero o próximo cap. *-*
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Zeroan0 em Qua 7 Dez 2011 - 14:24

E aí, pessoal. Zeroan aqui com mais um capitulo de LoZ Queen of Darkness. Esse capitulo não é muito grande, mas apresenta elementos importante a história. Boa leitura!

---x---
The Legend of Zelda
Queen of Darkness
Capitulo 4 – A cidade dos Gorons.

---x---

- Ei! Essa é a Goron City! Nossa, que grande!

Epona chegou ao topo da colina e parou, dando uma bela visão da grande montanha que estava a sua frente. Zelda assentiu e disse para seus companheiros, Link e Neyri:

- É isso aí. Essa é a Death Mountain, e aos pés dela fica o centro principal da raça dos Gorons, a Goron City. Lá podemos achar ajuda.
- Ótimo. Vamos acelerar um pouco o passo. Neyri, para baixo do meu gorro. – Link pediu.
- Mandão! – Neyri exclamou, mas entrou em baixo do gorro dele mesmo assim.

Link balançou as rédeas de Epona, e a égua saiu correndo em direção à cidade, que ocupava um bom espaço, bem perto da montanha. Na verdade, aquilo não era bem uma montanha; era um vulcão gigantesco, com um caminho natural que o circulava. Uma quantidade enorme de fumaça saia do topo do vulcão, tapando as nuvens.

- Isso é normal? – Perguntou Link, intrigado.
- Eu já viajei para cá algumas vezes, e o céu estava sempre limpo. Talvez seja pela época. – Zelda respondeu.

Eles rapidamente desceram a colina e chegaram a frente da cidade. Porém, Link teve de parar Epona subitamente, pois um grande portão estava bloqueando a entrada da cidade.

- Tem alguém aí?! – Chamou Link – Nós precisamos de passagem!

Por algum tempo, não houve nenhuma resposta. Mas então o portão abriu um pouco e um ser rechonchudo, com a pele dura alaranjada e costas sólidas como rocha saiu por ele, com uma expressão impaciente.

- O que vocês buscam em nossa cidade, viajantes? – Perguntou o Goron de guarda, com uma voz grossa.
- Nós desejamos falar com o seu líder. – Zelda respondeu, cautelosamente.
- Sobre o quê?
- O assunto é algo secreto. O seu líder deve saber primeiro.
- Infelizmente para vocês, eu não posso deixar nenhum desconhecido entrar em nossa cidade, ainda mais com razões ocultas como a de vocês. Voltem de onde vieram, agora mesmo.

Link olhou para Zelda, perguntando silenciosamente o que fazer. A princesa estava com uma expressão indecisa, pensando sobre o que podia dizer para virar a situação.
Porém, antes que ela pudesse falar alguma coisa, outro Goron passou pelo portão com um ar de autoridade. Ele tinha uma estatura maior do que a do outro, e uma cicatriz passava pelo seu olho.
Ele olhou primeiro para o seu companheiro, depois para Link, que estremeceu um pouco pelo olhar duro dele, e então para Zelda. Os olhos da princesa faiscaram um pouco, como se conhece o estranho, mas ele não exibiu nenhuma emoção.

- O que vocês desejam em nosso centro?
- Eles querem falar com o líder Stann, chefe, mas não querem revelar por quê...
- Hum... Vamos deixa-los entrar. Eles não podem fazer nenhum mal.
- Mas...
- Sem objeções. Eu sou o chefe da guarda, e minha decisão é a final. Abra o portão.

O Goron menor abaixou os ombros em derrota e saiu resmungando. O portão começou a abrir enquanto Link e Zelda desmontavam.
A princesa olhou para o chefe da guarda e disse:

- Passou tempo demais, Darbus. Eu tive saudades.

E soltando um sorriso, ele respondeu:

- Eu também. Passou tempo demais, princesa.

---x---

Dez minutos depois, Link se encontrava no palácio dos Gorons. O lugar era feito de pedras resistentes e, apesar do título, não tinha a aparência de um lugar de luxo.
O pequeno grupo formado por Link, a fada Neyri, princesa Zelda e o chefe da guarda Darbus entrou no lugar, se deparando com um longo corredor com vários pilares brancos. Um tapete vermelho levava até o final do corredor, onde se encontrava uma única porta.

- Esse lugar é fantástico... – Murmurou Neyri no ouvido de Link – Mas não tem uma atmosfera muito real, se me perguntar...
- Isso é porque o nosso líder, Stann, não gosta de luxurias. Nossa raça é orgulhosa, mas não aprova confortos desnecessários. – Darbus disse, surpreendendo a fada – Mas peço que não sejam rudes na presença do líder. Ele é um Goron sério, e pode ser que não fique muito feliz com visita.
- Ele sabe que quem está governando é uma impostora, certo? – Zelda perguntou, temerosa.

Darbus não respondeu. Eles continuaram em silêncio e chegaram a porta grande no final do corredor. O chefe da guarda entrou silenciosamente na sala e trocou algumas palavras baixas com alguém. Então ele voltou aos visitantes e fez um sinal para entrarem.
Os três entraram quietos. Um Goron com ar superior estava sentado numa cadeira, assinando alguns documentos numa mesa. Ele levantou os olhos do papel e observou enquanto os visitantes entreolhavam-se nervosamente.

- Saudações. Meu nome é Stann. – A voz dele era muito grossa e continha um tom de impaciência escondida – Darbus me contou que desejam falar comigo. Mas primeiro, posso saber seus nomes?
- Meu nome é Zelda. – Disse a princesa, olhando com urgência para o líder – Nós já nos conhecemos.
- Talvez. – Disse Stann. Ele olhou para Link com curiosidade – E você?
- Eu sou Link. Essa é minha fada, Neyri. – Respondeu o jovem, nervoso.
- Sua fada? – Neyri sussurrou, irritada.

Stann passou o olhar por cada um deles, esperando pelo motivo da visita. Ele acenou com a cabeça, pedindo para prosseguindo.

- Bem... Eu sou a princesa Zelda, como deve saber, senhor.
- Sim, eu sei disso. Estou assinando alguns documentos mandada por você mesma, agora. – Stann concordou – Mas eu pensei que você estava no castelo, recuperando-se do seu sequestro pelo Sir... Link.

Link remexeu desconfortavelmente. Zelda pensou um pouco antes de continuar.

- O que vou contar agora pode parecer um pouco... estranho. – Ela disse, insegura – A pessoa que mandou esses documentos não fui eu, senhor. Eles foram enviados por uma impostora no castelo.
- Sim. Continue. – Stann disse, sem demonstrar emoção.
- O ataque no castelo foi planejado pelo Sir Dragmire. Foi ele quem assassinou o rei e Sir Lancel, ao contrário da crença popular. Sir Link, Malo e Talo me ajudaram a escapar, mas tivemos que nos separar durante a fuga.
“Planejávamos fugir para o leste, mas não temos travessia. Pensamos que talvez vocês pudessem nos fornecer ajuda. Eu sei que a história pode parecer suspeita, mas peço que pense nela com razão.”

Os olhos de Darbus faiscavam com raiva por causa das nossas informações.
Mas o líder não fez nenhum movimento que demonstrasse seus pensamentos.

- Seus contos podem até ter um pouco de sentido. Essas mudanças nas leis, a traição da Guarda Real, é realmente intrigante. Mas você não tem provas nenhumas que comprovem que sua história é verdadeira. Não posso fornecer ajuda para você.
“Vocês tem meia hora para deixar a cidade, ou serei forçado a chamar guardas.”

Zelda abaixou a cabeça e virou-se para sair. Link olhou para ela, surpreso, mas não se moveu.

- Link? Temos de ir. – A princesa disse bem baixo.
- Espere. Eu tenho uma pergunta a vocês. – O cavaleiro pediu.

Stann levantou uma sobrancelha com curiosidade.

- Faça sua pergunta.
- Certo. Enquanto viajávamos para cá, notamos que a Death Mountain estava soltando uma grande quantidade de fumaça. Zelda disse que isso era normal, mas eu acho isso um pouco anormal. Há algum problema no vulcão?

Stann pareceu achar a pergunta surpreendente. Ele olhou para Darbus, pedindo que ele respondesse a pergunta.

- Sim, Link, há um problema lá em cima. Uma semana atrás, o vulcão começou a soltar essa quantidade de fumaça e a tremer. Tememos que pode entrar em erupção.
“A nossa maior força econômica fica na montanha. Ela é rica em cavernas com cristais preciosos que valem muito no mercado. Porém, mineiros começaram a desaparecer no nosso sistema de minas, e os investigadores que mandamos para lá também não voltaram.”
“Corremos o risco de uma erupção. Talvez teremos que evacuar a área e procurar um novo lar. Sim, temos um problema no vulcão.”

Um silêncio pesado caiu sobre a sala. Zelda parecia surpresa e triste com as noticias. Quando era criança, ela havia sido levada algumas vezes para a cidade e os Gorons sempre foram gentis com ela. Saber que uma raça tão pacifica corria um risco tão grande era decepcionante.
De repente, Link deu um passo a frente.

- Eu quero investigar as minas.
- Link! – Zelda exclamou.

Até Stann ficou surpreso com o desejo do jovem cavaleiro.

- Posso saber por que você deseja isso?
- Eu quero provar que contamos a verdade. Conforme contamos, eu sou Sir Link, da Guarda Real. Mesmo que meu titulo não tenha pouco mais de uma semana, jurei proteger o povo de Hyrule. E os Gorons são uma das raças mais importantes do reino.

Stann refletiu um pouco. Darbus olhou para seu líder e disse:

- Meu líder, se eles querem provar sua história, essa é uma coisa que não podemos negar a eles. E o jovem Link quer ajudar nossa raça, mesmo que não acreditemos nele. Se me permitir, gostaria de guiá-lo as nossas minas.
- Tudo bem. – Concordou Stann, e levantou-se – Se você encontrar a razão do distúrbio da nossa montanha e por um fim ao nosso risco, prometemos fornecer toda a ajuda que pudermos a vocês dois.

Ele estendeu uma mão à Link.

- Boa sorte, corajoso Sir Link.

---x---

É isso aí! Esse foi o capitulo. Achei ele bem pequeno, então prometo que o próximo capitulo vai ser maior. E, sim, no próximo capitulo Link vai enfrentar o primeiro Dungeon! Será que ele vai salvar os Gorons?
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por #Tabs em Qua 7 Dez 2011 - 15:02

OMG *0*

Que capítulo emocionante! *-* Estava na cara que a pergunta do Link faria com que Stann viesse a querer acreditar neles... Bem, não acreditou, ainda! -q De todo e qualquer modo, capítulo pequeno ou não, foi incrível. Elementos da história perfeitos, Zero. A parte da qual mais gostei foi a Zelda dando oi para o Darbus. -q Entendi após o reconhecimento o motivo pelo qual o Goron maior deixou os três entrarem.

Esse problema... hmm Não é coisa boa. Espero que seja a primeira Dungeon da Fic, Sr. Zeroan0. -q Me lembra dos momentos terríveis em Fire Temple, no Zelda OoT. O vulcão estava terrívelmente assustador, já que o céu era limpo 7 anos antes do Ganondorf reinar.

Agora é pro próximo cap! o/ Espero atenciosamente. :3
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por cfox em Qui 8 Dez 2011 - 1:38

Olá Zeroan :3
Os dois últimos caps estavam simplesmente fantásticos, uma fada para acompanhar Link e Zelda apareceu, a história que o Dragmire inventou para enganar a população, os Gorons com problemas em sua moradia, todos esses fatos foram perfeitamente descritos e narrados, além de uma história excelente.
Espero o próximo.
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por Zeroan0 em Qui 8 Dez 2011 - 13:24

Em menos de um dia, já to chegando com mais um capitulo da fanfic! Dessa vez vocês vão acompanhar Link e Neyri enquanto eles exploram as minas dos Gorons e, apesar de eu já ter falado isso antes muitas vezes, esse capitulo tem GRANDES elementos paraa história. GRANDES MESMOS!

---X---

The Legend of Zelda
Queen of Darkness
Capitulo 5 – As minas de Death Mountain!

---x---

Link olhou para cima e refletiu sobre a missão que tinha aceitado. Em poucos minutos, ele estaria escalando a grande Death Mountain, para investigar uma série de minas com casos de desaparecimento enquanto uma erupção tinha risco de ocorrer.
Apesar de tudo isso, Link sabia que fazer isso podia decidir o destino dos Gorons e da Princesa Zelda. Ele tinha que realizar essa missão para o bem de todos eles.
Então ele sentiu um tremor começar por perto e virou-se. Darbus chegava ao seu encontro, rolando como uma bola compacta. Ele parou bem ao seu lado e desenrolou-se.

- Olá, Link. Você está preparado para a escalada? – O chefe da guarda perguntou.
- É claro.
- Eu não estou. – Neyri reclamou de dentro do gorro de Link, que revirou os olhos.
- Tudo bem. Link, você tem que saber que quando começarmos essa subida, não tem mais volta. Essa é sua ultima chance para desistir.

Link balançou a cabeça negativamente, determinado a cumprir a missão. Darbus sorriu com admiração para ele.

- Tudo bem. Tome muito cuidado; o estado do vulcão está piorando e rochas estão começando a cair.
- Tomarei cuidado. Podemos começar?

Então eles partiram para o primeiro pedaço do caminho natural de subida. Era basicamente uma trilha que dava vários círculos pelo vulcão. Os dez primeiros minutos foram tranquilos, mas Link logo percebeu porque Darbus estava tão ansioso por causa da escalada.
O caminho começou a ficar mais escorregadio com o calor, que estava fazendo os pés deles arderem um pouco, e algumas partes do caminho estavam desmoronadas. Em alguns momentos, a largura da “estrada” não era mais do que um metro.
E então a primeira rocha caiu, bem ao lado de Link, que quase perdeu o equilíbrio. Darbus estendeu a mão para ele e impediu sua queda no ultimo instante. Neyri quase teve um surto, pois tinha resolvido espiar pelo chapéu de Link bem no momento que a rocha passava.
E o resto da escalada foi ficando cada vez mais perigoso, até que milagrosamente os três chegaram ao final do caminho. Ele parava numa área maior que se destacava do vulcão. Uma abertura redonda estava na parede, e dela não dava para ver nada.

- Essa é a entrada da mina. Ela começa no alto, e desce um pouco. Tem algumas bifurcações, mas a maioria dos caminhos não se estendem muito. Você vai achar seu caminho facilmente se procurar pela luz dos cristais. – Recomendou Darbus.
- Muito, muito obrigado por me ajudar a chegar aqui, Darbus. Mesmo que eu não volte, agradeço muito. – Link disse, sinceramente.
- Não pense negativamente, Link, ou isso vai acontecer mesmo. – Aconselhou o Goron. Então ele tirou um saco de uma mochila que estava carregando. – Aqui tem algumas coisas que podem te ajudar. Tem água, comida, e uma coisa especial: bombas Goron.

Link remexeu pelo saco, intrigado, e tirou uma pequena sacola dele. Ele olhou para a sacola com duvida e colocou a mão nela. Nada pareceu acontecer, mas então ele sentiu algo materializar-se na sua mão. Ele tirou-a de dentro da sacola, e lá estava uma bomba pequena.
Magicamente, o pavio da bomba pegou fogo. Link exclamou surpreso e jogou a bomba pelos ares. Ela começou a cair, mas explodiu antes de atingir o chão.

- É, tome cuidado com elas. Você não quer ficar com elas na mão por muito tempo. Elas não vão explodir dentro dessa sacola especial, nem se ela for posta em fogo. – Então Darbus colocou uma mão no ombro do jovem – Link, eu acredito na sua causa. Eu conheço a princesa deste que ela era um bebê, e ela nunca aprovaria o que está acontecendo pelo reino agora. Roubos e mortes estão aumentando. Os Zoras não se comunicam mais com as outras raças, e as harpias estão tão silenciosas quanto eles. Faça o seu melhor, Link, e saberemos que a nossa terra tem esperança.

Darbus assentiu e começou a descer a montanha. As palavras dele ecoaram pela mente de Link e ele sentiu toda a coragem que tinha perdido na subida voltar. Ele ia entrar nas minas, descobrir a causa dos distúrbios no vulcão e ia impedir a erupção de destruir a sociedade dos Gorons. Não importa o que custasse.

---x---

O túnel de entrada era tão sombrio que Link teve de andar mais lentamente que o normal para não perder nenhum outro túnel que pudesse aparecer.

- Droga. Eu devia ter pedido uma lanterna. – Link sussurrou.
- Lanterna? Pra quê? Você tem uma fada, menino. – Neyri riu.
- Você brilha? Por que você não me contou antes?! – Perguntou o cavaleiro, irritado.
- Você não perguntou...

Então Neyri saiu debaixo do chapéu de Link e começou a emanar luz de seu corpo, iluminando o túnel levemente.

- Obrigado. Assim é bem melhor. – Link agradeceu, aliviado por ter algum jeito de ver seu caminho – O Darbus disse que a luz dos cristais iria guiar nosso caminho. O que isso significa.
- Isso significa que os cristais brilham, Gorrinho. Pensei que era mais inteligente!
- Santa Farore, o que eu fiz para merecer isso?

Eles prosseguiram o caminho por mais alguns minutos. Porém, uma bifurcação apareceu na frente deles em pouco tempo. Um dos tuneis estava totalmente escuro, enquanto outro possuía um pequeno brilho vermelho.
Link apontou para o túnel com o brilho e disse:

- Esse túnel deve ser o certo. Acho que os cristais emitem essas luzes coloridas, e os Gorons devem deixa-los espalhados nos tuneis que levam as minas principais. Desse jeito não tem como eles se perderem.
- Isso mesmo, gorrinho. Então vamos seguir por – Uau! Olha para a sua mão, cara! O que é isso?!

Link olhou para a mão que ele estava usando para apontar. As costas dela possuíam uma espécie de tatuagem natural, um símbolo de um grande triângulo formado por outros três com um espaço no meio. A tatuagem estava emitindo uma luz dourada, o que fez Link se assustar um pouco.

- Essa é uma marca que eu tenho desde que nasci. Ninguém nunca me explicou o que ela é, e eu nunca me importei com ela. Mas ela nunca brilhou assim...
- Bom... Vamos deixar isso de lado. Vamos continuar por esse túnel, gorrinho. – Neyri sugeriu intrigada.

---x---

Depois de eles seguirem por vários tuneis e tomar várias bifurcações, eles finalmente chegaram na primeira parte da mina.
Eles acabavam de sair do ultimo túnel, e agora estavam numa plataforma de pedra que estava destacada da parede da área redonda. Uma escada de metal estava posta na plataforma, e ela descia até não poder ser vista.
Link respirou fundo e olhou para baixo. Ele se arrependeu disso imediatamente: a escada parava numa plataforma de pedra que estava rodeada por um mar de lava. A dupla de aventureiros percebeu que a mina realmente passava pelo centro do vulcão, e que se ele entrasse em erupção, não teriam saída nenhuma.

- Vamos logo. – Murmurou Link, tentando afastar o pensamento sombrio da sua mente.

Neyri ficou um pouco assustada e se aproximou de Link, mas teve a dignidade de não entrar de novo para baixo do chapéu dele. O cavaleiro começou a descer a escada, respirando muito fundo, evitando pensar sobre o que aconteceria se tropeçasse.
Num tempo menor do que tinha estimado, ele chegou na plataforma rochosa. Ele percebeu que ela levava para outro túnel na parede, mas ele se revelou bem curto. No final dele, uma área enorme se encontrava, mais uma vez com muitas plataformas rochosas rodeadas por lava.

- Ei, isso até que não está tão mal, não acha? Digo, a única coisa perigosa é a lava... Talvez os Gorons só estejam soterrados ou algo assim... – Neyri sugeriu.

Link começou a concordar e voltou a andar pela área rochosa. Porém, eles logo ouviram um som pouco agradável: o jovem cavaleiro tinha pisado em alguma coisa dura.
Link levantou o pé e estremeceu. Ele tinha pisado no esqueleto de um Goron.
Antes que eles pudessem pensar nas possíveis coisas que podiam ter acontecido com o mineiro, um guincho ecoou pelas paredes e um ser caiu do teto. Era um lagarto de dois metros, que andava em duas pernas e encurvava-se. Ele carregava uma pequena espada afiada. Ele abriu a boca e cuspiu um osso no chão, então encarou Link bem nos olhos.

- Um Lizalfo! Cuidado! – Neyri gritou.

Ela não teve de repetir. Link desembainhou sua espada e bloqueou o primeiro ataque do monstro. O Lizalfo tentou morder seu braço, mas o cavaleiro logo desviou. Então ele bateu na cabeça do monstro com a parte plana da espada, deixando ele um pouco tonto.

- Cuidado! Se ele cuspir o veneno dele em você, está acabado! – Neyri aconselhou.

Link só ficou mais temeroso com esse fato e decidiu não testar se estava correto. Com um empurrão, o monstro caiu na lava e afundou, soltando guinchos de dor.
Link embainhou sua espada e tirou o suor da testa, recuperando-se do susto.

- Você está bem? – Neyri perguntou.
- Sim. Foi só a surpresa. Eu não pensei que teriam monstros aqui. – Link respondeu – Vamos continuar. Se os outros monstros forem tão fracos como esse, não vamos correr muito perigo.

Link logo percebeu que a maioria das área eram do mesmo jeito que essa; elas terminavam em tuneis que levavam para área com plataforma rochosas, onde os cristais eram minerados. Uma vez ou outra, Lizalfos ameaçaram eles, mas Link tomou conta deles bem rápido.
Eles logo se acostumaram com o calor e com os monstros que eram o motivo do desaparecimento dos Gorons. Eles mal pensavam no perigo que corriam mais.
Então eles chegaram numa nova área, e em vez de algum Lizalfo cair do teto para ataca-los, eles foram surpreendidos por um novo monstro. Era um lagarto parecido com a outra espécie, mas este andava em quatro pernas e tinha uma longa cauda vermelha.

- Um Dodongo! - Neyri berrou, assustada – Ele vai atacar!

O monstro percebeu a presença deles e começou a sugar ar pela boca. Então ele cuspiu um bafo de fogo que quase acertou os aventureiros, por míseros centímetros.

- Use bombas! Você não conhece o ditado? – Neyri perguntou.
- Que ditado?!
- Dodongos odeiam fumaça!

Link tirou uma bomba da sacola especial e segurou-a com cuidado. No momento que o Dodongo abriu a boca, ele soube o que fazer: com uma velocidade surpreendente, ele jogou a esfera na boca dele.
O monstro engasgou-se e soltou um guincho. Então a bomba explodiu e acabou com sua existência.

- Bom, agora o ditado faz sentido. – Link refletiu consigo mesmo.
- Para de murmurar consigo mesmo e vamos continuar, Gorrinho!

Mas eles mal avançaram quando perceberam um problema. A plataforma rochosa em que estavam era conectada por uma ponte de metal a próxima, porém, o monstro havia destruído ela, e agora não havia jeito de continuar.
Link soltou uma maldição ao espirito do Dodongo e concluiu de mal humor que tinha de achar outro jeito de chegar ao outro lado.

- Olhe para cima, Link! Tem uma estalactite no teto! Se nós derrubarmos ela, talvez forme uma passagem... – Neyri sugeriu – E você sabe como. Use bombas sabiamente!

Link percebeu que realmente tinha uma formação circular rochosa no teto. Ele pegou uma bomba, mirou bem na parte fraca da estalactite, e atirou. Precisou de mais três tentativas até acertar.
E, como Neyri tinha tido que aconteceria, a explosão resultante fez a rocha cair entre as duas plataformas, e agora uma travessia segura era possível. Ele percebeu que a rocha estava balançando um pouco na lava, e com medo de que ela afundasse, ele correu para a outra plataforma o mais rápido possível.
E, infelizmente, a passagem afundou, deixando eles trancados daquele lado.

- Não! Agora não tem jeito de voltar! – Neyri reclamou desesperada.
- Calma. Nós vamos achar um jeito de voltar depois. Nós não chegamos aqui para desistir, Neyri. – Link garantiu.

A fada olhou para seu companheiro com admiração, e pela primeira vez não se sentiu arrependida de sair da sua jaula e ativar o feitiço que os prendeu um ao outro.

- Sim! Vamos lá! Vamos salvar os Gorons!

Link andou até o próximo túnel e começou a atravessá-lo. Depois de algum tempo, a luminosidade da lava da sala anterior desapareceu e o leve brilho de Neyri virou a maior fonte de luz no lugar de novo.
Então um rugido selvagem ecoou pelo túnel, e Link soube que aquele som não era de nenhum outro monstro que tinham enfrentado. Ele começou a ter a sensação de que a aventura dele estava chegando ao fim.
Finalmente eles emergiram á próxima área, e nada teria preparado eles para o que estavam vendo agora: era uma área totalmente redonda, mas não tinha teto. O céu brilhava lá em cima, e eles perceberam que estavam exatamente no meio do vulcão.
Outra coisa surpreendente era que o chão rochoso cobria quase toda a área, a não ser um pequeno buraco no centro e as bordas.
Mas o que mais surpreendeu eles foi o monstro que ocupava a sala. Ele era um lagarto de aproximadamente cinco metros de altura e dois de comprimento, com uma cauda vermelha e espinhos nas costas; uma versão gigantesca de um Dodongo.

- É-é-é um Grande Dodo-Dodongo! – Fraquejou Neyri, indo para baixo do gorro de Link, tremendo.

O monstro percebeu os intrusos e gritou, fazendo o vulcão tremer só com sua voz. Aquela era a causa do distúrbio na Death Mountain.
O monstro enrolou-se como uma bola e rolou na direção de Link, que mal teve tempo de desviar a investida. O Grande Dodongo bateu na parede futilmente, deixando sua cauda caída no chão. Com esforço, ele tirou a cabeça da parede e tentou mais uma vez o mesmo ataque no seu inimigo.
Link percebeu sua oportunidade quando o monstro ficou trancado na parede de novo. O cavaleiro começou a atacar a cauda dele com força, deixando ele irritado. O Dodongo se desprendeu e tentou abocanhar o pequeno Hylian que o incomodava, mas ele agachou-se, conseguindo desviar do ataque.
Link então rolou por baixo do monstro e parou do outro lado dele. Com toda sua força, ele cortou fora a cauda do Grande Dodongo, que gritou furiosamente. Porém, ele não ia ser derrotado tão facilmente.
Recuperando-se, o monstro atirou Link longe com uma de suas patas, quase o derrubando pela borda da área, mas o cavaleiro conseguiu parar e levantar-se. Percebendo que ficava vulnerável com ataques físicos, o Dodongo começou a sugar o ar e a disparar bolas de fogo enormes, que eram desviadas por pouco por Link. Então o cavaleiro percebeu que, apesar do seu enorme tamanho, o Grande Dodongo era a mesma coisa que sua versão menor. Dodongos odeiam fumaça!
Tirando uma bomba de sua sacola, Link atirou-a na direção da boca aberta do Dodongo. Porém, ele conhecia esse perigo e jogou a bomba de volta com seu focinho.
Link ouviu o urro de vitória do seu oponente, e deduziu que a sua própria bomba seria seu fim. Mas então ele lembrou-se que Zelda e todos os Gorons precisavam de sua ajuda, e num movimento surpreendente, rebateu a bomba com sua espada.
A explosão atingiu a face do Dodongo diretamente, e o impacto fez ele cair de costas e ficar preso no chão por causa de seus espinhos. Correndo a toda velocidade, Link chegou perto do monstro e pulou. Aproveitando sua agilidade, o cavaleiro levantou sua espada e num movimento brusco enfiou-a no estômago amarelo do Grande Dodongo.
E imediatamente a vida voou para fora do monstro, e os tremores causados por ele pararam. A última coisa que Link percebeu antes de desmaiar era que o símbolo na sua mão estava brilhando novamente.

---x---

O vulto sombrio foi a primeira coisa que Link percebeu no seu sonho. Depois disso, foi o lugar onde estava: o mesmo lugar de sua ultima batalha nas minas.
O vulto começou a tomar forma, e ele logo percebeu quem era: Zelda. Não. Não era Zelda. Ele notou os olhos negros, em vez dos dourados; o tom mais escuro do cabelo; e principalmente o sorriso malévolo que tinha no rosto. Qualquer pessoa poderia confundir esse vulto com a princesa, mas Link não. Ele conhecia Zelda bem demais.
A Sombra de Zelda não pareceu notar ele, e por isso deduziu que estava invisível no sonho. Talvez fosse somente um sonho, mas o que viu pareceu real demais.
A falsa Zelda levantou os braços e começou a cantar macabramente algumas palavras que Link não conhecia, mas o que elas estavam causando era claro: pequenas esferas negras estavam aparecendo no ar, formando uma forma monstruosa: era o Grande Dodongo.
Assim que ele se materializou completamente, a Sombra de Zelda tocou uma pata dele.

- Você vai me servir bem, querido. – A voz dela era metálica e lenta, causando arrepios – Você vai guardar este lugar para sua criadora e vai impedir os Gorons de atacar a mim. Faça eles temerem a minha nova presença.

O Dodongo soltou um grunhido, concordando com suas ordens. A falsa Zelda então deu as costas para ele e afastou-se um pouco. Ela começou a desmaterializar-se lentamente, transformando-se em esferas negras que voavam para o céu.

- Um dia, essa terra vai ser minha outra vez. Eu vou fazer ela voltar aos seus tempos de glória, como era antes.

Ela virou a cabeça, olhando diretamente para Link, como se soubesse da presença dele.

- Um dia essa terra vai pertencer mais uma vez a Rainha da Escuridão.

---x---

E aí? Eu disse que o capitulo era importante...
Eu fiquei bem satisfeito com esse capitulo. Eu estava hesitando um pouco antes de postar a fic porque não sabia como iria fazer os dungeons. No jogo eles fazem sentido, porque tem o quesito do gameplay e você está jogando uma coisa, proseguindo por salas, ganhando chaves e itens, mas isso não fazia muito sentido em texto... Imagina, o Link entra numa mina, acha um báu, ganha uma chave, vai para outra sala, derrota um monstro, outro báu com bombas aparecem... Simplesmente não faz sentido em texto ]:
Espero que gostem do jeito que eu fiz esse Dungeon, e quero saber se gostaram também da luta contra o Grande Dodongo, que deixou meus dedos doendo (True Story, bro).
Comentem e vão deixar uma pessoa feliz [:
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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por #Tabs em Sex 9 Dez 2011 - 14:17

BY

THE

GODS!

*000000000000000000000000000000000000000000000000000*

SIMPLISMENTE AMÁVEL!

Zeroan, como você mesmo disse, não tem sentido em texto o Link pegar chaves e resolver puzzles, mas sinceramente, esse modo de Dungeon que você fez foi incrível! O descrição me fez imaginar claramente todas as salas da dungeon. Você tem que ter orgulho da sua escrita. Nunca imaginei que teria tanta ação assim. *-* Você realmente me surpreendeu. Fez o que eu queria. *-*

Enfim, agora indo pra Queen of Darkness. Já imagino. Essa falsa Zelda é a causadora da traição de Dragmire, a mudança das leis, e todo o mal de Hyrule. Será um poderoso oponente.

Bem... Eu encontrei falhas desta vez... Não lembro onde, mas teve uma parte que você usou ponto comum ao invés de interrogação. Aliás, você também está repetindo pra caramba algumas coisas. D: Tipo: "Outra coisa que os surpreendeu... Mas eles se surpreenderam..." Isso não é bom Zero. e.e

Só vim comentar pra dizer o quão o cap foi magnífico e lhe falar isso mesmo. <: PARABÉNS ZERO. SE DESISTIR DA FIC NUNCA MAIS LEIO UMA SUA. -q

Fã Nº1; megusta
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Frase pessoal : Bitches, pls.


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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

Mensagem por cfox em Sex 9 Dez 2011 - 17:40

Olá Zeroan :3
Essa Fic está boa demais cara, não sei por que quase ninguém comenta. A sua escrita é ótima e você posta capítulos novos quase todo dia, essa Fic deveria ter mais comentários.
Essa forma de organizar a Dungeon foi boa, realmente dá para imaginar tudo o que acontece na Fic, como se eu estivesse lá assistindo o desenrolar dela.
Espero o próximo õ/
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Frase pessoal : mate imo mixup have been cunts throughout the fuck


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Re: Legend of Zelda: Queen of Darkness

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