Pokémon Mythology
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Raul e sua Friendkarp

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Raul e sua Friendkarp

Mensagem por Raul Muller em Ter 19 Jul 2011 - 7:23

Observação: Gente esse é minha primeira Fic Aqui nesse fórum, gostaria de dizer que tenho lido, e vi a organização, esse parece ser um ótimo local de descontração e para exercer criatividade, sobre a minha Fic, ela terá esse prólogo que na verdade já é mais ou menos a primeira parte, vou fechar no próximo capítulo, e ai entrarei na história principal, que já será o terceiro capítulo, falei isso para esclarecer antes.Espero que todos gostem.

Raul e sua Friendkarp



Capítulo 1: Prólogo 1 parte


Numa cidadezinha chamada Ocean Grill há cerca de 10 anos, uma vila conhecida por ter os Goldeens mais forte do universo, um pescador chamado Elson saiu para um pescaria e com sua tripulação acabou naufragando no meio do mar graças a um defrontamento com um pokemon.
A tripulação de Elson tinha 3 homens.
O próprio Elson que era o capitão, era um homem simples, mas corajoso e que sempre tinha cabeça no lugar para tomar a melhor decisão, era dono de uma pequena peixaria, e era uma figura muito aclamada na cidade porque foi o único treinador na história de Ocean que ganhou uma liga pokemon há muito tempo atrás, podemos dizer que ele estava no “Hall da Fama “, mas há muitos anos, já não era treinava pokemons, já tinha uns 35 anos e era muito feliz com o pouco que conquistara com seu emprego. Tinha uma família composta por sua esposa Rose, uma mulher doce e meiga, era ruiva, baixa e seu principal motivo por desistir de jornadas e se aquetar em sua cidade natal, desse romance nasceu um bebe chamado Raul, que na época da viagem de seu pai tinha apenas 2 anos.
Baer um cientista e marinheiro de longa data que conhecia vários pokemons e que tinha uma empresa que ajudava com a maior parte do giro financeiro da pequena cidade a Leites e Queijos Miltank, esse homem era inteligente e mesmo com dinheiro gostava de sair para pescar para ter aventuras, pois ele tinha um vida parada e chata por ter que ficar no escritório o dia todo, ele praticamente era o responsável por não tirar a pequena Ocean do mapa. Ele conheceu o capitão durante negócios, e entre conversas se criou uma amizade e parceria marítima. Era casado com a irmã de Elson, e vivia numa casa grande luxuosa e cheia de empregados, passava poucas horas em seu lar, já sua esposa ficava com seu filho Ivan um bebe 1 ano.
O terceiro tripulante do barco era Anderson, um homem que num acidente de avião tinha ficado naufragado em uma ilha deserta, e enquanto Elson e Baer passavam de barco o resgataram e agradecido ele começou a navegar com eles. Anderson não tinha memória, foram o navegantes que lhe deram esse nome, então com isso o três logo viraram grandes amigos.
”Flash Back”
Elson: Baer faz tempo que não pescamos nada né?
Baer: Verdade, mas capitão olhe naquela pequena ilha não parece um homem?! Podemos perguntar se nessa crosta tem peixes.
Elson: Ok.
Quando chegam:
?: Me ajudem me tirem daqui.
Elson: Mas quem é você?
?: Não sei, estou perdido há muito tempo nessa ilha, mas não podemos conversar, tem um pokemon atrás de mim.
Atrás dele aparece um Seviper gigante com a boca aberta.
Elson: Vai Donphan * a maior presa da espécie já vista*, use o investida.
O grande elefante vai rodando e acerta em cheio o adversário que acaba indo parar longe.
Elson: Obrigado amigão, volte agora.
Baer: E agora quem é você?
?: Não sei, só me lembro de acordar na ilha a uns 4 anos atrás, podem me tirar daqui?
Baer: O que você acha capitão?
Elson: Tudo bem, já que você não tem para onde ir que tal fazer parte da tripulação?
Baer: Ótima ideia, então?
?: Tudo bem, para mim está ótimo.
Baer: Precisamos te achar por algum nome, que tal Anderson?
Anderson: Ótimo.
Elson: então vamos.
Normalmente os três saiam durante uns três a seis meses para pescar e depois voltavam. Nesse período as esposas dos pescadores cuidavam dos negócios.
A cidade de Ocean era pequena, mas ela tinha seus pontos positivos, era um celeiro de goldeens poderosos, com isso todas as crianças que nasciam naquele lugar os pais logo davam um, seria apenas para ter ou para acompanhar a criança quando saíssem da cidade, claro, porque como Elson havia vencido uma liga acompanhado de Seaking, a cidade tinha um tipo de superstição em torno disso.
Muitas festas aconteciam, todos os habitantes se conheciam, e sempre que os três marinheiros saiam em uma pescaria, todos ficavam felizes, porque eles levavam o nome da city para onde iam, e com isso vinha o desenvolvimento. Porém tinha uma pessoa que não ficava muito contente, Rose sempre ficava com o coração na mão, antes de Raul nascer até que ela ficava tranquila mas depois disso, ela pensava e matutava, se acontecesse algo como criaria seu filho sozinha, também claro porque amava aquele homem. Passava noites meio tristes, parecia sempre saber do que estava por vir ou talvez não, fosse só meio desconfiada, o importante é que amava Elson.
A peixaria funcionava assim, Elson chegava com um pelotão de peixes diferentes, de todo tamanho, cor, em quantidade absurda, nisso era estocado em grandes refrigeradores que mantinham o peixe congelado a ponto de estar sempre fresco quando fosse tira o gelo, então ela ficava com sua família trabalhando na venda durante meses até que o estoque chegasse no ultimo terço, então ele precisava voltar para o mar e deixava sua esposa cuidando do negócio. Meio tímida, mas muito dedicada fazia tudo ao seu alcance para orgulhar seu marido.
A irmã de Elson, Vivian já era mais esperta e tratava dos negócios até melhor que seu marido, as duas conversavam muito sobre os dois, nesses tempos de viagem, sobre as crianças, a amizade das duas sempre foi grande. Elas criaram um torneio de beleza da cidade onde o Goldeen com o chifre mas brilhante ganhava bombons, brinquedos e etc, tudo que pudesse agitar aquele pacato lugar, lá estavam elas no meio.
Num dia quando estavam se distraindo resolveram fazer uma batalha pokemon na encosta da praia enquanto as crianças dormiam.
Vivian:
-Vai Marill.
Rose:
-Vai Goldeen.
Vivian:
-Marill use o anel de água.*O rato usa o ataque em direção ao adversário*.
Rose:
-Use sua velocidade esquive e use o supersônico.* Ele afunda na aguá e quando sobre usa o ataque ordenado*.
Vivian:
-Marill use o jato D'água. * Ele aparece duas imagens, até que solta o jato*.
Rose: “É tudo que eu queria”, pensou.
-Goldeen atravesse o jato d'água com o ataque de chifre.* O golpe atravessa e acerta Marill em cheio, que acaba desmaiado.
Rose:
-Venci eeeee.
Meses depois dessa partida passam, então Os amigos estão prontos para ir buscar peixes mais nm vez, e estão se despedindo de suas famílias:
Elson: Amor cuide de nosso menino, logo estarei voltando.
Rose:
-Estou com um mal pressentimento, você viu na TV esses dias, tem falado muito sobre um pokemon selvagem mostro marinho, não vá.
Elson:
-Espere esse monstro sumir, querida você não confia em mim, esse bicho nem deve existir, mas se existir eu vou capturá-lo, eu já fui um grande mestre pokemon, não lembra hehe. * Os dois ficam sérios então se beijam*.Não esqueça, de entregar esse pokemon para nosso filho, quando eu voltar eu irei ajudá-lo a treinar esse pokemonzinho.
Na outra casa:
Baer:
-Tchau princesa logo apareço.
Vivian:
-Volta logo, faremos uma festinha só nós dois no seu retorno *Beijo*.
Eles foram para uma viagem comum, mas e esse pressentimento da esposa do capitão, será que é apenas preocupação comum?Não perca no próximo capítulo.
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Re: Raul e sua Friendkarp

Mensagem por Raul Muller em Seg 29 Ago 2011 - 23:50

Prólogo Parte 2
Eles iam se afastando das terras, entrando mar a dentro enquanto Rose deixava cair uma lágrima com o pequeno Raul em seu colo que mesmo sendo um bebe olhava de forma fixa para seu pai enquanto sujava mais uma frauda.
No Barco:
Baer:
-Veja só capitão estamos perto da ilha Kroaguel, lá acontece um evento muito legal, tem garotas, bebidas e até uma competição pokemon.
Anderson:
-Garotas, que ótimo podemos ir?
Baer:
-É Capitão, terá bebidas?
Elson:
-Bom, não estou interessado nessas coisas, mas quem sabe posso praticar uma batalha.
Eles iam controlando o barco, as ondas eram leves, o sol forte, e o barco iam fazendo pequenos movimentos entre a direita e esquerda, pokemons aquáticos se aproximavam, enquanto Anderson tirava fotos e desenhava em seu livro, era noite eles só chegariam no destino no outro dia pela manhã.
O evento de Kroaguel acontecia na ilha com o dito nome, era próximo do arquipélago das ilhas laranjas, pessoas se reuniam faziam barracas e aproveitavam a vinda de vários turistas, estes turistas vinham para participar das festas, tentar conhecer as jovens “ inocentes”, participar do torneio, e tentar ver o lendário Numel Prateado.
O final do torneio acontecia no vulcão principal, já se havia uma tradição de 60 anos nesses combates, o prêmio era a estadia de graça no Hotel Lulu's durante 3 noites, além do troféu Camps que era feito de ouro maciço.
Chegando a Ilha, nosso heróis veem muita gente montando barracas, a festona só aconteceria anoite, foram para um Hotel, tomaram café da manhã e foram dormir para carregar energia para a madrugada adentro.
Por volta de umas 17:00 horas, já se houvia musica, os três amigos tomaram banho, e foram para as ruas, tudo já estava montado e toda a pequena ilha brilhava como um céu estrelado, os três se separaram em busca de suas diversões adversas.
Anderson passou a noite tomando foras até que uma jovem ruiva se aproximou dele e disse que faria tudo por ele. O rapaz levou para um lugar e reservado, depois do “tudo”, ele já ia saindo quando a jovem disse que ele devia pagar...assim foi a noite de dele.
Baer, bebeu muito, acabou durmindo deitado no chão.
O Capitão Elson, havia se inscrito na competição e chegou a final:
Juiz:
-Elson a capitão dos mares versus Lady Ojou, essa é uma batalha de apenas um pokemon, valendo o título, se o pokemon ficar fora de combate ou houver desistência do treinador, o outro saíra vitorioso, Let...Quer dizer.. pode começar;
Lady Ojou era uma moça ruiva dos olhos verdes, tinha um belo corpo, e era bem popular com os homens, sempre viveu na ilha, era a atual penta campeã consecutiva do torneio, era meio mal humorada, mas sabia ser educada quando preciso.
Lady Ojou:
-Vai Crobat.
Elson:
-Ferow eu escolho você.
Lady Ojou:
-Crobat
-Use Ataque venenoso*o ataque vai em direção do Ferow*
Elson:
-Use o investida e ataque com picada * a ave enorme se desvia e pega pequeno morcego em cheio*.
Lady Ojou:
-Não acabou, Levante Crobat e use o Raio da confusão e depois a mordida.* O dois ataque são tão rápidos e atingem o adversário e o derruba no chão.
Elson:
-Nãooo, eu sei que não é o fim, força amigão levante e acabe com isso com a Fúria* o passáro fica com os olhos vermelhos, e acerta um bocado de picadas no morceguinho o deixando inconsciente.
Lady:
-Você venceu, volte Crobat. Você é muito bom, batalharemos de novo em outra ocasião certo?
Elson:
-Claro, você é muito boa também.
Com isso foi o fim do torneio, mas não da noite, a festa continuará.
Elson bebia um pouco quando parece ter encontrado algo como uma sombra no mato, sua curiosidade o conduz, a seguir o que poderia ser sua imaginação, mas não era, uma coisa que impressionou os olhos do nosso pescador, era algo que deveria ser apenas uma lenda, O NUMEL DE PRATA.
O velho pescador ficou paralisado, até que ouviu uma voz:
Elson:
-O que?
Numel:
-O que você quer?
Elson:
-Espera um pouco, você está falando?
Numel:
-É o que parece né idiota.
Elson:
-Impressionante, você existe e ainda fala. Preciso te capturar.
Numel:
-Será que você consegue?
Elson:
-Não me desafie, vai Donphan, use o investida * o grande elefante vai para cima de pokemon raro*.
Numel faz um lança chamas poderoso e acerta o pokemon de Elson.
Elson:
-Não desista amigo* o Elefante mesmo quase perdendo a consciência atravessa a rajada de fogo e acerta em cheio, com isso os dois pokemons cairam desmaiados.
Elson:
-Volte amigo, agora, pokebola vai.
A bola acerta no Numel, da uma, duas , e o pokemon foge.
Numel Prateado:
-Você é bom, mas ainda não será você que me pegara.*some nos matos.
Elson volta para o Hotel Lulu junto de seus amigos e todos dormem pois zarparam na manhã.
Já de manhã, eles levantam se despedem das pessoas, e saem com o barco para voltar a pescaria. Quatro dias depois numa noite no meio de uma tempestade....
Anderson:
- A Bússula não funciona, estamos perdidos.
Baer:
-Não se preocupe com essa chuvinha.
Uma sombra em baixo d'água rodeava o barco quando de repente sobe de uma vez.
Anderson:
-O que é aquilo?
Elson:
-É um …....
O ser afunda o barco com os tripulantes.
Em Ocean Grill...
Rose:
-Que mal pressentimento.
Dez anos depois........
Rose:
-Filho seu pai mandou te dar esse pokemon há muito tempo, mas esperei, agora que você resolveu sair em uma jornada é melhor levá-lo.
Raul:
-Tudo bem mamãe.
[/sub]
[b]Um desastre aconteceu, mas a partir de agora começara a história principal, não percam o próximocapítulo.
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Re: Raul e sua Friendkarp

Mensagem por Raul Muller em Seg 5 Set 2011 - 17:12

Capítulo 3 – O ínicio

Muito tempo depois do desaparecimento de Elson e seus marinheiros, o jovem garoto Raul agora com 12 anos, resolvera ir em busca de seu sonho de se tornar um campeão da nova liga adotada graças a parceria de Kanto e Johto, a DRL (Double Region Legue).

A ideia da DRL foi criada a dois anos atrás, e essa seria sua primeira edição que se realizaria daqui há 2 anos depois da ultima reunião. O objetivo em consenso para os participantes do conselho mundial pokemon, tinham em mente que ao aumentar o número de participantes poderia haver um aumento de qualidade nas batalhas, e com isso o estímulo dos treinadores seria até triplicado, se houvesse sucesso o projeto se espalharia e poderia se ter “fusões” de outras regiões, sempre sendo duas. O conselho técnico para a realização foi formado por, Professor Carvalho, Professor Elm, Professor Ivy, Professor Brich, Professor Rowan, Professor Junniper, Professor Rauts, Lorelei, Bruno, Agatha, Lance, Wil, Karen, Bruno, Koga, Phoebe, Glacia, Sidney, Drake, Aeron, Bertha, Flint, Luciane e Red(esse agora não batalhava mais, cuidava de sua fazenda em Goias(hehe).

Ficou combinado a experiência, e as regras, seriam as mesmas utilizadas em Kanto, e o mais importante o torneio será realizado no arquipélago das Ilhas Laranja, que o título não era oficial de campeão não era reconhecido, foi feito um tipo de negócio com aval do centro mundial pokemon, Drake(agora dono do arquipélago), receberia o torneio em suas propriedades e em troca ganharia o selo oficial de torneio. Sem problemas foi aceito o acordo.

O outro objetivo de nosso aventureiro era ter notícias concretas de seu pai, mesmo que fossem ruins, pois para o pessoal da vila, ficou parecendo que os tripulantes apenas não voltaram, porque a polícia, não achou nenhum vestígio dos marinheiros, na busca na época. E com isso voltamos para uma noite antes de sua saída:

-Mãe agora que criei coragem, e finalmente conseguimos pagar a última prestação do sofá te ajudando no trabalho vou começar minha jornada amanhã.-Disse o garoto pardo, de olhos castanhos enquanto vestia seu pijama.

-Querido, amanhã lhe darei uma surpresa, e obrigado por me ajudar, esses 2 anos, pois já poderia ter saído, fico grata mesmo.- A mulher ruiva e com aparência calma, agradecia seu filho enquanto secava a louça.

TV: Reporter “ No plantão de agora a noite, acaba de ser confirmada a fusão das Ligas de Kanto e Johto, o Professor Carvalho representou o conselho em entrevista coletiva, nela foi esclarecida as burocracias, para mais informações, vocês devem ir até o laboratório do professor representante de sua região, esta é uma transmissão mundial, então você de qualquer lugar pode participar.

-Legal.-Dizia empolgado Raul- Eu nem acredito, preciso ir dormir agora mãe, amanhã logo cedo pegarei meu primeiro pokemon, com o Pr. Carvalho.-Se cobria empolgado enquanto já estava deitado em sua cama.

-Boa noite principe, e não esqueça que tenho uma supresa, para você, é algo que era do seu pai.- A mãe dizia com intuito de animar ainda mais seu filho.

Rose foi para seu quarto, arrumou a bolsa de seu filho, ligou o despertador e colocou sua camisola rosa de seda, quase transparente e colada, o suor do calor faziz com que se pudesse ver através dela, mas só a Rose estava no quarto, ela nunca mais ficou com outro homem, não se sabe se por medo, ou por não conseguir se livrar do sentimento por seu marido que desaparecera, muito jovem e bonita, se quisesse já poderia estar com várias opções, e não só por si, mas também pela peixaria, que com o tempo aprendeu a administrar e com isso já havia aberto um segundo ponto numa cidade vizinha, logo ela durmiu. Seu quarto era grande havia um armário de solteiro, um abajur, uma televisão e um pequeno micro system, fora sua cama que era de casal, tinha cobertas azuis e dois travesseiros, um ele colocava a cabeça e o outro abraçava quando se lembrava do passado, e nesta noite ela iria sofrer, pois agora com a saída de seu filho ela realmente, estará sozinha.

Logo pela manhã, Rose abrirá as janelas de toda a casa, deixando entrar um sol quente e extremamente gostoso, que iluminava não só as coisas materiais, mas o mais importante, seus pensamentos. Preparava um café da manhã, era dois ovos fritos e arroz japones, acompanhava um suco de morango.

Ao terminar de fazer, levou para seu filho e o acordou:

-Raul Levante, tome seu café, já são 6 horas.- Falava enquanto balançava seu filho, que parecia não querer levantar.

-Já entendi mãe.- O jovem levanta com os olhos vermelhos e reclamando.

Depois de tomar seu lanche matinal, o garoto toma banho, pega sua roupa favorita e se vesti, ele usava um penteado igual o do Wolverine, usava uma calça moleton cinza que era certa na cintura, mas bem larga nas pernas, e uma camisa de frio onde frente e verso eram pretas, e os braços cumpridos amarelos, com uma regata laranja por cima.

-Mão , estou indo.- O garoto falava já na porta, com a bolso do Agumon nas costas.

-Bebe, você não esqueceu da surpresa que te falei ontem né?-Indaga Rose, tendo certeza da resposta que viria.

-Desculpe, mas o que era mesmo?- Pergunta o garoto envergonhado.

-São duas coisas, um calendário digital, já que de hoje até a dia da liga são dois anos completos, te ajudar como motivação.- Era dia 14 de junho de 2011, falava Rose auto, enquanto programava, o aparelho eletrônico.

-Legal, mas e a outra coisa.- Perguntava o menino, com pouca paciência.

Rose pegou uma pokebola de dentro de uma caixa, e disse:

-Filho seu pai mandou te dar esse pokemon há muito tempo, mas esperei, agora que você resolveu sair em uma jornada é melhor levá-lo.- Rose entregava na mão de seu primogênito.

Raul:

-Tudo bem mamãe. Mas que pokemon é esse?

-É um Magikarp, seu pai o capturou há muito tempo, e disse para você confiar no pokemon.-Rose falava, o que fora instruída a fazer.

-Nossa que inesperado, meu pai me deixou esse pokemon...- Com um sorriso amarelo, Raul não conseguia disfarçar sua decepção, mas se controlou, agradeceu e se despediu indo rumo a laboratório do professor Carvalho, para pegar sua pokeagenda, pokebolas, e estava disposto a pegar um primeiro pokemon, mesmo tendo o Magikarp, pois ainda não achava que aquele peixe, mongol seria útil.

Pelo caminho, via flores, árvores, alguns pokemons, um grande lago que é o que servia de referência para seu destino, nosso herói estava na grande praça de Souut. Souut fazia parte da grande pallet, porém já era outra cidade, uma espécie de subdistrito, qua a pouco tempo havia sido construido casas onde só havia atividades rurais. Ao caminhar olhando para frente de forma descuidada, enquanto resmungava por estar com um Magikarp, acabou caindo no lago:

-Socorro, me ajudem.- O desespero tomava conta de nosso herói.

Então ele teve uma ideia. E lançou a Magikarp:

-Por favor me leve para próximo da margem.

O pokemon peixe ficou parado olhando para ele, não teve nenhum tipo de reação, e apenas repetia karp. O treinador cansou e acabou desmaiando, com isso o Magikarp foi até ele, e o puxou com toda sua força até a margem. Alí perto passava um camponês que ao ver a cena foi até lá, e ajudou puxando Raul para a terra.

Pouco minutos depois de ser salvo, Raul acordou e viu o camponês olhando para ele, e depois de agradecer, e sair começou a pensar.
“ Magikarp maldito, nem para me salvar serviu, pai como você quer que eu te ache com auxílio disso”.

O pokemon na pokebola cansado, sem saber de nada, se sentia aliviado por seu mestre estar bem.

Chegando de frente para o laboratório, foi entrando em passos largos, quando viu o professor, um homem de jaleco branco, cabelos acinzentados, com uma camisa vermelha por dentro, e um semblante calmo, e sério.

-Professor, é um prazer te conhecer, meu nome é Raul de Souut eu vim aqui para começar minha jornada e saber mais sobre a DRL.- Dizia Raul empolgado.

-Prazer Raul, pode entrar, aqui está sua pokeagenda, suas pokebolas, e pode escolher, os íníciais disponíveis são: Nidoran(Macho), Marrep e Azurill.- Falava rápido pois, teria ainda que explicar sobre a nova liga, fora que havia muitos treinadores por vir ainda.

Depois de pensar um pouco se seria certo, mesmo tendo a Magicarp, se lembrou da cena de ser salvo por outra pessoa e não seu pokemon e falou:

-Escolho o Marrep, vai ser muito bom ter ele não só para batalhas, mas também na época do frio sua lã será ótima hehe.- Falava dando risadas altas.

-Bom você terá que pegar as 16 insígnias, das regiões de Kanto e Johto, depois disso ganhara o direito de participar da nova liga, ela será realizada nas ilhas laranja, e a data do começo do evento é dia 14 de junho de 2013. Já na liga as regras serão parecidas com a de Kanto, todos terão que vencer 4 batalhas em campos de elemento diferentes, e depois disso começara, os confrontos, assim como em Johto, serão usados 6 pokemons por batalha, mas apenas depois da fase dos elementos.-Dizia carvalho ainda mais apressado.

-Nossa que maneiro, mas se é tudo isso devo começar logo, obrigado professor.- Raul ia embora balançando os ombros, com dois pokemons e mais 5 pokebolas.

Ao anoitecer armou a barraca no caminho para a cidade de Pewter, pois logo iria para violet city, resolveu fazer o caminho de um continente para o outro, enquanto se preparava para dormir, ouviu um barulho, o medo tomou conta, pois a noite estava fria, o vento fazia com que os galhos das arvores parecessem ameaçadores, mas ele tomou coragem e viu que era uma garota, chorando com um pokemon na mão, ele abriu a pokeagenda para saber o que era:

“Buizel é um pokemon do tipo água. Ele tem a capacidade de dobrar de velocidade na chuva e debaixo d'água”.

O pokemon estava machucado, então Raul foi ajudar:
-O que aconteceu?
-Meu pokemon está com febre e está piorando.- o choro não parava.
-Calma, vou da um jeito pode confiar.-Raul falava com um semblante de herói americano.
Eles correm em busca de um centro só que no meio do caminho.........................

Gente até o próximo, se tiverem elogios ou críticas estou pronto para ouvir, perceberam que demoro um pouco para postar os capítulos, por demorar a criar coragem, então até.....
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Re: Raul e sua Friendkarp

Mensagem por Jiggly em Ter 6 Set 2011 - 15:43

Achei interessante, mas você erra em algumas coisas, acho que você deveria colocar um espaço depois do travessão. Bom é só isso.
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Re: Raul e sua Friendkarp

Mensagem por ~Wind em Ter 6 Set 2011 - 15:46

concordo com a jiggly nesse ponto de vista e não exagere nos pontos no final, seria só uma reticências (...) (não sei escrever) e acabou. Bom é só isso.
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Re: Raul e sua Friendkarp

Mensagem por Raul Muller em Qui 15 Set 2011 - 18:09

Capítulo 4 – A Nova Companhia


Eles correm em busca de um centro só que no meio do caminho, aparece um enorme pokemon. Eles estavam num território que parecia meio que abandonado, as árvores enormes e o chão marcado por pegadas, o ser tinha aparência canina, duas presas afiadissimas e ao mesmo tempo enormes, tinha um rosto sério beirando a raiva, tinha a pele roxa e se mantinha encostado numa rocha, enquanto olhava para Raul.

- Droga o que é isso, preciso ver na pokeagenda. - Falava o rapaz em tom de preocupação.

“Grandbull: Tem a mandíbula inferior ultra desenvolvida, por isso, seus caninos são enormes. Seu tipo é Normal e evolui de Snubbull.”

- Menina corra, deixe isso comigo, você precisa levar seu pokemon logo para o centro. - O garoto já sacava uma pokebola.
- Vai Marrep.

Enquanto isso a garota colocou seu pokemon na pokebola, e antes de correr curiosa observou a criaturinha de Raul.

“Mareep é uma ovelha do tipo Eléctrico. Sua energia elétrica é armazenada na sua lã. Evolui para Flaaffy.”

Na batalha:
- Mareep use o paralisar. - O ataque vai em direção do adversário
O pokemon cão esquiva e acaba mordendo a perna da pequena ovelha.
- Nãooo, droga, mas eu vou vencer, use o choque do trovão. - A corrente elétrica é tão forte que faz o pokemon selvagem se soltar, e correr.
- Perdi a chance de capturar hehe, Puts. - Se lembrando da jovem e de seu pokemon ferido, foi correndo para o centro da cidade de pewter.

Já no centro de Florestum:
- Obrigada enfermeira Joy, por ter cuidado do meu pokemon. - Fala a jovem.
- Tudo bem, é apenas meu trabalho, mas cuide direito do seu pokemonzinho. - Fala a enfermeira.
Achei você, como está seu pokemon? - Perguntava Raul respirando forte, pois tinha vindo correndo.
Ele está ótimo, graças a você e a Joy. - Falava a menina corada.
Que ótimo, mas falando nisso, qual é mesmo o seu nome e sua idade?
Nakatasha e tenho 12 anos e você? - Perguntou meio sem jeito.
Eu sou Raul, também tenho 12 anos.- Respondeu o rapaz.

Nakatasha é uma menina morena, dos olhos verdes, que se veste com uma camisa de manga curta preta que vai até encima do umbigo, um cachecol verde, e uma calça leg rosa com de talhes laterais brancos, usa um tênis amarelo, é bem magrinha mas com os seios já bem desenvolvidos.

- E então, o que você fazia naquela floresta, Naka, posso te chamara assim? - Perguntava o jovem curioso.
- Eu estava perdida, eu estava recomeçando hoje minha jornada, e claro que pode meu salvado. -Falava a menina sem graça.
- Recomeçando?
- Sim a 2 anos eu sai de casa, cheguei a pegar um charmander como inicial depois capturei o GrandBull, mas resolvi voltar para casa por motivos pessoais.
- Que motivos?
- Você não ria, eu estava com medo de sair sozinha.
- Tudo bem, eu também sai atrasado, claro que por um motivo um pouco menos tosco hehehe.
- Bobo.

Os dois conversaram bastante então resolveram sair em jornada juntos, eles tem um objetivo em comum conhecer a DRL, Raul como participante e Naka queria para obter informações e ser uma grande observadora pokemon. Tinham apenas 1 anos 11 meses e 3 semanas e 4 dias para isso, claro que não parece pouco, mas quando para pensar o tanto de ginásios para passar, Raul até fica bravo.

Lá estavam eles bem perto do ginásio de Pewter, quando aparece um pokemon:
Olha, o que será aquilo? - Pegunta a menina.
Eu não sei, mas a pokeagenda sabe:

“Tem poderes místicos, mas nunca se recorda que os usou. É por isso que sempre parece confuso. Se a sua enxaqueca crônica atinge o máximo, vai liberar estranhos poderes. Mas parece incapaz de se lembrar de tal episódio”.

- Vai Mareep. - Raul lança seu pokemon ovelha.
- Use o choque do trovão. - O choque acerta o pato amarelo em cheio, que resiste.
O pokemon adversário, usa a confusão jogando a ovelha numa arvore.
- Não acabou, use a investida. - Enquanto Psyduck estava de costa, é acertado e desmaia.
- Pokebola vai. - O objeto acerta o pokemon da suas 3 giradas e para.
- Que demais peguei um novo pokemon. - Falava Raul pulando.
- Nossa parabéns você é o melhor. - Naka falava enquanto cobria seu rosto de vergonha.
- Obrigada, mas vamos passar ali no contro porque o ginásio de pedra está muito perto.

No centro:
- Nossos pokemons estão recuperados, agora vamos para o defrontamento no ginásio de pedra. - Falava Raul confiante.
- Vamos sim, posso te fazer uma pergunta? - A menina parecia curiosa.
- Outra hehe, pode sim. - Falava o rapaz em tom de brincadeira.
- Chato, quantos pokemons você tem?
Ele pensou um pouco, lembrou da Magikarp que ele tinha vergonha e disse:
- Eu tenho dois agora com o Psyduck, mas agora chega dessa conversa.

Chegando no ginásio veem o enorme monumento, por fora uma enorme porta gigante e dupla, por dentro paredes rochosas, um campo de batalha, e um homem de olho fechados e um cabelo espetado o olhava.

- Você é o líder? Se sim te desafio para uma batalha.
- Eu aceito, será uma batalha 2 contra 2.
O juiz anuncia:
- Essa é uma batalha oficial valendo a insígnia de pedra, começem.

Brock: -Vai Croagunk.
Raul: -Vai Mareep.
Brock: -Use a bomba de lama. - O ataque vai em direção da pequena ovelha.
Raul: -Usa a esquiva, e depois a evasiva. - O pokemon se desvia e vai se aproximando do sapo azul.
Brock: -Agora, astonish e depois bomba venenosa. - O primeiro ataque acerta deixando a marrep tonta, e o segundo se aproximava do alvo.
Raul: -Acorde, e acabe com a brincadeira, choque do trovão, depois investida. - O choque se colide com a lama formando uma explosão, nisso o pokemon de Raul aparece acertando Croagunk, que cai no chão.
Juiz: -Croagunk fora de combate.
Brock: -Vai Geodude, use o Magnitute. - O campo todo treme deixado o pokemon de Raul preso com os membros inferiores na terra. - Use o pancada. - O pokemon de pedra começa, a socar a cara da ovelha com golpes cada vez mais forte.
Raul: -Use o choque do trovão. - O golpe acerta, mas não faz efeito, e geodude continua o batendo.- Droga, volte.
Juiz: -Mareep fora de combate.
Raul: -Vai Psyduck, use o aguá pulsante. - O pokemon amarelo já sai usando o ataque em direção ao adversário.
Brock: -Droga, Geodude usa a esquiva, e depois rosa explosiva. - Rápido a pedra levitante, foge do ataque e joga uma enorme rocha no pato.
Raul: -O que? Não pode ser, Psyduck, quebre a rocha com o golpe de fúria, depois a confusão. - O ataque destrói o rochedo, e deixa geodude tonto.
Raul: -Agora use o ataque de chicote. - O ataque com a calda é tão forte que joga o adversário na parede.
Juiz: -Geodude está fora de combate, o vencedor da batalha é Raul.

- Parabéns Raul, tome sua insígnia. - Brock lhe passava a pedra.
- Que demais, eu ganhei hahahahahahaha. - Dava risada enquanto entrava em estado de loucura.
- Nossa Raulzinho pare de ser bobo. - Nakatasha, falava enquanto olhava para seu amigo.
- Desculpe. - o menino olhava para o chão sem graça.
- Vamos logo para Violet, pois tenho uma coisa importante para fazer lá. - Falava com pressa a menina.
- Tudo bem, mas o que você que fazer lá? - Muito curioso.
Ela imaginava: “ Na cidade de Violet tem um anel maravilhoso que dado a quem se ama o amor poderá ser eterno...Naka eu sempre te amei me de um abraço.
Sim, Raulzinho.”
- Nada não... - Falava a menina com o rosto vermelho.
- Tudo bem, próxima parada Violet City. - Fazendo pose de herói americano.


FLW PESSOAL ATÉ O PRÓXIMO CAPÍTULO.

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Re: Raul e sua Friendkarp

Mensagem por Raul Muller em Sab 24 Mar 2012 - 12:30

Capítulo 5 – Outro Continente,
Outra Insignia

Depois de alguns dias de viagem, nossa dupla estava numa floresta bem próxima de seu destino, o jovem Raul estava no meio de uma batalha de preparação contra um morador local.

- Mareep use o choque do trovão. - Falava nosso treinador.
- Kangaskhan, se esquive e use o mega soco. - Ordenava o treinador adversário.
O grande pokemon acerta em cheio o queixo da pequena ovelha, que cai fora de combate.
- Foi mais fácil do que eu imaginava. - Falava em tom de deboche o garoto com roupa de gari, toda laranja e feita de coro.
- Droga como pude perder, nesse ritmo não vou conseguir nada. - Chateado o rapaz se abria com Naka.
- Não se cobre tanto ate os melhores treinadores perdem. - A menina o consolava enquanto caminhavam para a entrada de Violet.

Ao chegarem foram direto para o centro dar uma descansada, o centro era bonito e a enfermeira de cabelos vermelhos, mostrou-lhes seus quartos, então a menina disse que precisava sair e ir rumo a uma lojinha, o rapaz se ofereceu para acompanhá-la, mas ela disse que não precisava e foi.

Ao andar rumo ao centro da cidade viu o que procurava a Gold Color Wings. E uma loja grande por fora era rosa com contrastes amarelos, sua porta parece aquelas de bares do velho oeste, por dentro não havia muita coisa apenas um balcão e uma senhora de cabelos brancos e olhos semi fechados sentada do lado de trás. A senhora viu a menina e perguntou:

- O que deseja minha jovem?
- Bom, é aqui que se vende o anel do amor? - Pergunta Naka meio constrangida.
- É aqui mesmo, mas você e tao jovem, já esta com alguém em mente? - Curiosa a senhora.
- Mais ou menos, qual o valor dele? - Perguntava rápido tentando fugir do assunto.

No Centro pokemon num laguinho Raul pensava: - “Pai a única coisa que deixou para mim foi esse peso de papel vermelho, porque sera que tem algum significado”.

Na loja:
- Não aceito dinheiro e bem simples, tem de me vencer numa batalha, fazendo isso te darei o anel, mas se não conseguir...- Falava pausando deixando um mistério quase que chamando o questionamento da menina.
- O que acontecera?
- Me dará seu pokemon.

A menina aceitou e quando as duas jogaram seus pokemons tudo apagou, e num grito sufocado Naka desapareceu.

No centro:
- “Bom a Naka saiu faz tempo, mulher é fogo, vai na loja e compra tudo, vou ir enfrentar o líder do ginásio da cidade, quem sabe cruzo com ela no caminho”. - Pensava enquanto pegava suas pokebolas.

Andando distraído acaba vendo aquele rapaz de roupa de gari entrando no edifício grande roxo, o prédio tinha 2 cataventos no teto, Raul foi correndo e quando entrou viu o gari de pé ao lado de um homem sentado numa cadeira.

- O que você faz aqui perdedor? - Gari provocando.
- Cala a boca não vim falar com você, vim desafiar o líder desse ginásio. - Raul quase gritando.
- Aceito seu desafio, meu nome é Falkner. - Levantava da cadeira olhando para o desafiante. - Essa sera uma batalha 2 x 2 pokemons.
Juiz: - Pode começar.
Falkner: -Vai Pidgey.
Raul: - Vai Mareep.
Falkner: - Use a bicada. - O pokemonzinho da um rasante e na sequencia começa a bicar as costas de Mareep.
Raul: Use a investida. - A ovelha da um salto em direção ao pidgey.
Falkner: - Voe e use o ataque de areia. - A areia cega o pokemon de Raul por alguns instantes. - Agora use o bicada com toda a força.
Raul: - É isso que eu esperava, Mareep feche os olhos e use os relâmpagos. - raios finos saem em todas as direções, um acerta Pidgey em cheio. - Haaaaaaaaa, consegui.
Juiz: - Pidgey esta fora de combate o vencedor e Mareep.
Falkner: Calma garoto apenas estamos começando, vai pidgeotto. - A ave aparece já intimidando o adversário.
Raul: - Hora de acabar rápido com isso, Mareep use o choque do trovão. - O raio vai em direção, mas o pássaro se esquiva.
Falkner: - Você não esta batalhando contra qualquer um rapaz, pidgeotto use o tornado. - O tornado acerta ao pokemon do desafiante e o deixa cambaleando.
Raul: - Droga, tente despertar. - O chamado foi inútil.
Falkner: - Agora, ataque rápido.- Pidgeotto da uma volta pega velocidade e acerta a cabeça da ovelhinha a deixando fora de combate.
Juiz: - Mareep esta fora de combate, o vencedor e Pidgeotto.
Raul: - Ainda não acabou, vai Psyduck.
Falkner: - Use o tornado, e depois ataque rápido. - Os ataques acertam o pokemon amarelo, que se ajoelha.
Raul: - Psyduck, levante e use o ataque chicote. - O calda bate contra o bico do Pidgeotto e faz levantar poeira. - Jato d'água. - Ataque chega perto, mas a ave voadora desvia.
Falkner: - Suba e desça com tudo usando a investida mais ataque rápido. - Psyduck é acertado no rosto e vai parar longe.
Raul: - Levante e fique parado.
Falkner: “ O que sera que ele esta pensando, e um amador mesmo”. - Mais uma vez, Pidgeotto suba e combinação investida com ataque rápido.
O ataque veio com tudo e quando o contato estava prestes a ocorrer.
Raul: - Coloque a cabeça para se proteger. - O bico acerta em cheio a testa de Psyduck, e começa a gritar e então seus olhos ficam azuis. - Agora use a confusão. - O ataque paralisa Pidgeotto e o joga na parede do ginásio, abrindo um buraco e deixando o pokemon desmaiado.
Juiz: - Pidgeotto esta fora de combate o vencedor e Psyduck e seu treinador Raul.
Falkner: - Parabéns você mereceu tome a insignia.
Raul: - Obrigado, nem acredito que venci. - Falava empolgado.- Nossa me lembrei preciso procurar a Naka.
- Quem é essa?. - Perguntava Falkner dando um ar de preocupação.
- É uma amiga minha de viagem, ela tem 12 anos e esta de calça lag, viu alguém assim pela cidade?.
- Não, mas algumas meninas tem desaparecido, não tenho detalhes, mais e melhor perguntar sobre o assunto para a policial Janny ou o detetive Scoot, eles devem te ajudar.

Na delegacia, um lugar grande com duas salas com os nomes das pessoas da lei que Falkner havia explicado, uma sala era pintada de azul bebe todo enfeitada e tinha um pokemon cão sentado ao lado de uma moça de cabelo azul, e a outra era preta, tinha cinzas de cigarro por toda parte e um pokemon cão preto com chifres sentado ao lado de um homem baixo, de cabelos grisalhos que usava um sobretudo. Ao observar foi falar com a policial que parecia ser mais amistosa:

- Com licença, meu nome e Raul e uma amiga minha sumiu, poderia me ajudar a encontrá-la?
- O que mais uma? - Perguntava a si inconformada.
- Como assim? - Perguntava assustado.
- Muitas meninas tem sumido, mas não temos pistas, preencha esse formulário e quando tivermos informações lhe ligaremos.
- Mas isso é muito sério, só pode fazer isso. - Indignado.
- Apenas, preencha e vá.
O garoto sai desconsolado até escutar um assovio da sala ao lado.
- Posso te ajudar. - Fala o homem de cabelos grisalhos.
- Como? - Raul pergunta com um certo desespero...

ATÉ O PRÓXIMO CAPÍTULO.

@ Pepe Akemi Says: Fan Fic inativa por mais de um mês, logo que isso acontece ele é trancado, caso queria reabri-lo só mandar uma Mp a qualquer Fan Fic Moderador. Trancado.
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