A verdadeira história de Ash Ketchum

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A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por Alice casanova em Qua 18 Ago 2010, 6:43 pm

Oi. Este foi uma ideia que eu já tinha tentado antes. A ideia de juntar Pokemon e Harry Potter, duas coisas que eu adoro. Não tive muito sucesso da primeira vez mas com todas as alterações que fiz espero que o resultado seja diferente. devido ao facto de ser portuguesa, a minha escrita é um pouco diferente contudo penso que não impede que se perceba a história. Gostaria de vos convidar também a ler a minha outra fic: Sinnoh, As novas e perigosas aventuras.
Leiam e comentem!! xD
Obrigado....


Prólogo


Finalmente. Após anos á procura deles, finalmente os tinha encontrado. Não há muito tempo tinha-lhes sido enviada uma mensagem para que se juntassem a ele, a qual eles recusaram. E agora sofreriam as consequências.

- Magnezone sai! - ordenou. Num instante o seu pokemon apareceu. Pronto para enfrentar a missão a que estava destinado. Cyrus tinha-o capturado a apenas 4 meses e já o havia tornado um dos seus melhores pokemons.

Olhou pela janela e lá estavam eles. Os Ketchums. Silver Ketchum, um homem alto de cabelos compridos cinzentos, um pouco despenteados estava sentado no sofá, segurando o seu filho. Era por ele que Cyrus estava ali agora. Quem diria que um dia o homem mais poderoso e temido do mundo perderia uma noite para ir pessoalmente assassinar uma criança de apenas um ano. Maldita profeta que tinha previsto aquilo.

Ele trataria dela depois.

Houve movimento na sala. Silver tinha entregado a criança a uma mulher de cabelos castanhos e um olhar bondoso. Cyrus reconheceu-a como sendo Delia, a mãe da criança. Se ela se comportasse bem, nada lhe aconteceria. Ele só ali estava pelo garoto. Embora o pai…

Tinha chegado a altura.

- Usa Magnet Bomb. – ordenou ao seu Magnezone, que com um estrondo de luz fez a porta de entrada explodir.

Cyrus pôde perceber o quanto Silver e Delia ficaram assustados com o estrondo. Mas rapidamente se aperceberam do que tinha acontecido. Ele ainda ouviu Silver gritar:

- É ELE! É ELE! DELIA PEGA NO ASH E FOGE!!! – uma Chikorita apareceu á frente de Cyrus enquanto alguém subia as escadas da casa a correr e o choro de uma criança se fazia ouvir.

- Hyper Beam! – o ataque de Magnezone acertou no pokemon, que caiu nocauteado. Um segundo ataque foi suficiente para que Silver Ketchum cai-se na sua sala de estar. Morto.

Delia ouviu o estrondo e apercebeu-se que o marido estaria provavelmente já morto. Ela entrou no quarto no casal e deitou o pequeno Ash no berço, colocando-se á sua frente como se fosse a única forma de o proteger do mal que se aproximava. Só teve tempo de libertar o seu Mr. Mime antes que a porta do quarto explodisse e ela pudesse ver uma sobra por detrás de toda aquela fumaça.

- Light Screem! – ordenou ela ao pokemon. Mr. Mime criou uma espécie de cubo seguro que o protegia a si, á sua treinadora e ao pequeno garoto que chorava no berço.

- Isso não me vai impedir. – riu Cyrus. – Thunder!

O ataque de Magnezone atingiu o tecto do quarto, fazendo cair algumas partes do mesmo, uma delas em cima de Mr. Mime, que não aguentou o embate. Delia, ao ver o seu pokemon derrotado abriu os braços em frente ao berço do filho.

- Por favor… - pediu.

- Sai da frente mulher. – ordenou Cyrus sem paciência – Tu não tens que sofrer nenhuma consequência.

- Por favor… - repetiu ela – Não faça mal ao Ash. Leve-me a mim no lugar dele.
Cyrus sorriu.

- Quem sou eu para te negar o último pedido de uma pobre mulher. – disse ele – Hyper Beam!

Delia ainda tentou proteger a face com as mãos mas não foi suficiente. O pequeno Ash chorava agora enquanto a sua mãe desfalecia em frente ao seu berço e um estranho o pegava agora ao colo.

- Finalmente. – disse Cyrus olhando para o garoto – Tu meu menino tens me dado muito trabalho.

Ash continuava a chorar sem saber o que o esperava.

- Hyper Beam! – ordenou o homem pela última vez.

Todos na vizinhança conseguiram ouvir a explosão que aconteceu numa das ultimas casas da vila. A casa dos Ketchum.

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Re: A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por william ketchum em Qua 18 Ago 2010, 7:04 pm

Olha, tá bem legal sim.
Mas a delia ainda não tinha o Mr. Mime quando o Ash era bebê e se ocê ver bem não é o cyrus black que mata os pais do harry (eu acho ^^')

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Re: A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por Swellow_Blastoise em Dom 22 Ago 2010, 5:12 pm

william ketchum escreveu:Olha, tá bem legal sim.
Mas a delia ainda não tinha o Mr. Mime quando o Ash era bebê e se ocê ver bem não é o cyrus black que mata os pais do harry (eu acho ^^')
Acho que não foi isso que ele quis dizer. Ele colocou outro personagem(não sei se é o Cyrus do Team Galactic ou outro de mesmo nome), pois ficaria estranho colocar o Titio Volder no Mundo Pokémon.

Também gostei nuito, ficou muito legal!

Adios,

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Re: A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por ~Sir Leafeon I em Seg 23 Ago 2010, 10:47 am

Olá Alice casanova!

Eu adoro Pokemon e Harry Potter, assim como você.

Quem mata os pais do Harry e o Lord Voldemort, mas, como Swellow_Blastoise disse,
seria estranho colocá- lo em uma fic.

A história está ótima, não vi muitos erros de ortográficos e nem gramaticais.

Continue a fic pois ela está bem legal, concerteza vou acompanhar.



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Re: A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por Alice casanova em Qui 02 Set 2010, 11:53 pm

William Ketchum: Tente não se reger muito pelos acontecimentos da anime pois embora sejam importantes, podem e serão mudados na história. Este Cyrus é o da Galactic mesmo... xD. Continue lendo.

Swellow-Blastoise: Você me compreender. xD. Se bem que seria engraçado ver o Voldie a comandar a sua fiel Clefairy... Ahahahahah. Continue lendo!! xD

-Lucas-: Fico feliz que tenha gostado. Aguardarei os seus coments ansiosamente!! xD


Capítulo I
O Garoto que sobreviveu


Pouco passava da meia-noite quando um piar se ouviu na silenciosa rua de Daybreak Town. Um grande pássaro aparecia nos céus e dirigia-se a uma das casas. Se alguém estivesse acordado teria ficado impressionado não só com o tamanho daquele pássaro mas também pelo facto de estar um homem viajando nele.

Era alto com cabelos e bigode brancos como a neve e um sorriso de orelha a orelha.

- Foresight! – limitou-se a dizer e uma luz dourada saiu dos olhos do enorme pássaro iluminando um canto escura entre duas das casas. Nele estava uma mulher de aparentemente cinquenta e poucos anos. Contudo, ela não pareceu nada admirada por ter sido descoberta.

- Curioso encontrá-la aqui Agatha! – disse o homem sorridente.

- Boa noite professor Rowan. – disse ela sem co-responder ao sorriso. – Como soube que eu estava aqui?

- Minha cara eu pude ouvir o gargalhar dos seus fantasmas assim que cheguei. – explicou o homem de nome Rowan – Creio que não perderá tempo algum em ensinar-lhes discrição.

A mulher denominada Agatha ignorou totalmente o comentário.

- Estive a observá-los. – disse apontando para a casa em frente a qual ambos estavam. – São a pior família de trouxas que eu já conheci. O homem é excêntrico, a mulher intrometida e o filho deles totalmente insuportável.

- Contudo não há nada que possamos fazer. – disse Rowan – Eles são a única família que lhe resta.

- Então sempre é verdade o que dizem nas ruas? – perguntou Agatha como se só agora tivesse aceitado a realidade.

- Sim. – respondeu Rowan apercebendo-se ao que a mulher se referia. – Na noite passada Cyrus foi até á casa dos Ketchum e assassinou ambos Silver e Délia.

Agatha aparentava estar completamente escandalizada.

- E depois tentou matar o pequeno Ash. – continuou Rowan – Mas parece que algo correu mal e o ataque se virou contra o próprio Cyrus, que desapareceu, deixando a criança sozinha nas ruínas daquela casa.

- E onde está ele agora? – perguntou Agatha referindo-se ao bebé.

- Wake foi buscá-lo. – informou-a o homem.

- Acha certo confiar em Wake num momento tão importante quanto este? – perguntou ela.

- Minha cara eu confiaria a Crasher Wake a minha própria vida. – respondeu o velho homem.

- Que seja. – disse ela não muito convencida – Mas não o pode deixar aqui, com esta gente. Rowan eles são completamente repugnantes.

- Mas Agatha… - começou Rowan, sendo interrompido pela mulher.

- Você não entende? – continuou ela – Esta criança será um ídolo no nosso mundo. Todas as crianças ouvirão falar dele. Escrever-se-ão livros em sua homenagem. Todos saberão quem ele é. Acha mesmo prudente confiar o futuro de alguém tão importante a um bando de trouxas?

- Minha cara não se iluda. – disse o homem – Cyrus desapareceu por agora mas quando ele voltar. E ele vai voltar! Esta criança terá que estar preparada. E até lá apenas a família o poderá proteger dos perigos que este mundo lhe reserva.

Agatha preparava-se para argumentar quando um enorme rugido se fez ouvir. Ambos olharam para o fundo da rua mesmo a tempo de ver aparecer o que parecia ser uma enorme cobra de pedra. E se a cobra era enorme, o que dizer do homem que vinha sentado em cima dela. Com o dobro do tamanho de um homem normal e não trajando nada mais que um par de calças azuis e uma máscara da mesma cor. Parecia carregar algo muito delicado nos seus braços. Ele desceu da cobra e virou-se para os presentes.

- Boa noite Professor Rowan. Boa noite professora Agatha. – cumprimentou ele.

- Boa-noite. – ambos lhe responderam.

- Onde foste buscar esse Onix, Wake? – quis saber Agatha.

- Bruno emprestou-mo. – explicou o gigante homem – Disse que não ia precisar mais dele.

- Como correu a viagem? – perguntou Rowan.

- Quando lá cheguei encontrei a casa completamente caída. – disse ele – Bruno chegou depois de mim. Ouvimos o choro do pequeno Ash e encontrámo-lo no meio do destroços. Uma visão terrível. Com os corpos de Silver e Délia ali tão perto.

Crasher começou a chorar em altos soluços. Mas não parou de contar o sucedido.

- Então eu avisei o Bruno da missão de que havia sido incumbido e ele disse-me para trazer o seu Onix. Disse que ia resolver o problema ele próprio.

- Esperemos que não faça nenhuma asneira. – lamentou-se Rowan – E como está o pequeno Ash?

- Adormeceu enquanto atravessávamos Cerulean. – Crasher Wake entregou o pequeno bebé nos braços de Rowan e retirou qualquer coisa do bolso que fez desaparecer a enorme cobra de pedra.

Rowan olhou para o bebé ao seu colo e reparou numa cicatriz em forma de raio na sua face.

- Foi aí que…? – começou Agatha.

- Sim! – respondeu ele de imediato. De seguida dirigiu-se a porte de uma das casas e colocou o bebé na entrada, juntamente com um envelope.

- Gostava que todos vós levantassem as vossas pokebolas a Ash Ketchum! O garoto que sobreviveu.

Capitulo 2: Quem diria que as cobras me conhecem? (Preview)

As pessoas corriam em todas as direcções, ninguém queria ficar e tornar-se uma presa fácil para aquela criatura. Ash tropeçou nos próprios pés e caiu, mesmo no momento em que a cobra chegou perto de si.... Não Percam!!

Nota: Estou aceitando inscrições para personagens!! Por Favor quem estiver interessado me mande por MP o nome (Primeiro e Último) e a equipa (Mínimo 4 pokemons). Se quiserem escolher os ataques por mim tudo bem apenas peço que sejam conscientes. xD

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Re: A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por ~Sir Leafeon I em Sex 03 Set 2010, 11:16 am


E aí Alice!

A história continua boa.

Você colocou Crasher Wake no lugar de Hagrid, Prof° Rowan no lugar de Dumbledore e Agatha no lugar da Profª Minerva McGonagall.

Vou continuar comentando pois está fic está muito boa!

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Re: A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por Caio. em Qui 14 Out 2010, 9:06 pm

Por alguns problemas que você teve em relação ao fechamento desse tópico, você criou outro. Para evitar Cross-Topic, eu fundi os tópicos. Desculpe qualquer coisa, Alice.

Passar bem.

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Re: A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por pikachu385 em Qui 14 Out 2010, 9:20 pm

Alice gostei muito da fusão de Harry poter e Pokémon( sem querer acabei falando de dragon ball z também hehe. Fusão né.XD) Gostei muito da fic e colocarei as críticas e conselhos baixo:

Elogios:

Gosto de Harry Poter e gostei muito desta fic.
Você descreve bem e escreve muito bem.

Conselhos:

Serão praticamente conselhos mesmo, não tenho nenhuma crítica grave.
Capítulo pequeno, cuidado isso pode gerar críticas.

Isso é tudo Alice, Boa sorte!

Buena Sortes!

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Re: A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por Alice casanova em Sex 15 Out 2010, 5:24 am

Capitulo II – Porque é que as cobras me conhecem?

Quase 10 anos se tinham passado desde que Jessie e James haviam encontrado o seu sobrinho á porta de casa contudo, nada mudara em Pallet Town. O sol irradiava na entrada da casa nº4, a casa dos Rocket´s. Tudo continuava exactamente igual, apenas as fotografias penduradas na parede provavam o quanto o tempo tinha passado. Há 10 anos atrás, a sala estava cheia de fotos do que parecia um grande porco cor-de-rosa usando chapéus de variadas cores, mas Todd Rocket já não era um bebé. As fotos mostravam agora o pequeno Todd carregando a sua primeira máquina fotográfica, passeando de carro com o pai e sendo beijado pela mãe. Não havia sinal de que naquela casa vivesse um outro garoto. Sim, Ash Ketchum ainda ali estava.

- Toca a levantar! – gritou a tia Jessie dando algumas pancadas da porta da despensa debaixo das escadas, onde Ash dormia. Ele acordou imediatamente e ouviu sons de pratos e talheres a serem mexidos. Estava a tentar lembrar-se do sonho que estivera a ter, era um sonho agradável. Algo a ver com uma gigante cobra de pedra….

- Já te levantas-te? – gritou a tia da cozinha.

- Quase. – respondeu Ash.

- Vê se te despachas. – continuou ela – Quero que venhas tomar conta do bacon. E livra-te de o deixares queimar outra vez! Quero que esteja tudo perfeito para o aniversário do Todd.

Quando chegou á cozinha, Ash pôde reparar na enorme quantidade de presentes que Todd havia recebido: televisão, computador, bicicleta…. Ele não percebia para que é que Todd queria uma bicicleta. O único esforço que o primo fazia era tentar apanhá-lo para o encher de pancada. Mas raramente conseguia. Embora não parece-se, Ash era muito veloz. É claro que a sua aparência magrinha, principalmente pelo facto de usar as roupas velhas de Todd, não o ajudavam a fazer muitos amigos. A única coisa interessante em toda a sua aparência, era uma cicatriz muito fina em forma de raio que tinha na face, fruto de um acidente de automóvel em que os seus pais morreram. Ash começou a virar o bacon quando o tio James e Todd entraram na cozinha e a tia Jessie ia atender o telefone.

- Temos um problema James. – disse ela voltando para a cozinha.

O tio James levantou o olhar do jornal que estava a ler e observou a mulher, dando-lhe sinal de que a estava a ouvir.

- A sra. Winstrate partiu a perna e não vai puder ficar com ele. – disse ela apontando para Ash.

Todd começou a fazer cara de choro. Ash já estava habituado a isso, os tios sempre falavam dele como se ele ali não estivesse.

- E que tal se eu ligar á minha irmã Cassidy? – perguntou o tio James, referindo-se á sua odiosa irmã.

- Não digas disparates James. – apressou-se a tia a responder – Ela odeia-o. Acho que vamos ter que o levar ao zoo connosco.

Todd começou a chorar afirmando que Ash iria estragar o seu dia especial. Mas parou, quando um dos seus melhores amigos, Peter. Estando avisado que se ele se porta-se mal ficaria de castigo por tanto tempo que se iria esquecer do que era a luz do sol, Ash sentou-se no carro junto aos tios e ao seu convidado a caminho do zoo.

Após o almoço, visitaram a casa dos repteis. Todd e Peter queriam fotografar as grande cobras venenosas. E logo encontraram a maior. Era uma enorme cobra de cor roxa e pequenos padrões coloridos na zona do peito. Ash olhou para um paqueno cartaz ao lado da vitrina onde pôde ler “Espécie desconhecida”.

- Eu sei como é não pertencer a lugar nenhum…. – sussurrou ele ao animal.

Foi então que algo estranho aconteceu, Ash podia jurar que a cobra abanara a cabeça afirmativamente e lhe sorrira. Antes que o jovem tivesse tempo para sequer raciocinar o que tinha acabado de acontecer, sentiu uma forte dor nas costelas e Todd apareceu ao seu lado batendo no vidro que os separava do réptil.

Tudo aconteceu numa fracção de segundos. A cobra abriu a boca e soltou pequenas fagulhas roxas, partindo o vidro e fazendo Todd mergulhar no aquário, liberando assim o caminho para que a cobra pudesse sair. As pessoas corriam em todas as direcções, ninguém queria ficar e tornar-se uma presa fácil para aquela criatura. Ash tropeçou nos próprios pés e caiu, mesmo no momento em que a cobra chegou perto de si contudo, em vez do atacar, deu uma volta aos seus pés e pareceu olhar com compaixão. Saindo do zoo em seguida.

Todos ficaram tão assustado tão assustados que voltaram logo para casa. Ninguém se atreveu a falar no assunto até que Peter se lembrou de dizer:

- Tu estavas a falar com a cobra não estavas Ash?

O tio James berrou algo parecido com “AS COBRAS NÃO NOS PERCEBEM” e esperou até que Peter voltasse para sua casa antes de colocar o sobrinho de castigo por duas semanas.
Sim. Ash já vivia com os tios há 10 anos. 10 miseráveis anos.

Capítulo 3: Caro Mr. Ketchum!! (Preview)

“Para o Sr. Ash Ketchum” é o que todas aquelas cartas dizem. Mas porque é que James não deixa que o sobrinho as leia? Algo estranho se está a passar! Não percam o próximo capítulo.

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Re: A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por Alice casanova em Dom 24 Out 2010, 7:08 pm

Capítulo III – Caro Mr. Ketchum

Quando Ash foi finalmente liberado do castigo, já Todd havia partido o novo computador e atropelado a Sra. Winstrate com a bicicleta. Aparentemente, Todd havia sido aceite na antiga escola que o tio James frequentara quando jovem, Smeltings.

Certa noite, Todd desfilou-se pela sala de estar, trajando o seu novo uniforme, uns calções cor-de-laranja, uma camisa branca e uma jaqueta castanha. Todo o conjunto terminava com uma enorme bengala que os alunos de Smeltings usavam para baterem uns nos outros quando os professores não estavam a ver. O tio James disse que nunca estivera tão orgulhoso do filho como naquele momento e, enquanto a tia Jessie se rompia em lágrimas, Ash quase partia as costelas devido á força que fazia para não se rir.

Na manhã seguinte, toda a família tomava o café-da-manhã quando se ouviu o estalido da porta que significava a chagada do correio.

- Vai buscar as cartas Todd! – disse o tio James sem retirar os olhos do jornal que estava a ler.

- O Ash que vá. – limitou-se Todd a dizer.

- Vai buscar as cartas Ash. – falou o tio num tom bastante calmo.

- O Todd que vá. – disse Ash.

- Todd bate-lhe com a tua bengala dos Smeltings! – Ash saiu da cozinha mesmo a tempo de
se esquivar á bengala de Todd. Havia apenas 3 cartas, uma era um postal da irmã do tio James, Cassidy, que estava a passar férias nas Bahamas; outra parecia uma conta para o tio James pagar e a última era para Ash…. Para Ash? Como seria isso possível? Nunca ninguém lhe havia escrito em toda a sua vida. Ele não tinha amigos ou outros parentes, e não era sócio da biblioteca… contudo, o envelope não deixava qualquer dúvida.

Sr. A. Ketchum

Armário debaixo das escadas;

Rua dos Alfeneiros nº 4

Pallet Town

Kanto


O envelope era grosso e muito pesado, parecia ser feito de uma espécie de pergaminho amarelado e escrito a tinta verde-esmeralda. Não tinha qualquer selo. Quando virou o envelope, Ash reparou num lacre com um brasão: um leão, uma águia, uma estrela e uma cobra rodeavam uma grande letra “H”.

- Despacha-te garoto! – berrou o tio James da cozinha.

Ash voltou para a cozinha e entregou a conta e o postal ao tio James, sentando-se de seguida e começando a abrir a sua carta.

- O Ash recebeu uma carta. – gritou Todd arrancando a carta das mãos do primo.

- Ei! É minha. – gritou Ash.

- Cale-se moleque! Quem iria escrever para você? – o tio James olhou para a carta e o seu rosto passou de vermelho a verde numa fracção de segundos. – J… Jessie….

Todd tentou tirar a carta das mãos do pai mas foi incapaz de o fazer visto que a mãe pegou na carta e leu a primeira frase. Parecia que ela ia desmaiar.

- Óh meu deus! James! – a tia teve que se sentar para não cair no chão. Parecia que se tinha esquecido que Ash e Todd ainda estavam na cozinha. Todd, que não estava habituado a ser ignorado, deu uma bengalada na cabeça do pai, que o colocou a ele e a Ash para fora da cozinha.

- James. – ouviu Ash por traz da porta da cozinha a tia dizer – Olha para o endereço! Como é que eles podem saber onde é que ele dorme.

- Provavelmente andam-nos a vigiar. – disse o tio James com a voz visivelmente alterada. – Vamos ignorá-la…. Talvez se não receberem uma resposta se esqueçam dele.

- Mas…

- Não vou ter um deles em casa Jessie. – gritou o tio – Nós prometemos, quando aceitámos o garoto, que iríamos acabar com essas idiotices perigosas.

Naquela noite, depois do trabalho, o tio James fez uma coisa que nunca fizera antes, visitou Ash na despensa.

- Onde está a minha carta? – perguntou Ash quando viu a cara do tio.

- Não era para ti! – respondeu-lhe – Era engano. Queimei-a.

- Está a mentir. – gritou o garoto – Tinha o endereço da minha despensa.

- CALA-TE! – o tio estava a começar a ficar vermelho novamente – Quanto á despensa, a tua tia e eu conversámos e decidimos que talvez será melhor mudares-te para o segundo quarto do Todd.

- Porquê? – perguntou Ash.

- Não faças perguntas e despacha-te a cevar as tuas coisas lá para cima. – ordenou o homem.

A casa dos Rocket tinha 4 quartos. O dos tios, o quarto de hóspedes, o quarto onde Todd dormia e o quarto onde ele guardava todos os brinquedos que não cabiam no primeiro quarto.

No dia seguinte, quando o correio chegou, o tio James mandou Todd ir buscá-lo.

- Chegou outra. – berrou ele da entrada – Caro Sr. Ketchum, menor quarto da casa….

Tanto Ash quanto o tio James correram em direção a Todd. Ouve uma enorme luta pela posse da carta, na qual todos levaram com a bengala dos Smeltings e, por fim, o tio endireitou-se com a carta de Ash na mão e lanço-a para a lareira.

Nos dias que se seguiram, cada vez mais cartas chegavam endereçadas a Ash, mas o tio queimara-as todas. Quando mais de cinquenta cartas chegaram de uma vez o tio tomou uma decisão.

- Quero toda a gente ao pé do carro dentro de 10 minutos para viajar-mos. – disse para espanto de todos, mesmo da tia Jessie.

Horas e mais horas de caminho, o tio decidiu finalmente para o carro. Quando saíram, Ash percebeu que estavam á beira mar, e que o tio preparava um pequeno barco para que todos entrassem.

- O pai enlouqueceu não foi? – perguntou Todd á mãe, que não conseguia para de chorar.

O tio James conduziu toda a família até uma pequena cabana numa pequena ilha no meio do oceano.

- Perfeita não é? – perguntou – Quero vê-los enviarem cartas para aqui agora.

A cabana tinha 3 divisões. Um casa-de-banho, um quarto, onde a tia Jessie encontrou alguns cobertores e fez uma cama improvisada para ela e para o tio James, e uma sala onde havia apenas um sofá e uma lareira, o sofá seria a cama de Todd. Ash teve que se deitar no chão.

Enquanto a noite passava, Ash ia olhando para o relógio barato que trazia no pulso e foi então que se lembrou. Dentro de 5 minutos faria 11 anos. Ouviu-se um barulho fora da cabana, Ash perguntou-se se o tecto iria cair. 4 minutos, talvez a casa em Pallet Town estivesse tão cheia de cartas que quando voltassem ele seria capaz de esconder uma. 3 minutos, será que aquele barulho era o mar a bater nas rochas lá fora? Olhou novamente para o relógio. 30 segundos – talvez acorda-se Todd só para o aborrecer – 4 segundos… 3 segundos…. 2 segundos… 1 segundo… O casebre todo estremeceu e Ash sentou-se muito direito a olhar para a porta. Havia alguém lá fora que batia á porta, tentando entrar.

Capitulo 4: O Guardião das chaves (Preview)

Um enorme homem entrou pela cabana a dentro e apresentou-se como Crasher Wake. Parecia que ele conhecia Ash de algum lado. Finalmente Ash é capaz de ler a carta que tantos problemas lhe deu. O que dirá?

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Re: A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por *Milley* em Dom 24 Out 2010, 7:22 pm

Nossa! Uma fic para mim acompanhar, muito bom Alice! ^^ Sua descrição/narração são boas, dando para se entender perfeitamente a fic... Essa fic era pra estar no final, não precisa recomece-lá, apenas, não desista de suas fics!

Bem... e-e Mas nem tudo é perfeito, tenta aumentar o máximo possível de seu episódio, no mínimo três páginas do Word... xD Se não, fica muito pequena... =D

Te aconselho também a não separar as falas assim... Tenta deixar elas juntas... Um pouquinho mais de explicação também cairia bem, não acha? =D

Não tenho muito o que dizer, eu adorei a fic, vou acompanhar com certeza!

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Re: A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por Alice casanova em Dom 07 Nov 2010, 11:23 am

Milley: Fico feliz que tenha gostado. Vou tentar melhorar ao longo dos capítulos. Continue lendo!! xD

Capítulo IV – O Guardião das chaves

BUM! Bateram outra outra vez. Todd acordou assustado.

- Onde está o canhão? – perguntou estupidamente.

- Quem está aí? – perguntou o tio James carregando consigo um rifle. – Olhe que estou armado?

TRAM! A porta levou uma pancada tão grande que acabou por cair por terra. um homem gigantesco estava do outro lado, tinha o rotos quase todo coberto por uma máscara. O gigante espremeu-se entre a entrada para conseguir entrar no casebre, de seguida virou-se para a tia Jessie e perguntou:

- Não me poderia preparar uma chávena de chá? Não foi uma viagem fácil….

O gigante foi em direcção ao sofá e sentou-se a olhar para Ash.

- E aqui está o Ash. – disse ele – Da última vez que te vi eras um bebé. Pareces-te muito com o teu pai, mas tens os olhos da tua mãe.

O tio James rosnou.

- Exijo que saia rapidamente. – disse apontando o rifle ao gigante – Você invadiu a minha casa.

- Cala-te Rocket! És um parvo. – o gigante tirou o rifle das mãos do tio James e dobrou-o ao meio. – De qualquer modo, parabéns Ash. Tenho uma coisa para ti mas acho que me sentei em cima dele.

Do bolso tirou uma caixa que tinha dentro um bolo de aspecto delicioso, embora metade estivesse esborrachada

- Quem é você? – perguntou Ash olhando para o gigante.

- É verdade, não me apresentei. – disse ele agarrando o braço de Ash – O meu nome é
Crasher Wake e sou o guardião das chaves e das terras de Hogwarts.

O gigantes colocou-se á frente da lareira, de modo a que ninguém conseguisse ver o que ele estava a fazer e, quando finalmente saiu da frente, um agradável fogo podia ser sentido por todos na cabana.

- Desculpe-me mas continuo sem saber quem você é? – disse Ash.

- Chama-me Wake. – disse ele – É como todos me chamam. E como te disse venho de Hogwarts, mas tu já sabes tudo sobre isso certamente.

- Na verdade não sei. – disse o garoto para choque do gigante – Desculpe.

- Desculpe? – repetiu ele olhando para os Rockets com ar enfurecido – Tu não tens que pedir desculpa, eles é que têm. Eu sabia que tu não estavas a receber as cartas mas não fazia ideia que nem soubesses o que é Hogwarts. Nunca te perguntas-te onde é que os teus pais treinaram?

- Treinaram o que?

- ROCKET!! – Wake estava visivelmente zangado – Vais-me dizer que este garoto não sabe nada sobre o seu mundo?

O tio James manteve-se calado.

- Mas tu deves saber quem foram os teus pais certo? – quis ele saber – Digo, eles são famosos. Tu és famoso.

- Os meus pais eram famosos?

- Tu não sabes de nada? Não sabes quem és? – Wake estava devastado.

- Pare. – gritou o tio James – Proíbo-o de contar o que quer que seja a esse garoto.

- Tu nunca contaste? – parecia que Crasher Wake ia partir o tio James em dois apenas com a força do olhar – Nunca contas-te o que o Rowan deixou escrito naquela carta? Eu estava lá. Eu vi-o colocar a carta, Rocket. E tu escondes-te isso dele durante todos estes anos?

- Esconder o quê de mim? – perguntou Ash já impaciente.

- Ash. Tu és um treinador. – afirmou o homem com toda a certeza.

- Um quê?

- Um treinador pokemon é claro. – repetiu ele – E dos bons arriscar-me-ia a dizer. Com um pai e uma mãe como os teus nada diferente se esperava. Eu acho que é altura de leres a tua carta.

O gigante entregou a carta a Ash, que a abriu imediatamente.

ESCOLA PARA TREINADORES DE HOGWARTS
Director: Albert Rowan

Prezado Mr. Ketchum,
Temos o enorme prazer de afirmar que Vsa. Excelência tem uma vaga na Escola para Treinadores de Hogwarts. Anexamos a esta carta uma lista de livros e materiais necessários. O ano lectivo começará a 1 de Setembro. Aguardamos o seu pokemon até dia 31 de Julho, o mais tardar.
Atenciosamente,
Agatha Ghost
Directora substituta

As perguntas explodiam na cabeça de Ash.

- O que quer dizer com “esperamos o seu pokemon”? – perguntou.

Wake bateu na testa com força e retirou algo do bolso, uma espécie de esfera vermelha e branca, da qual pareceu sair um enorme pássaro preto e branco com uma franja que tinha pontas em vermelho, parecia uma águia. Tirou também uma caneta e um papel e começou a escrever.

“Caro Professor Rowan. Entreguei a carta ao Ash e amanha vou levá-lo para comprar as coisas. O tempo está horrível. Espero que se encontre bem. Crasher Wake!”

De seguida enrolou o papel e colocou-o no bico da águia, que saiu pela janela e desapareceu na escuridão.

- Ele não vai. – arriscou o tio James a dizer.

- Gostaria de ver um trouxa como tu impedi-lo. – ameaçou Wake.

- Um quê? – perguntou Ash.

- Um trouxa. É o que chama-mos aqueles que não são treinadores.

- Quando o aceitámos juramos que acabaríamos com essa bobagem. – disse o tio – Ele não vai.

- Você sabia? – perguntou Ash magoado.

- Claro que sabia! – gritou a tia Jessie de repente – Como é que não o serias se a maldita da minha irmã o era? Ela também recebeu uma carta igual a essa e depois desapareceu. Foi para aquela escola. Voltava apenas no verão, carregada de bichos irritantes e nojentos. E depois ela conheceu o Ketchum. Casaram e tiveram-te a ti. É claro que eu sabia que tu serias como eles. Um anormal. E foi então que ela se fez explodir e tu aterras-te á minha porta.

- Fez-se explodir? Você disse que eles tinham morrido num acidente de carro! – gritou o sobrinho.

- Acidente de carro? – rugiu Wake – como é que um acidente de carro poderia ter morto Delia e Silver Ketchum? Ash Ketchum não sabe a sua história, quando todas as crianças no nosso mundo sabem o seu nome?

- Porque é que todos sabem o meu nome? – perguntou Ash.

- Não sei se sou a pessoa certa para te contar mas aqui vai. – começou o gigante – Tudo começa com um treinador chamado… Cyrus. Todos têm medo de dizer o nome dele. Entretanto… Há vinte anos ele começou a procurar seguidores. E conseguiu-os. Dias horríveis. Ele estava a ganhar poder. As poucas pessoas que se opuseram a ele, ele matou-as. O local mais seguro era provavelmente Hogwarts. Diziam que o quem-nós-sabemos tinha medo do Professor Rowan. Ora, os seus pais eram dois dos melhores treinadores que eu já conheci. Não se sabe muito, o que se sabe é que ele apareceu na vila onde vocês moravam, e matou-os. – ele começou a chorar – E você tinha apenas um ano e conseguis-te sobreviver. Sempre foi um grande mistério.

- E o que aconteceu a esse Cyru…. Quem-nós-sabemos?

- Não se sabe. – respondeu o homem – Desapareceu. Alguns dizem que morreu. Mas eu acho que ele ainda anda por aí.

- ELE NÃO VAI! – gritou o tio James pela terceira vez.

- Tu não o podes impedir. – rosnou Wake – Impedir o filho de Delia e Silver de ir para Hogwarts. Ele está inscrito desde que nasceu. Sete anos lá e nem ele próprio se reconhecerá. Ele vai estudar na melhor escola. Vai ter o melhor mestre…

- Eu não vou pagar para que um velho louco lhe ensine a tomar conta de bichos- disse o tio.

- Nunca mais insultes Albert Rowan na minha frente – disse Wake dando um soco tão forte na cara do tio James que ele desmaiou. – É melhor ires dormir Ash, temos um grande dia á nossa espera amanhã.

Ele despiu o casaco e colocou-o por cima de mim.

- Boa noite!

Capitulo 5: A vila de Celadon (Preview)

Wau! Lojas e mais lojas cheias de materiais e coisas importantes que tenho de comprar. Nem posso acreditar que isto é verdade. Ash vai finalmente comprar o seu material para ir para Hogwarts. Que surpresas terá?

Alice casanova
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Frase pessoal: Arrota que é molotofe... xD


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Re: A verdadeira história de Ash Ketchum

Mensagem por Kyun em Dom 07 Nov 2010, 1:10 pm

Olá Alice, sua fic é ótima, misturando dois temas muito legais e que eu adoro. Não percebi erros na fic, sua descrição/narração está muito boa também, e o tamanhos dos caps. tbm. Nunca havia comentado aqui antes, porém, acompanho sua FanFic desde o inicio. Parabéns, está fazendo um bom trabalho, continue assim. Espero o próx cap. Boa sorte, e

Até... ^^

Kyun
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